DR. RELACIONAMENTO

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Cláudia conhece rapaz misterioso na academia, será ele o aluno por quem ela ira se apaixonar? Não perca o segundo capítulo; nesta sexta, aqui no Dr. Relacionamento.

A cada dia uma nova história.  A cada história, um novo drama. A cada momento, uma nova surpresa. Sempre com um final que vai mexer com você.

Prazer eu sou Dr. Relacionamento, e hoje eu vou contar uma história!



Se você acha que sentir saudade é ruim, imagine então para os casais que encaram um namoro à distância. E-mails, Telefonemas e torpedos ajudam, mas nem sempre são suficientes para manter um relacionamento desse tipo. 
- Por isso, além de amor e paciência, é preciso acima de tudo ter confiança.
"Nos dias de hoje manter um namoro a distância pode ser uma tarefa bem difícil, mas não impossível. É necessário que os dois estejam extremamente cientes dos prós e contras de levar um relacionamento desse gênero adiante.", afirma o Dr. Relacionameto. Ele explica que o casal poderá enfrentar o dobro de obstáculos que um relacionamento "comum", a curta distância enfrentaria. "Tudo é diferente, a começar pelo sentimento constante de incerteza e insegurança, que independente do nível de auto confiança que você tenha em si mesmo, certamente seu inconscientemente em algum momento ficará martelando na sua 'cuca' ." - Será que ele(a) está com outra(o)?". "O que será que ele(a) está fazendo agora?". 
É o que acontece com nosso leitor, Rafael , de 24 anos. Ele é paulistano, recém-formado, e conheceu a carioca Fernanda, de 23, durante uma viagem para a Alemanhã. Os dois estão juntos há oito meses e ele garante que ainda fica ansioso para vê-la. Rafael conta que às vezes é difícil não saber com quem a namorada está e para onde ela foi, mas consegue lidar com isso numa boa. Até porque, depois de viver outros relacionamentos, o paulistano acredita que nada de compara ao namoro à distância. "É bem mais complicado, caro e trabalhoso, mas vale muito a pena".
Para viver uma história desse tipo é preciso ter os pés totalmente no chão. Dr. Relacionamento conta que, além de redobrar a confiança, não adianta ter a expectativa de um namoro "comum". "Ciúmes e insegurança já são ruins nos relacionamentos presenciais, imagine então no namoro á distância?", compara. "Ou você tem uma relação de confiança, ou é melhor nem namorar."


Pensamentos obsessivos


Uma das marcas registradas da paixão é pensar repetidamente no outro: durante o banho, no ônibus, durante aquela longa reunião, no carro, no almoço com os colegas de trabalho. O pensamento fica dando voltas e ocupa quase todas as horas do dia e da noite do apaixonado. Fantasias pueris ou sexuais com ele, estratégias para encontrá-lo e abordá-lo de forma inusitada, fixação em seus traços físicos e da personalidade: tudo é motivo para colocar a mente em intensa atividade.


Enfoque nas qualidades e omissão dos defeitos


Uma coisa que também vai entrar para a nossa regra dos 'Sete Sinas da Paixão', é que os apaixonados enxergam o mundo através de lentes cor-de-rosa. Há um encantamento e uma fantasiá criada por tudo relacionado ao parceiro, tanto pelos hábitos mais irritantes (que no começo parecem charmosos e bonitinhos), como por aqueles agradáveis. Sendo assim tudo no outro acaba parecendo ser perfeito e lindo.
E é nesse mesmo espaço de tempo que você acaba chegando a conclusão momentânea de que: "- Agora eu realmente encontrei a pessoa ideal para mim, e que me fará feliz!". 
E é assim que ambos mostram e só enxergam suas qualidades e virtudes e, por outro lado, ocultam a maioria dos seus defeitos. É fato que: a paixão é cega, surda e até "emburrece" .
Alteração do humor
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Euforia, intensa sensação de felicidade, exaltação e energia aumentada são muito comuns na paixão, assim como sentimentos de medo, angústia e dúvida. A mudança repentina de humor é muito comum, os apaixonados passam abruptamente da euforia do encontro à angústia da separação ou à incerteza de ainda ser "amada" pelo escolhido num fim de semana sem telefonema ou SMS.

Sintomas físicos
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Os primeiros contatos, seja pessoal ou virtual, causam sintomas físicos nos apaixonados. 

Há um aumento na produção de alguns hormônios como adrenalina, cortisol e endorfina. Por causa deles, aparecem alguns sinais corporais característicos: coração bate descompassadamente, a respiração acelera, as mãos ficam trêmulas, suadas e frias; a boca fica seca, as faces e os lábios mais avermelhados, as pupilas dos olhos se dilatam, há perda do apetite e dificuldade para dormir.

Gestos e atitudes iniciais

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E não é que aconteceu? Você estava na hora certa, no lugar certo e o tão esperado príncipe (que você avaliou ser sua cara-metade) se materializou na sua frente. Depois de uns olhares furtivos, uma rápida checagem física, uns eletrizantes toques no seu braço e um papo meio desajeitado, você descobriu que está apaixonada. Você não tem dúvida: é ele.(ou pelo menos naquele momento, você acredita ser ele.)
Esse estado entorpecedor de felicidade em que desejo e atração física se misturam aos hormônios no cérebro e no corpo produz inúmeros "sintomas". Geralmente o primeiro contato é visual: os olhares começam a se cruzar e discretamente vão se encontrando e finalmente, eles se fixam um no outro.
Os homens: O homem é totalmente movido ao instinto visual, sendo assim para ele a primeira vista não importa muito se ela sabe ou não cozinhar, ou então se é uma boa dona de casa. Ele está interessado simplesmente naquilo que ele está vendo a sua frente.
As mulheres: A mulher até certo ponto são parecidas com os homens, mas não tão radicais. A primeira vista elas olham o visual mas ao decorrer da situação elas buscam algo a mais. Algo que mostre que esse homem não é igual aos outros que estão no mesmo ambiente a sua volta - e isso normalmente é o que ira determinar se ela ira gostar dele ou não.

- Quando há aproximação do casal, os dois tendem a inclinar o corpo na direção do outro e, sobretudo, olham para o rosto e lábios do outro como se nada mais existisse ao redor. Frequentemente se tocam levemente no braço durante a conversa. O sorriso é fácil. Às vezes, um dos dois pode gaguejar e se atrapalhar com as palavras. Atitudes estabanadas e um tanto ridículas aparecem nos primeiros encontros.



Conheça os outros sinais >>

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Como saber se ele ou ela está apaixonado(a) por você? Ou então se você mesmo(a) está apaixonado(a) por alguem? Existe algum truque para isso?

Atendendo a milhares de e-mails, o Dr. Relacionamento ira postar ao decorrer das semanas, 7 sinais diferentes que vão nos mostrar todos os sinais para que possamos esclarecer nossas dúvidas sobre esse tema que deixa muita gente com o cabelo em pé. 
A PAIXÃO

Quem nunca se perguntou; 'Sérá que eu estou apaixonado(a)?'
Ou então: 'Será que ele está mesmo apaixonado(a) por mim?'


Temas que serão abordados:

- Gestos e atitudes iniciais
- Sintomas físicos
- Alteração do humor
- Enfoque nas qualidades e omissão dos defeitos
- Pensamentos obsessivos
- Dependência emocional 
- Intenso desejo sexual e possessividade


Fiquem atentos aos conselhos do Dr. Relacionamento
Quando a convivência se transforma em drama ou em história de amor



Quem é que nunca ouviu falar de um caso de paixão entre primos? 




É normal o adolescente se apaixonar por pessoas próximas. Quando um sentimento começa a nascer dentro de nós, ele não escolhe hora, lugar e nem tampouco a pessoa. Nesta hora, o cupido pode acabar flechando alguém da família. A descoberta do sexo oposto e a inexperiência podem gerar uma falsa paixão. Na maioria das vezes uma paixão não correspondida, apenas idealizada e desejada, uma paixonite, um encantamento pela própria idade.
A equipe do Dr. Relacionamento foi em busca de histórias de pessoas que em algum momento da vida se apaixonaram ou tiveram algum envolvimento com seus primos, e encontramos a Sara, 42 anos, casada, conta que cresceu ouvindo a história de Romeu e Julieta. Paixões e amores proibidos sempre aguçaram os seus sentidos. Aos 13 anos viveu uma paixão platônica arrebatadora. O alvo do seu objeto de desejo era o primo Alceu de 21 anos. Como tudo que é proibido é mais gostoso, tinha verdadeira fixação pelos seus belos olhos azuis. Ela lembra que, dava bandeira, mandava bilhetinhos anônimos, como se ele não conhecesse a letra dela e, seu coração disparava quando o encontrava nos almoços familiares. A família toda percebia, mas ele não estava nem aí, e ainda ficava irritado quando a situação era alvo de chacota. Hoje, quando se encontram o acontecido vira motivo para piada.
O assunto tem sido retratado no cinema, nas novelas e nos livros em belos contos de amor. Na psicanálise, Freud teoriza o complexo de Édipo. Na ciência os pesquisadores e estudiosos se debruçam sobre as questões genéticas. Na vida real pode ser muito mais do que proibição, mito ou um affair passageiro. Pode se transformar em um amor para a vida toda, principalmente, quando o interesse mútuo acontece na fase adulta e ambos já tiveram outras experiências. É porque existe uma atração física real, compatibilidade e muita afinidade. Os dois se conhecem bem, conviveram desde a infância muito próximos e, sem saber bem porque, um belo dia, o “clic” aconteceu.
A primeira preocupação da família é como lidar com a situação. Quase sempre se torna uma barreira para o casal que quer ficar junto. Os parentes alegam que um casamento entre primos pode resultar em filhos com problemas genéticos, mentais ou físicos. Por conta disso, o relacionamento entre primos é sempre mal visto e desestimulado. As questões religiosas também ganham peso nesta hora. O incesto é punido pelas religiões cristãs.
Segundo os geneticistas um casal não consangüíneo corre um risco de até 2% de ter um filho com má formação ou algum tipo de doença fisiológica ou metabólica. No entanto, o risco pode ser de até 10% quando o casal é de primos em primeiro grau.
Na Idade Média, reis e nobres induziam à casamentos consangüíneos para não precisar dividir suas riquezas e heranças com outras famílias. Até hoje algumas culturas fazem questão que o casamento aconteça dentro do núcleo familiar para assegurar a manutenção dos laços familiares.
No mundo ocidental, esse tipo de relacionamento não costuma mais ser tão comum como há décadas passadas. Numa época de comunicação globalizada – Internet - as pessoas tem muito mais oportunidades para se interessar por colegas de escola, na balada, e os mais tímidos podem, anonimamente, viver paixões virtuais.
O casal que não quer abrir mão de ficar junto vai precisar de muita conversa e de acordos familiares. Os obstáculos podem ser muitos. O ideal é procurar uma pessoa mais esclarecida para mediar os conflitos, orientar e aconselhar as partes envolvidas.
Beatriz e Luis Henrique – primos em primeiro grau – contou a nossa equipe que buscaram a ajuda de um tio para contar à família que iriam se casar. Quando Beatriz, aos 25 anos, cogitou de ir a Paris fazer um curso, os pais se opuseram. Nesta época, o primo recém tinha terminado o curso de Engenharia e, também, pensava em ir a Europa fazer uma especialização. Como os dois cresceram como irmãos, a família achou que para a segurança de Beatriz seria ótimo se os dois fossem juntos. Com o passar do tempo, lentamente, foram percebendo que o sentimento em seus corações, não era de irmãos ou de primos. Havia algo mais forte do que afinidades e vontade de estar sempre junto. A “ficha caiu” quando Luis Henrique teve uma violenta crise de ciúmes ao perceber o interesse de um francês por Beatriz. À partir deste episódio passaram a se relacionar amorosamente. Somente no retorno à Londrina, após quatro, a família teve conhecimento do romance. As barreiras foram muitas. Até hoje a mãe dele não permite que Beatriz a chame de sogra. Ela deixou claro que quer ser chamada de tia. O casal assegura que vivem felizes há 10 anos.

Paixão em família, paixão proibida?
Vocês podem fazer um trato, antes de casar. Podem assinar um contrato, assumir um compromisso. Podem selar a vontade de nunca cair na rotina de todos os jeitos, com promessas de todo tipo.


Mas, dia vai, dia vem, a monotonia toma conta da vida a dois. Calma, nada isso tem de anormal. Afinal, rotina significa que a sintonia foi estabelecida, que a vida conjunta existe, que a relação continua. Mas fugir da rotina, na maioria das vezes, é um excelente estímulo para que essa relação já estável fique ainda melhor.

O jornalista Marcos Massolini, que também é escritor e poeta, é casado há 13 anos e admite que para sair da rotina, só mesmo com muita criatividade. Mas isso, segundo ele, não significa planos mirabolantes. "Simplicidade e ousadia podem surtir bons efeitos: comprar ingresso antecipado da banda de rock preferida dela, por exemplo, ou de uma peça de teatro que anda fazendo sucesso", indica ele. "Café na cama num domingo chuvoso ou poesias e bilhetinhos espalhados pela casa também quebram a mesmice".
O que Christiane Kremer, também jornalista, e o amado fazem é não deixar a rotina chegar. Sempre buscam fazer coisas diferentes nos finais de semana e até durante a semana, para fugir da tríade casa-trabalho-casa. "É comum jantarmos fora, irmos ao cinema ou a um café bem legal. Quando sobra aquela graninha a gente investe mais na quebra da monotonia: inventamos uma viagem mais longa, vamos a um restaurante mais caro e também às compras", conta. Os dois adoram comprar coisas para o apartamento e Chris acha que isso também dá a sensação de quebra de rotina! O casal não costuma fazer surpresas, a não ser em datas especiais. "Neste ano, por exemplo, completamos cinco anos juntos. Ele me levou para jantar em um lugar bem bacana e me surpreendeu com lírios. E eu, caprichei em uma surpresa mais íntima".
Para alguns casais, é um pouco mais difícil ser criativo - e até proativo - quando o assunto é quebra da monotonia. Mas isso nem sempre significa infelicidade ou frieza no relacionamento. O publicitário Cláudio Gonçalves, por exemplo, é casado há quase 18 anos e namorou mais 10, antes de casar. "Acho difícil sair da rotina. O que acontece é que a monotonia vai se institucionalizando até o ponto que pára de incomodar. Não sei se isso é bom ou mal. Mas, no meu caso, sou feliz mesmo com toda a monotonia. E com a mesma mulher há quase 30 anos", declara. "No lugar do fogo, entrou o companheirismo. No lugar da paixão, o prazer de estar junto. De rir junto. Vieram filhos. Cachorra. Papagaio. Tudo isso acaba dando uma baita rotina divertida".
A atriz Rogéria Capetine aprendeu com os próprios erros e agora quer um novo tipo de relação, longe da rotina. Namorou durante oito anos. No começo, os dois saíam e viajavam muito, mas depois tudo caiu numa monotonia sem tamanho. "Não saíamos e nem viajávamos mais, e isso também desgastou a nossa relação", lamenta. Hoje ela namora outra pessoa há quatro meses e garante que faz tudo para não repetir a fórmula. "Estou vivendo um conto de fadas. Não moramos juntos, mas no dia em que isso acontecer, quero ficar bem atenta. O mais chato, depois do casamento, é quando o casal vive para o lar e isso eu não quero para mim".
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TEMAS POLÊMICOS QUE VÃO MEXER COM VOCÊ!

só aqui no DR. RELACIONAMENTO

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Ir ao cinema ver comédia romântica pode ser um programão para você, mas uma furada para ele. 
Da mesma forma, ver o jogo o time do coração tomando uma cerveja parece um sonho para ele e um pesadelo para você. 


Então, a boa é encontrar um programa que agrade os dois de verdade.


Ao decorrer das semanas vamos apresentar aqui, uma série com 10 dicas de programas a dois diferentes para que você possa melhorar o seu relacionamento. Fique de olho!


- Veja aqui as dez dicas de programinhas a dois!

Pergunta da Leitora: 

'Olá! Tenho 17 anos, completo 18 neste mesmo ano, e estou prestes a entrar na faculdade de farmácia em uma universidade federal. É uma ótima oportunidade e todos a minha volta estão dando o maior apoio. Dentro essa história, tenho um namorado há 11 meses. Nos conhecemos a 3 anos, temos um relacionamento estável, e, diga-se de passagem, muito maduro. Ele é mais velho e possui muitas responsabilidades devido sua vida pessoal. Sempre foi meu grande incentivador e amigo. Porém, terei que me mudar para uma cidade que fica a 300 km da nossa, parcialmente longe.Tenho muito medo que a distância venha a destruir nosso relacionamento, mas, não posso deixar de ir, é meu futuro profissional e uma oportunidade única que lutei muito pra conseguir. Por mais Sou um tanto quanto ciumenta e desconfiada, será difícil pra mim lidar com essas duas características estando longe. - O que você acha Dr.?'

DR. Relacionamento responde:
Olha minha cara Leitora - Não é todo mundo que acredita em namoro à distância, eu particularmente tenho minhas dúvidas e receios sobre esse tipo de relacionamento. Claro, não estamos aqui para ser hipócritas - ficar longe de quem a gente ama não é nada fácil, mas um ponto importante e que deve ser observado é a expectativa de cada um sobre o relacionamento em si - entende?

Eu te diria também, para que você possa  ter um relacionamento à distância é importante que você tenha confiança, certeza do que quer  e maturidade. Mas isso também não é garantia nenhuma que seu relacionamento vai dar certo.

Sabe querida, na vida temos que fazer escolhas todos os dias, mais tem algumas escolhas que são mais importantes pois elas definem o rumo que nossa vida ira tomar - como no seu caso. Você está no meio de uma encruzilhada e precisa tomar uma decisão, as vezes precisamos sacrificar algumas coisas para que possamos realizar outras. Isso é a leia da ação versos reação, tudo que fazemos na vida tem uma consequência ou um preço a pagar.
Você é uma menina nova, tem apenas 17 anos, e tem uma vida inteira pela frente. Eu gostaria muito de chegar aqui e falar para você: Ah! amiguinha imagina o amor supera tudo...e blá blá blá. 
Mas o que estou tentando fazer aqui é levar você a refletir e a pensar nos resultados que a sua escolha ira te trazer, não a curto prazo mas a longo prazo. Eu acho que tanto você quanto o seu namorado irão sofrer muito com um relacionamento assim, pois tem todos os sentimentos emocionais envolvidos, e até mesmo o homem - ele tem uma necessidade sexual natural, que é mais enfatizada que o da mulher. 

Acho que vocês devem sentar e conversar e ver o que cada um está disposto a fazer para que esse relacionamento de certo, os sacrifícios que cada um fará. Após um ouvir o outro vocês decidem o que fazer.

E volto a dizer, amiguinha você é muito nova - não sofra por isso não, tem muita coisa para acontecer na sua vida ainda. São poucas as pessoas que tem a oportunidade de realizar os seus sonhos tão cedo - não se esqueça disso, priorize ele.

Muito sucesso e Boa Sorte!

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-Se você, leitor(a), tem ou está com algum problema sentimental emocional entre em contato conosco:


E-mail: drrelacionamendo@gmail.com




Nós podemos te ajudar!







O casamento parece ser mais benéfico para os homens que para as mulheres, pelo menos no que diz respeito à longevidade. Estudos anteriores já demonstraram que homens casados com mulheres mais jovens vivem mais. O que era de se supor é que mulheres com maridos mais jovens também deveriam ter uma expectativa de vida maior.
Mas um estudo de Sven Drefahl, do Instituto Max Plank, na Alemanha, e publicado no periódico Demography indica que talvez essa última afirmação não seja a mais correta. Ao contrário, quanto maior a diferença de idade para o parceiro – independentemente se a mulher é mais velha ou mais nova que ele – menor a expectativa de vida delas.
No caso dos homens, quanto mais jovem a esposa melhor. O risco de mortalidade dos maridos mais velhos que as esposas – 10 anos em média – cai em 11%, comparado a casais de idades mais próximas.
Esse efeito protetivo teria a ver com o que alguns pesquisadores chamam de “seleção saudável”, ou seja, aqueles que se relacionam com parceiras mais jovens conseguem fazê-lo porque já são, de alguma forma, mais saudáveis e isso seria indicativo de uma expectativa de vida maior. Além disso, há também contribuições psicológicas e sociais do fato, que trariam benefícios paralelos aumentando mais ainda a possibilidade de se viver mais.
“Mas essas teorias agora terão de ser revistas”, diz Drefahl. “As relações entre expectativa de vida e diferença de idade, no caso das mulheres, parecem não ser tão claras assim.”
Risco de mortalidade pode aumentar 20% por década
Os dados coletados por uma pesquisa ampla, feita anteriormente com casais dinamarqueses, levaram o pesquisador a concluir que o risco de mortalidade para as mulheres aumenta em 20% para cada década de diferença das idades entre ela e o parceiro.
Portanto, a teoria da “seleção saudável” pode não se aplicar às mulheres. No caso delas, também há uma questão: a maioria das mulheres parece não procurar relacionamentos com homens mais jovens. A maioria se casa com homens mais velhos: nos EUA, a idade da maioria das noivas é em média 2,3 anos menor que a dos noivos. E isso pode indicar que as mulheres mais velhas não vêm grandes benefícios psicológicos ou sociais em se relacionar com homens mais novos (coisa que funciona para os homens). Mas por que isso diminui a expectativa de vida delas?
“Uma explicação possível é que casais em que os homens são mais novos podem, de alguma forma, violar normas sociais arraigadas e, portanto, sofrer algum tipo de sanção social, o que leva a processos de ansiedade, por exemplo”, diz Drefahl. Esses casais, aponta o pesquisador, podem ter uma vida social menos ativa, o que resulta em menos momentos de lazer, maior estresse, redução do nível de saúde e consequentemente uma maior mortalidade.
De qualquer maneira, observa a pesquisa, a expectativa de vida de pessoas casadas é maior do que a dos solteiros. E as mulheres, na grande maioria das vezes, vivem mais que os homens, em todo o mundo.
informações da Max-Planck Gesellschaft