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ESTADOS UNIDOS - Mais um adolescente vítima do bullying cometeu suicídio nos Estados Unidos. O menino chamava-se Jamey Rodemeyer, e tinha apenas 14 anos.

Jamey mantinha um blog, onde escrevia constantemente sobre xingamentos e humilhações que sofria na escola por ser gay.

Em seu blog, no começo de setembro, Jamey fez um desabafo: Ninguém na minha escola procura prevenir suicídios, enquanto são vocês que me xingam e me fazem chorar. Em outro post, no dia seguinte, ele também falou sobre o bullyingEu sempre digo o quanto sofro bullying, mas ninguém escuta. O que eu tenho que fazer para que me escutem?


Apesar do fim trágico, Jamey Rodemeyer chegou a deixar um vídeo no "YouTube", no qual acreditava que tudo poderia melhorar. Meu conselho a vocês é o seguinte: Mantenha a cabeça erguida que você chega longe, disse o jovem.
Seus últimos posts antes de aparentemente cometer suicídio foram sobre o desejo de reencontrar sua bisavó, morta recentemente, e um agradecimento à sua diva Lady Gaga. Logo depois, foi encontrado morto do lado de fora da sua casa. A causa da morte se sucedeu apos Jamey ingerir um coquetel de drogas.
A mãe de Jamey, Tracy Rodemeyer, declarou em entrevista a mídia imprensa internacional, que espera que sua perda possa servir com uma mensagem de tolerância, a qual seu filho não teve tempo de ouvir.


O bullying contra homossexuais, especialmente nas escolas, é um assunto que vem sendo abordado pelos estudiosos com mais frequência. Uma pesquisa liderada por profissionais da Universidade da Carolina do Norte com adolescentes de até 19 anos mostrou que os suicídios nessa faixa etária são três vezes mais comuns entre homossexuais e bissexuais.
Parece fácil de entender. É um momento de descoberta da sexualidade e de afirmação da personalidade. “Eles naturalmente estão fora do grupo da maioria e se tornam vítimas de bullying com mais frequência”, diz a psicóloga americana Jennifer Williams, especialista no assunto. “Em geral já existe o dilema interno de aceitação, e depois tem o dilema da pessoa com os outros”, afirma.
A quem culpar pela morte de Jamey Rodemeyer? O estado, a escola, as crianças e os adultos que o insultaram pela rede? O suicídio de Rodemeyer, um adolescente saudável (inclusive psicologicamente), é uma morte, em tese, sem responsáveis. Mas ele tem sim autor – e mais de um, talvez milhares. Cada mensagem destrutiva deixada em seu blog e cada olhar recriminatório podem ter contribuído. É por isso que a morte desse garoto deve servir de alerta para todos nós, que ainda somos, na maioria, preconceituosos e tão pouco tolerantes.

 da Redação

Veja o que acontece quando um dos pais começa a manipular os filhos


Um tema bastante comum para o Judiciário está chegando agora ao grande público.
Na ficção, é claro, o problema é apresentado de maneira típica. Mas na vida real, seja proposital ou involuntária, a prática de colocar os filhos contra o ex leva à chamada Síndrome de Alienação Parental (SAP), assunto importante e atual nas questões familiares. O tema é, inclusive, objeto de um projeto de lei aprovado pelo Congresso que visa punir quem se comporta dessa maneira.
A expressão "alienação parental" pode parecer nova, mas existe desde 1985 – foi cunhada pelo psicanalista norte-americano Richard Gardner. Ela se refere à situação em que, em uma separação, quem fica com a guarda da criança a manipula para que rompa o vínculo com o ex-cônjuge. Alguns acontecimentos, como os mostrados na novela, são fáceis de identificar. Mas esse comportamento doentio se manifesta também de maneira mais discreta: quando os horários de visita são excessivamente controlados ou características negativas do ex ou da ex são tema frequente de conversas, por exemplo.
Isso pode confundir o filho, que passa a acreditar que não é mais amado pelo pai ou pela mãe. Com isso, deixa de aceitar os novos companheiros dos pais ou acha que será esquecido caso um deles constitua uma nova família. Normalmente esse tipo de comportamento nasce em uma separação traumática, que não é aceita por uma das partes. Numa tentativa de vingança, o filho se torna o centro de uma disputa.
De acordo com estatística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental. No Brasil, seriam 20 milhões de crianças sob essa pressão psicológica.
— Infelizmente, isso acontece muito. Esse comportamento pode chegar ao limite de falsas acusações de violência e abuso, por exemplo. É importante que todos estejam atentos, porque é difícil detectar a síndrome, já que o alienador pode praticar a alienação inconscientemente — avisa a promotora Adriana Karina Diesel Chesani, da 4ª Promotoria de Justiça Especializada de Caxias do Sul.
Ainda segundo o IBGE, em 90% das separações são as mães que detêm a guarda dos filhos e, por isso, é delas o maior índice de alienação.
— Isso é uma tradição no país, mas nem sempre é a mãe que aliena o filho. Essa situação pode ser criada por qualquer um dos lados — afirma a promotora.
Em outros casos, podem ser os avós ou outras pessoas que ficam com a guarda que tentam afastar a criança dos pais.
Projeto de lei embasa Justiça
Em julho, o projeto de lei 20/2010, do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. O objetivo do projeto é estabelecer mecanismos para punir quem dificulta o acesso físico ou emocional à criança. Agora, o projeto deverá ser encaminhado ao presidente da República para sanção ou veto.
— O Judiciário do Rio Grande do Sul está muito avançado nesses processos. A lei está apenas tipificando o que já sabemos que existe na prática — esclarece o promotor Luis Carlos Prá, da 5ª Promotoria da Justiça Civil de Caxias.
Segundo Eliane Goulart Martins Carossi, doutora em Direito de Relações Sociais e professora de Direito de Família da Universidade de Caxias do Sul (UCS), as sanções vão desde advertências até revisão no direito de guarda.
— Até agora não existia legislação para amparar as vítimas. Acredito que, com o projeto, quem programar o filho para odiar ficará, no mínimo, constrangido — avalia.
De acordo com o projeto de lei, após a denúncia de alienação parental, a Justiça determinará que uma equipe multidisciplinar, composta de profissionais como educadores e psicólogos, ouça a criança ou o adolescente:
— O laudo deverá ser entregue em até 90 dias e, se comprovada a alienação, a pena máxima será a perda da guarda. O juiz pode ainda alterar o regime de visitas e até suspender o poder familiar, que é a obrigação de guarda, vigilância e cuidado enquanto eles forem menores de 18 anos.
O projeto cita como exemplos dessa conduta tentar desqualificar o pai ou a mãe, dificultar o exercício da autoridade pelo ex, omitir informações relevantes sobre a criança ou o adolescente e apresentar falsas denúncias. Estas, quando comprovadas, ainda podem ter como pena a detenção de seis meses a dois anos.
— Relatar falsamente às autoridades que o pai abusou sexualmente da criança, por exemplo, se o projeto for aprovado, pode dar cadeia — diz.
A advogada Eliane explica que a alienação terá prioridade no Judiciário:
— Depois da sentença, a parte lesada poderá recorrer. Mas se o alienador reincidir, poderá perder o poder familiar.
Para ela, um aspecto importante do projeto é a mediação, em que as partes escolhem intermediários e tentam entrar em acordo sobre a questão.
— A mediação é muito utilizada em processos envolvendo família porque diminui a interferência do juiz, que não precisará estabelecer regras de convívio — esclarece.
Danos podem ser irreversíveis
A psicóloga e psicopedagoga Joseane Fochesato de Souza afirma que a manipulação da criança pode levá-la a perder por completo o contato com um dos pais. Isso abre portas para consequências negativas na formação da personalidade:
— As reações podem ser as mais variadas. Em caso de alienação praticada pela mãe, se a criança for menina, poderá criar aversão à figura masculina. Se for menino, poderá ter problemas de identidade.
Joseane diz que, quanto mais nova a criança, mais graves os efeitos. Prestar atenção ao comportamento do filho é a melhor forma de evitar traumas, de acordo com a psicóloga. Observar como a criança ou o adolescente está convivendo com colegas, amigos e familiares e como está seu desempenho na escola é importante.
— É preciso procurar tratamento imediatamente. Se não forem tratados e entendidos, esses danos causados pela alienação parental podem ser irreversíveis — alerta a profissional.
Caso constatada a síndrome, não é só a criança que precisa de tratamento. Quem apresenta a conduta nociva também.
— Estamos falando de uma síndrome, uma doença. Quem pratica normalmente não reconhece. Sem tratamento, continuará fazendo mal — analisa.
Sinais da alienação parental
:: Não comunicar fatos importantes relacionados à vida dos filhos (escola, médico, comemorações etc).
:: Tomar decisões importantes sobre a vida dos filhos sem prévia consulta ao ex-cônjuge (escolha ou mudança de escola, de pediatra etc).
:: Controlar excessivamente os horários de visita.
:: Não permitir que a criança veja o pai ou a mãe em ocasiões que não aquelas previamente estipuladas.
:: Fazer queixas frequentes do ex-cônjuge à criança ou ao adolescente.
:: Obrigar a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido em conflitos.
:: Transformar a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
:: Quebrar ou esconder os presentes dados ao filho.
:: Criticar a competência profissional e a situação financeira do ex.
:: Emitir falsas acusações de abuso sexual, uso de drogas e álcool.
com informações PIONEIRO.COM
A Alienação Parental é descrita como uma situação na qual um genitor procura deliberadamente alienar isto é, afastar o seu filho, ou filha, do outro genitor, deturpando a sua mente, tendo normalmente êxito em seus intentos.

Sua manifestação consiste na campanha de difamação, de forma deturpada, como uma lavagem cerebral. Fato esse, que leva a criança a colaborar de maneira simbiótica a essa implantação de falsa memória, promovendo até mesmo o rompimento completo do vínculo. Milhares de pessoas são vítimas desse tipo de violência e ignoram fazer parte dessa estatística, desconhecendo por completo esta perturbação, que pode levar a sérias conseqüências.

Visando transpor o desconhecimento da Alienação Parental, a Caraminhola Produções Artísticas de Alan Minas e Daniela Vitorino produz atualmente dois documentários sobre o assunto, intitulados A morte inventada. Com a realização dos vídeos, a produtora pretende levar às pautas da sociedade a discussão sobre o assunto entre psicólogos, juízes, promotores, advogados, assistentes sociais, pedagogos e pediatras, no intuito de chamar a atenção para essa prática que está cada vez mais freqüente em famílias que, por quaisquer motivos, optam pela separação.



Acompanhe o trailler do documentário - A morte inventada:




Pesquisa constatou que relacionamentos sérios influenciam adolescentes


Fatores externos influenciam mais os jovens entre 16 e 18 anos 


Pais costumam ficar um pouco preocupados com o namoro dos filhos. De acordo com um estudo recente, no entanto, melhor comemorar os relacionamentos: segundo pesquisa, jovens que são sexualmente ativos em um relacionamento sério são menos violentos e menos propensos a comportamentos deliquentes.

O estudo foi elaborado por uma equipe de psicólogos dos Estados Unidos, liderada por Paige Harden, da Universidade do Texas, e Jane Mendle, da Universidade do Oregon, e foi publicado na revista “Journal of Youth and Adolescence”. A equipe registrou níveis mais baixos de comportamento antissocial em jovens inseridos nesse contexto, em comparação aos jovens virgens. O mesmo não vale, no entanto, para adolescentes que têm relações sexuais casuais porque esses mostraram níveis mais elevados de comportamento antissocial em comparação a outros grupos.

A equipe de psicólogos se valeu de questionários online preenchidos por 519 gêmeos do mesmo sexo, todos norte-americanos, com idades entre 13 e 18 anos. Comparando-os, puderam controlar as variáveis genéticas e ambientais compartilhadas pelos gêmeos. As perguntas remetiam à atividade sexual dos participantes e comportamentos deliquentes. E faziam parte do “Estudo Nacional Longitudinal de Saúde do Adolescente” (“National Longitudinal Study of Adolescent Health”), que acompanhou o grupo da adolescência à idade adulta.

Nos adolescentes com idades entre 13 e 15 anos, foram descobertos genes que influenciam o comportamento sexual por estarem relacionados à extroversão, impulsividade e puberdade precoce, podendo predispor os jovens a contextos de risco. Já nos adolescentes com idades entre 16 e 18 anos, fatores externos como nível social, relação familiar e sistema escolar demonstraram mais influência na prática do sexo casual.



com informações da revista JOURNAL OF TOUTH AND ADOLESCENCE 
Jovens obesas sentem-se excluídas da sociedade. Emagrecimento mudaria isso.


Para adolescentes obesas, ser magro é fazer parte da sociedade, ser feliz, bem-sucedido, vencedor. Essa é a conclusão da dissertação de mestrado A representação social de um corpo magro por adolescentes obesas, defendida em maio de 2011 por Dressiane Zanardi Pereira na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sob orientação de Fernando Lefèvre.
No primeiro semestre de 2010, Dressiane entrevistou individualmente 32 alunas participantes do Programa de Atividades ao Paciente Obeso (Papo), oferecido gratuitamente desde 1996 por uma equipe de profissionais multidisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Papo tem por objetivo envolver as adolescentes em práticas de atividade física, alimentação adequada e autoconhecimento, além da diminuição do excesso de peso. As adolescentes passavam por uma seleção antes de serem aceitas no programa. A turma entrevistada pela pesquisadora era composta por garotas entre 13 e 16 anos, com condições sociais e físicas semelhantes. Essa triagem evitaria que alguma delas se sentisse excluída dentro da turma.
A análise dos dados obtidos foi feita com base na metodologia do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), desenvolvida por Fernando Lefèvre e Ana Maria Cavalcanti Lefèvre, ambos da FSP, utilizando o software Qualiquantisoft. Para cada resposta de cada pergunta foi elaborado um DSC, um texto escrito como se fosse falado por um único sujeito, mas que contivesse os aspectos mais relevantes e comuns nas respostas de cada uma das adolescentes.
O questionário apresentado às entrevistadas trazia três perguntas abertas. A primeira era “A que se deve o fato de você estar acima do peso?”. A grande maioria das respostas culpavam maus hábitos alimentares e compulsão alimentar devido a emoções negativas. “Muitas delas diziam que não tinham bons hábitos alimentares em casa e culpavam os pais por isso. É claro que os familiares têm parcela de responsabilidade, mas menos do que elas diziam. A maior responsabilidade é delas mesmas”, afirma Dressiane. É importante dizer que meninas cujas famílias ajudaram diretamente nas mudanças de comportamento tiveram melhoras muito mais significativas do que aquelas que não tinham tanto apoio. “[A adolescência] é uma fase complicada. Você não faz compras sozinho, não decide tudo o que vai comprar, comer. Elas precisam do apoio dentro de casa para melhorar seus hábitos”, explica.
A segunda pergunta era “O que você espera com o programa Papo?”. Todas as garotas responderam que esperavam emagrecer. Algumas acrescentavam que pretendiam melhorar autoestima e a estética ou melhorar a saúde. “Algumas delas chegavam com comorbidades, por exemplo, colesterol alto. Por isso elas tinham consciência da questão médica”, explica Dressiane.
Passe de mágica
A terceira e última questão era “Se você for bem sucedida com o programa, se acontecerem as coisas que você espera, o que você acha que vai mudar na sua vida?”. A maior parte das respostas dizia que o sucesso no programa aumentaria a aceitação das pessoas, melhoraria a sociabilidade e acabaria com os preconceitos sofridos pela obesidade. “Elas acreditavam que com o emagrecimento a vida delas melhoraria em vários aspectos. Era como se tudo mudasse num passe de mágica. Mas não é assim que as coisas acontecem”, diz a pesquisadora.
Uma das fontes lidas para o desenvolvimento do trabalho, a psicanalista Maria Rita Kehl, escreveu sobre o corpo na sociedade contemporânea, dizendo que ele foi promovido “ao mais fiel indicador da verdade do sujeito, da qual depende a aceitação e a inclusão social”. Em outras palavras, um corpo magro possibilita uma melhor interação com as outras pessoas. É justamente essa ideia que aparece nas falas das adolescentes entrevistadas na pesquisa.
Sobre políticas de saúde para a obesidade, Dressiane afirma que na maioria das vezes são ações isoladas, mas sem incentivo. Ela ainda diz que o Brasil passou da subnutrição à obesidade e que é preciso lidar com os problemas biológicos da doença. “O obeso pode ter diabetes, pressão alta, problemas cardíacos. É necessário ter cuidado com essas pessoas”.
Graduada em Têxtil e Moda pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, Dressiane conta que a maior parte dos trabalhos sobre obesidade na área da saúde são epidemiológicos. “Poucos são os trabalhos com viés mais social. Acho que essa é uma das diferenças que consegui trazer da minha graduação para o trabalho na área da saúde”, conclui.

com informações de Victor Francisco Ferreira USP/SP   
Quem ainda não viveu uma experiência sexual com outra pessoa, conhece a ansiedade e os tabus que giram em torno da primeira vez. Quem já, não se esquece.
Mas, afinal de contas, existe a hora certa para fazer sexo?


Dr. Relacionamento responde às principais dúvidas de quem sonha em ter a primeira relação sexual, mas ainda não deu o passo. Para os mais ansiosos, ele garante que "o sexo não deve ser um meio de agradar o outro. Mas sim, ambos".


Como saber que chegou a hora de transar pela primeira vez? 
Dr. Relacionamento
: Sobre o ponto de vista da maioria dos homens, pode ser no primeiro encontro mesmo(rsrs...) - estou brincando! 
É difícil identificar esse momento, pois isso pode variar de pessoa, como pode também depender do conceito pessoal de cada um. Existem pessoas que preferem só depois do casamento(sim, ainda existe), como também a pessoas que preferem logo de primeira. O que se sabe é que quanto mais se tem intimidade com o(a) parceiro(a), melhor será a primeira experiência. O importante é ter 'tesão' pelo parceiro(a), pois o sexo não deve ser um meio de agradar o outro. Mas sim, ambos.


Dá para ter certeza que ele é o homem certo? 
Dr. Relacionamento
: Não existe isso. É impossível ter certeza que ele será o homem certo ou até mesmo errado. O que se pode observar é o comportamente dele em repostas a algumas eventuais atitudes que podem ocorrer durante a primeira vez. Ser compreensivo aos receios da parceira, não forçar a situação e até aceitar a desistência dela no meio do caminho - são ótimos pontos.



O que fazer se os dois namoram há um tempo, mas ela ainda não se sente segura para transar? 
Dr. Relacionamento
: Umas das primeiras coisas a se fazer é conversar sobre os reais motivos da insegurança. O que à leva a se sentir assim? qual a sua insegurança? Os homens como são bem mais práticos nessa área, não encontram problemas. Eles estão sempre(com algumas exceções) dispostos e prontos para começar a 'festinha' - são mais tranquilos. As mulheres não (ou pelo menos a maioria), para elas o sexo implica também no sentimento. Existe todo um 'ritual' e uma preparação. até mesmo emocional. Nesse caso necessita haver mais paciência e compreensão da parte do homem.



É possível controlar o medo, a tensão e a ansiedade na primeira transa? 
Dr. Relacionamento
: Acredito que dependendo da situação, do estado e nível de tensão e medo. É recomendado que nem ocorra a transa. Caso a(o) parceira(o) esteja muito nervosa, isso pode acabar comprometendo a sua performance. Existem casos de mulheres que após uma experiência ruim passaram a detestar o sexo. O que acontece, o que era para ser uma coisa gostosa e prazerosa passa a ser uma coisa detestável, sendo assim você pode passar a não gostar de ter relações sexuais com outras pessoas. Sexo ao meu ver é um assunto muito sério, então devemos estar bem preparados para que quando aconteça nos proporcione uma sensação boa de prazer e bem-estar.



Como agir se a primeira vez for ruim? Dr. Relacionamento: É claro, que não devemos generalizar. Não é porque uma vez foi ruim, que a outra será também. Diante de uma decepção sexual, o casal deve identificar o que aconteceu: foi nervosismo, falta de jeito? Deu tudo errado porque o parceiro não investiu nas preliminares e ela não teve orgasmo? Faltou tempo e local adequado?
Conversar e colocar os pontos principais tantos negativos quanto positivos, é o ideal. "-Olha eu gosto quando você faz aquilo, me excita!". "-Olha aquela posição não deu certo." Esse dialogo é fundamental, até porque ninguém tem bola de cristal - não é verdade!? Você só ira conseguir descobrir a posição ou o que causa mais prazer no seu parceiro(a) se vocês conversarem. Pra que na próxima relação possa haver uma cumplicidades dos dois, de juntos buscar melhorar os pontos negativos que foram expostos na conversa. 






Lembrando, independente de ser a primeira transa ou não usar sempre métodos preventivos e contraceptivos adequados.
"MINHA FILHA ESTÁ ME AMEAÇANDO!"

"Meu nome é Vânia, tenho 35 anos e uma filha de 12 anos que é muito rebelde, ela não quer saber de estudar, não tem responsabilidade com nada, não respeita o pai dela, muito menos sua avó( minha ex-sogra).Minha filha sempre teve muito carinho e atenção, sempre conversamos muito com ela e sempre estamos dispostos a ajudar.Mas ela só pisa na bola, parece que não tem amor por ninguém...se vc faz o que ela quer na hora você é boa..mas se em algum momento você diz não...ela se transforma, grita, berra, ofende. Sou separada do pai dela a mais de 10 anos , mesmo assim ela sempre passa os finais de semana na casa dele, porém não obedece, responde, ameaça...diz que vai inventar coisas pra outras pessoas( como se ele ou minha sogra tivesse falado mal de alguém)...e agora ela tenta colocar ele contra mim, para que seu pai peça a guarda dela.Ela faz tudo errado.Quero saber que medidas eu posso tomar..na educação do dia a dia..e se a lei, obriga aos filhos mais novos a respeitarem os pais. por favor me ajudem!!
Obs:Quero ressaltar que ela não faz uso de drogas, nem de àlcool, ainda não ficou com nenhum menino, embora diga que gosta de garoto, porém ele nem sabe que ela existe( amor platônico). Sua avó patena sempre a mimou muito e esconde tudo o que ela faz de errado, acho que ela tem medo da minha filha,já que ela também ameaça a avó."



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Com toda a atenção da mídia sobre os jovens que sofrem bullying nas escolas e até o cyberbullying, os pais devem estar se perguntando o que podem fazer para proteger seus filhos. A pergunta, na verdade, deveria ser: o que fazer para evitar que seu filho seja um agressor – neste caso, os chamados bullies?



Uma pesquisa liderada por Rashmi Shetgiri, da Universidade do Texas, nos EUA, avaliou a prevalência de bullying relatada pelos pais que participaram de uma pesquisa realizada em 2003 e em 2007. Eles também analisaram os fatores de risco que levam uma criança a intimidar as outras.
O levantamento mostrou que quase um a cada seis jovens com idades entre 10 e 17 anos intima seus colegas frequentemente. Em 2003, aproximadamente 23% dos jovens havia intimidado alguém. Em 2007 este número subiu para 35%.
Fatores de risco que aumentam a probabilidade de uma criança intimidar os outros se mantiveram nas duas pesquisas. Por exemplo, pais que reclamam muito de seus filhos ou que ficam irritados frequentemente. “Além disso, crianças com problemas emocionais, comportamentais e de desenvolvimento ou aquelas cujas mães relatam problemas de saúde mental também são mais suscetíveis a serem provocadoras. De fato, aproximadamente um em cada cinco bullies, ou agressores, tem um problema emocional, de desenvolvimento ou comportamental”, explica Shetgiri.
Por outro lado, fatores de proteção também persistiram nas duas pesquisas. “Pais que conversam com seus filhos e conhecem a maioria de seus amigos têm menos chance de ter um filho que se torne um agressor. Se focarmos em intervenções para diminuir esses fatores de risco e aumentarmos os fatores de proteção, podemos caminhar em direção à diminuição do bullying”, diz a pesquisadora.
A dica para os pais é aumentar o envolvimento com seus filhos, que conheçam seus amigos e dediquem tempo para eles. “Eles também podem encontrar formas eficazes para gerenciar todos os sentimentos de raiva contra seu filho e, quando houver dúvidas, procurar um profissional para se certificar de quaisquer preocupações emocionais ou comportamentais que tenham sobre seus filhos, bem como a sua própria saúde mental”, conclui.

com informações da American Academy of Pediatrics
Um estudo da Economic and Social Research Council, em conjunto com a Universidade Metropolitana de Manchester, no EUA, levantou uma questão muito polêmica que vem deixando os pais assustados.


- Os estudos feitos mostraram que ser educado ou maleducado não é algo que depende apenas das crianças ou do modo como são criadas pelos pais; 
'As Escolas tem um papel muito importante e fundamental nesse desenvolvimento todo!' diz a especialista e condutora da pesquisa Maggie MacLure.





1159995 outcast 3 Escola pode ser responsável por crianças marginalizadas
Ser considerado “bonzinho” não é fácil e crianças que têm uma má reputação entre pais, professores e colegas de



 classe – durante os primeiros anos escolares – têm grande dificuldade de serem reconhecidas quando optam pelas boas maneiras. E é justamente nessa idade que as crianças começam a desenvolver suas habilidades interpretativas para decodificar e negociar seu comportamento.
O estudo, conduzido por Maggie MacLure e Liz Jones, acompanhou crianças de 4 e 5 anos. Eles classificaram dois tipos de comportamentos que chamavam a atenção dos professores e colegas de classe: atitudes físicas – chutar e bater em colegas – e a falta de respeito com ordens impostas por adultos. Nem sempre, entretanto, eles eram repreendidos. Isso porque a reputação de algumas crianças era ligada à visão que os professores tinham de seus lares, entendendo que essas crianças tinham pais negligentes ou uma estrutura familiar ruim. Isso criava, nos professores, a ideia de que essas crianças eram simplesmente problemáticas, marcando-as como ‘diferentes’.
Uma vez formada sua reputação – sendo isso usado para interpretar qualquer ação ou comportamento da criança – esta era automaticamente aceita pelos colegas de classe ou mesmo pais, e se tornava ainda mais difícil para a criança ser reconhecida pelo bom comportamento ou ações positivas. “Uma vez que todos aceitavam essas reputações, tudo que as crianças faziam eram interpretado como traços característicos” diz MacLure.
Crianças precisam aprender a exteriorizar suas emoções de forma negociada e aceitar que algumas não são apropriadas para a sala de aula ou determinados locais. Ao serem simplesmente classificadas negativamente, algumas vezes as crianças eram “deduradas” por algo que não tinham feito e acabavam repreendidas pelo professor, o que as deixava confusas. “A pesquisa mostra que a ‘cultura da sala de aula’ pode gerar problemas de reputação para algumas crianças e que práticas disciplinares podem marginalizar uma minoria. E alguns problemas gerados dentro da escola são simplesmente considerados problemas familiares” finaliza Jones.
-
com informações do Economic & Social Research Council
Quando a convivência se transforma em drama ou em história de amor



Quem é que nunca ouviu falar de um caso de paixão entre primos? 




É normal o adolescente se apaixonar por pessoas próximas. Quando um sentimento começa a nascer dentro de nós, ele não escolhe hora, lugar e nem tampouco a pessoa. Nesta hora, o cupido pode acabar flechando alguém da família. A descoberta do sexo oposto e a inexperiência podem gerar uma falsa paixão. Na maioria das vezes uma paixão não correspondida, apenas idealizada e desejada, uma paixonite, um encantamento pela própria idade.
A equipe do Dr. Relacionamento foi em busca de histórias de pessoas que em algum momento da vida se apaixonaram ou tiveram algum envolvimento com seus primos, e encontramos a Sara, 42 anos, casada, conta que cresceu ouvindo a história de Romeu e Julieta. Paixões e amores proibidos sempre aguçaram os seus sentidos. Aos 13 anos viveu uma paixão platônica arrebatadora. O alvo do seu objeto de desejo era o primo Alceu de 21 anos. Como tudo que é proibido é mais gostoso, tinha verdadeira fixação pelos seus belos olhos azuis. Ela lembra que, dava bandeira, mandava bilhetinhos anônimos, como se ele não conhecesse a letra dela e, seu coração disparava quando o encontrava nos almoços familiares. A família toda percebia, mas ele não estava nem aí, e ainda ficava irritado quando a situação era alvo de chacota. Hoje, quando se encontram o acontecido vira motivo para piada.
O assunto tem sido retratado no cinema, nas novelas e nos livros em belos contos de amor. Na psicanálise, Freud teoriza o complexo de Édipo. Na ciência os pesquisadores e estudiosos se debruçam sobre as questões genéticas. Na vida real pode ser muito mais do que proibição, mito ou um affair passageiro. Pode se transformar em um amor para a vida toda, principalmente, quando o interesse mútuo acontece na fase adulta e ambos já tiveram outras experiências. É porque existe uma atração física real, compatibilidade e muita afinidade. Os dois se conhecem bem, conviveram desde a infância muito próximos e, sem saber bem porque, um belo dia, o “clic” aconteceu.
A primeira preocupação da família é como lidar com a situação. Quase sempre se torna uma barreira para o casal que quer ficar junto. Os parentes alegam que um casamento entre primos pode resultar em filhos com problemas genéticos, mentais ou físicos. Por conta disso, o relacionamento entre primos é sempre mal visto e desestimulado. As questões religiosas também ganham peso nesta hora. O incesto é punido pelas religiões cristãs.
Segundo os geneticistas um casal não consangüíneo corre um risco de até 2% de ter um filho com má formação ou algum tipo de doença fisiológica ou metabólica. No entanto, o risco pode ser de até 10% quando o casal é de primos em primeiro grau.
Na Idade Média, reis e nobres induziam à casamentos consangüíneos para não precisar dividir suas riquezas e heranças com outras famílias. Até hoje algumas culturas fazem questão que o casamento aconteça dentro do núcleo familiar para assegurar a manutenção dos laços familiares.
No mundo ocidental, esse tipo de relacionamento não costuma mais ser tão comum como há décadas passadas. Numa época de comunicação globalizada – Internet - as pessoas tem muito mais oportunidades para se interessar por colegas de escola, na balada, e os mais tímidos podem, anonimamente, viver paixões virtuais.
O casal que não quer abrir mão de ficar junto vai precisar de muita conversa e de acordos familiares. Os obstáculos podem ser muitos. O ideal é procurar uma pessoa mais esclarecida para mediar os conflitos, orientar e aconselhar as partes envolvidas.
Beatriz e Luis Henrique – primos em primeiro grau – contou a nossa equipe que buscaram a ajuda de um tio para contar à família que iriam se casar. Quando Beatriz, aos 25 anos, cogitou de ir a Paris fazer um curso, os pais se opuseram. Nesta época, o primo recém tinha terminado o curso de Engenharia e, também, pensava em ir a Europa fazer uma especialização. Como os dois cresceram como irmãos, a família achou que para a segurança de Beatriz seria ótimo se os dois fossem juntos. Com o passar do tempo, lentamente, foram percebendo que o sentimento em seus corações, não era de irmãos ou de primos. Havia algo mais forte do que afinidades e vontade de estar sempre junto. A “ficha caiu” quando Luis Henrique teve uma violenta crise de ciúmes ao perceber o interesse de um francês por Beatriz. À partir deste episódio passaram a se relacionar amorosamente. Somente no retorno à Londrina, após quatro, a família teve conhecimento do romance. As barreiras foram muitas. Até hoje a mãe dele não permite que Beatriz a chame de sogra. Ela deixou claro que quer ser chamada de tia. O casal assegura que vivem felizes há 10 anos.

Paixão em família, paixão proibida?