DR. RELACIONAMENTO

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Você sente saudades de alguém? Pense como é bom reencontrar uma pessoa que você não vê há muito tempo. Agora imagine se essa pessoa está em uma guerra, e por isso pode nunca mais voltar. A incerteza vive dentro de você, o medo e a angústia, lhe dizem o que você mais teme acreditar. De repente, a surpresa. E o abraço, totalmente entregue!


Acompanhe os três vídeos  e tente não chorar; após a guerra, soldados americanos 
que estavam em combate no Iraque voltam para o reencontro de suas famílias - é emocionante.



Eu gostaria de fazer uma reflexão: após acompanharem os três vídeos, se você - pelo motivo que seja. Não está mais falando com uma pessoa, brigou, ou não, vê hà um tempo - saiba que nunca é tarde. Para perdoa-lá, para reencontra-lá, para dizer 'Eu te amo!'. 
Na vida, nós só aprendemos com o tempo, e as vezes, o tempo pode ser nosso maior inimigo. Um dia ele pode levar essa pessoa, e você, pode não ter tido a chance de dizer do fundo do seu coração o quão importante essa pessoa sempre foi e continua sendo para você.
Lembre-se; o amor move as pessoas, o amor move o mundo.

por DR Relacionamento / Ricky Moscoutti

E ficar bem consigo mesma! 

É possível que você já tenha se apaixonado perdidamente por alguém e um dia, sem maiores explicações, sentido desprezo por essa pessoa. Isso também pode acontecer com a sua autoestima podemos acumular pequenas decepções com nossas próprias atitudes e escolhas, seja por nos compararmos a padrões pré-estabelecidos ou por nos impormos a outros padrões.
No caso de deixarmos de gostar de alguém, resolvemos a situação terminando o relacionamento ou nos afastando da pessoa. Quando deixamos de gostar de nós mesmos, entretanto, é preciso procurar maneiras de promover uma reconciliação entre o que somos e o que queremos ser.

1. Tome iniciativa

O primeiro passo para ser feliz depende de você
Não se faça de vítima. Não importa de quem é a culpa, sua, dos outros, da vida, enfim, pense que isso não faz diferença. Os problemas já existem e o importante é procurar maneiras de resolvê-los.
Comece escrevendo tudo o que em sua vida esteja te incomodando. Liste tudo o que vier à cabeça. Você vai perceber que pode começar a trabalhar para resolver os problemas hoje mesmo e cada vitória vai contribuir com a melhora de sua autoestima. A maior parte das mudanças que queremos fazer em nossas vidas só depende de nós mesmos.

2. Reconstrua a autoestima

Pessa escrevendo no diário
Ao dizer para uma pessoa com baixa autoestima que é preciso se gostar mais é possível que esteja criando uma sensação ainda maior de incapacidade. As pessoas com baixa autoestima já não acreditam em si mesmas e esse tipo de abordagem pode reforçar a crença de que a baixa autoestima seja ainda mais culpa delas.
Por isso, se você está com a sua autoestima baixa, o melhor é começar a se impor aos pequenos desafios. Volte à lista que criou e determine quais as ações diárias precisam ser tomadas para que os problemas sejam resolvidos. Depois, desafie-se a realizar pelo menos uma ação por dia ou por semana.
Os objetivos devem ser claros e simples. Pequenas conquistas naturalmente nos faz sentir bem e se você mantiver a regularidade, vai perceber que aos poucos essas pequenas atitudes vão se tornar hábitos saudáveis em sua rotina.
Uma maneira de assegurar a regularidade é escrever um diário, além de promover o autoconhecimento, escrever um diário é uma maneira de monitorar seus próprios pensamentos e perceber quais deles estão deteriorando sua autoestima e fazendo com que você se sinta mal.

3. Lembre-se de seus melhores momentos

Você pode mais
Já percebeu que há momentos na vida em que você realmente se acha o melhor? Seja por ter passado em um teste ou conseguido algo que todos achavam impossível, a verdade é que todos tem a sensação de sucesso em algum momento da vida e não seria ótimo poder prolongá-la?
Cada vez que você atingir um dos seus objetivos diários, tente aproveitar a sensação de bem estar conscientemente e fixá-la na memória de maneira que seja possível resgatá-la em situações nas quais normalmente você se sinta inseguro.

4. Não se compare

O equilíbrio da vida vida está nas diferenças
A grama sempre parece mais verde no jardim do vizinho. Algumas vezes desconsideramos que as pessoas passam por momentos difíceis na vida, mas todos possuem medos e inseguranças, a diferença está em como cada um lida com isso.
O equilíbrio da vida está nas diferenças. Encontre aquilo que você realmente gosta de fazer, invista em suas potencialidades. Se todos fossem iguais, fizessem as mesmas coisas ou tivessem as mesmas aptidões e preferências, o mundo não giraria tão harmonicamente.
Há espaço para todos, portanto, aprenda a valorizar os seus pontos fortes. Cuide da sua aparência e esqueça os modismos, use roupas e acessórios que destaquem o que há de mais bonito em você. Não faça esporte apenas para conquistar o corpo perfeito, mas também para ter qualidade de vida.

5. Aproveite a jornada

Aproveite a vida. Sinta e seja feliz
Não é possível deixar para viver somente amanhã, quando os seus sonhos se realizarem. Ter objetivos é importante, pois eles norteiam as decisões e funcionam como motivação, mas enquanto estamos buscando alcançá-los, também estamos vivendo, então por que não viver e aproveitar a jornada, hoje?
Contemple os prazeres simples da vida todos os dias, escute sua música favorita, leia um bom livro, caminhe no parque. Pode parecer difícil ver beleza na vida quando estamos muito tristes e cansados, mas tenha paciência, ao inserir pequenas mudanças de atitude no dia a dia, você vai notar a melhora gradativa em seu bem estar. Comece.
com informações  BBEL


Veja o que acontece quando um dos pais começa a manipular os filhos


Um tema bastante comum para o Judiciário está chegando agora ao grande público.
Na ficção, é claro, o problema é apresentado de maneira típica. Mas na vida real, seja proposital ou involuntária, a prática de colocar os filhos contra o ex leva à chamada Síndrome de Alienação Parental (SAP), assunto importante e atual nas questões familiares. O tema é, inclusive, objeto de um projeto de lei aprovado pelo Congresso que visa punir quem se comporta dessa maneira.
A expressão "alienação parental" pode parecer nova, mas existe desde 1985 – foi cunhada pelo psicanalista norte-americano Richard Gardner. Ela se refere à situação em que, em uma separação, quem fica com a guarda da criança a manipula para que rompa o vínculo com o ex-cônjuge. Alguns acontecimentos, como os mostrados na novela, são fáceis de identificar. Mas esse comportamento doentio se manifesta também de maneira mais discreta: quando os horários de visita são excessivamente controlados ou características negativas do ex ou da ex são tema frequente de conversas, por exemplo.
Isso pode confundir o filho, que passa a acreditar que não é mais amado pelo pai ou pela mãe. Com isso, deixa de aceitar os novos companheiros dos pais ou acha que será esquecido caso um deles constitua uma nova família. Normalmente esse tipo de comportamento nasce em uma separação traumática, que não é aceita por uma das partes. Numa tentativa de vingança, o filho se torna o centro de uma disputa.
De acordo com estatística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental. No Brasil, seriam 20 milhões de crianças sob essa pressão psicológica.
— Infelizmente, isso acontece muito. Esse comportamento pode chegar ao limite de falsas acusações de violência e abuso, por exemplo. É importante que todos estejam atentos, porque é difícil detectar a síndrome, já que o alienador pode praticar a alienação inconscientemente — avisa a promotora Adriana Karina Diesel Chesani, da 4ª Promotoria de Justiça Especializada de Caxias do Sul.
Ainda segundo o IBGE, em 90% das separações são as mães que detêm a guarda dos filhos e, por isso, é delas o maior índice de alienação.
— Isso é uma tradição no país, mas nem sempre é a mãe que aliena o filho. Essa situação pode ser criada por qualquer um dos lados — afirma a promotora.
Em outros casos, podem ser os avós ou outras pessoas que ficam com a guarda que tentam afastar a criança dos pais.
Projeto de lei embasa Justiça
Em julho, o projeto de lei 20/2010, do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. O objetivo do projeto é estabelecer mecanismos para punir quem dificulta o acesso físico ou emocional à criança. Agora, o projeto deverá ser encaminhado ao presidente da República para sanção ou veto.
— O Judiciário do Rio Grande do Sul está muito avançado nesses processos. A lei está apenas tipificando o que já sabemos que existe na prática — esclarece o promotor Luis Carlos Prá, da 5ª Promotoria da Justiça Civil de Caxias.
Segundo Eliane Goulart Martins Carossi, doutora em Direito de Relações Sociais e professora de Direito de Família da Universidade de Caxias do Sul (UCS), as sanções vão desde advertências até revisão no direito de guarda.
— Até agora não existia legislação para amparar as vítimas. Acredito que, com o projeto, quem programar o filho para odiar ficará, no mínimo, constrangido — avalia.
De acordo com o projeto de lei, após a denúncia de alienação parental, a Justiça determinará que uma equipe multidisciplinar, composta de profissionais como educadores e psicólogos, ouça a criança ou o adolescente:
— O laudo deverá ser entregue em até 90 dias e, se comprovada a alienação, a pena máxima será a perda da guarda. O juiz pode ainda alterar o regime de visitas e até suspender o poder familiar, que é a obrigação de guarda, vigilância e cuidado enquanto eles forem menores de 18 anos.
O projeto cita como exemplos dessa conduta tentar desqualificar o pai ou a mãe, dificultar o exercício da autoridade pelo ex, omitir informações relevantes sobre a criança ou o adolescente e apresentar falsas denúncias. Estas, quando comprovadas, ainda podem ter como pena a detenção de seis meses a dois anos.
— Relatar falsamente às autoridades que o pai abusou sexualmente da criança, por exemplo, se o projeto for aprovado, pode dar cadeia — diz.
A advogada Eliane explica que a alienação terá prioridade no Judiciário:
— Depois da sentença, a parte lesada poderá recorrer. Mas se o alienador reincidir, poderá perder o poder familiar.
Para ela, um aspecto importante do projeto é a mediação, em que as partes escolhem intermediários e tentam entrar em acordo sobre a questão.
— A mediação é muito utilizada em processos envolvendo família porque diminui a interferência do juiz, que não precisará estabelecer regras de convívio — esclarece.
Danos podem ser irreversíveis
A psicóloga e psicopedagoga Joseane Fochesato de Souza afirma que a manipulação da criança pode levá-la a perder por completo o contato com um dos pais. Isso abre portas para consequências negativas na formação da personalidade:
— As reações podem ser as mais variadas. Em caso de alienação praticada pela mãe, se a criança for menina, poderá criar aversão à figura masculina. Se for menino, poderá ter problemas de identidade.
Joseane diz que, quanto mais nova a criança, mais graves os efeitos. Prestar atenção ao comportamento do filho é a melhor forma de evitar traumas, de acordo com a psicóloga. Observar como a criança ou o adolescente está convivendo com colegas, amigos e familiares e como está seu desempenho na escola é importante.
— É preciso procurar tratamento imediatamente. Se não forem tratados e entendidos, esses danos causados pela alienação parental podem ser irreversíveis — alerta a profissional.
Caso constatada a síndrome, não é só a criança que precisa de tratamento. Quem apresenta a conduta nociva também.
— Estamos falando de uma síndrome, uma doença. Quem pratica normalmente não reconhece. Sem tratamento, continuará fazendo mal — analisa.
Sinais da alienação parental
:: Não comunicar fatos importantes relacionados à vida dos filhos (escola, médico, comemorações etc).
:: Tomar decisões importantes sobre a vida dos filhos sem prévia consulta ao ex-cônjuge (escolha ou mudança de escola, de pediatra etc).
:: Controlar excessivamente os horários de visita.
:: Não permitir que a criança veja o pai ou a mãe em ocasiões que não aquelas previamente estipuladas.
:: Fazer queixas frequentes do ex-cônjuge à criança ou ao adolescente.
:: Obrigar a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido em conflitos.
:: Transformar a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
:: Quebrar ou esconder os presentes dados ao filho.
:: Criticar a competência profissional e a situação financeira do ex.
:: Emitir falsas acusações de abuso sexual, uso de drogas e álcool.
com informações PIONEIRO.COM

Pequenas mudanças de atitude que vão ajudar você a achar um cara legal


Casal feliz
Dicas do 'exper' em relacionamento para você achar um namorado (bacana) para chamar de seu!

Você vive com a impressão de que os homens realmente interessantes só caem do céu quando não está olhando? Tente mudar sua perspectiva e o próximo poderá ser seu! Nossas dicas irão ajudá-la a fazer uma busca consciente. E a manterão em alerta para o próximo desembarque, direto dos céus!
1. Abra o jogo consigo mesma
Você está realmente a fim de encontrar um cara bacana? Então, pare de sentir vergonha de suas intenções. Admitir que está em busca do amor não significa que esteja desesperada. Mostra que está amadurecida e sabe do que precisa para ser feliz.

2. Abra o jogo com os outros
Não saia por aí alardeando as vantagens da solteirice. Deixe que seus amigos saibam que está disposta a encontrar um namorado. Conte com a ajuda deles para que lhe apresentem os homens disponíveis que julgam combinar com você.

3. Sintonize sua mente
Descobrir um cara bacana é um processo que diz respeito mais a você do que a ele. Ou seja, até que se conheça bem e saiba o que a faz feliz, achar o homem certo vai parecer um jogo de esconde-esconde. É como ir comprar um vestido sem saber seu manequim ou quanto pretende gastar.

4. Defina o que você deseja
Mantenha em mente um guia daquilo que procura. Esse roteiro a colocará na direção certa. Por exemplo, decida que qualidades valoriza num homem e que características considera intoleráveis. Use o bom senso para não cair em extremos.

5. Exponha-se
Vamos aos fatos: você não vai encontrar um cara legal plantada dentro de casa. Aceite convites para sair, acostume-se a dizer mais sim do que não. Amplie seu universo e terá maiores chances.

6. Analise o seu passado
Você só atrai homens que a tratam mal? Acredita que amor sempre rima com dor? Deve rever suas teorias. Analise o que suas relações recentes tiveram em comum: ciúme, insegurança... O passado emocional pode influenciar novos relacionamentos. Se permitirmos que problemas mal resolvidos assumam o controle, boicotamos nossas chances de felicidade.

7. Acredite em você
Não importa que tipo de homem procura, é preciso, antes, gostar de si mesma. Quem não acredita na própria contribuição para o mundo não pode exigir o amor do outro. Pense em suas qualidades. Sem inspiração? Peça a amigos que listem seus pontos fortes.

8. Fique de bem com a vida
Faça da alegria de viver um hábito. Experimente coisas que nunca tentou antes, como dirigir um kart. A descarga de adrenalina destrancará sua paixão natural pela vida e a tornará irresistível aos olhos masculinos.

9. Pense como um homem
Quer dizer, seja corajosa! Aceite as oportunidades e não encolha os ombros diante dos obstáculos. Se vir alguém interessante, puxe conversa. Você não tem nada a perder.

10. Pare de sentir raiva
Todas nós já fomos rejeitadas um dia. Mas, lembre-se: homens também passam por isso. Baixe suas defesas, esqueça o rancor e estará mais alerta quando o cara certo chegar.

11. Mude suas regras
Aquele homem rico e bonito pode não ser gentil e confiável. Reavaliar seus valores é importante: o gato que irá fazê-la feliz talvez não tenha a cara do Fábio Assunção. O que não significa nivelar por baixo, mas se livrar de preconceitos que a impedem de notar quem às vezes está bem perto.

12. Não entre em desespero
Tornar-se obcecada pela ideia de encontrar alguém apenas a frustrará. Nada faz um homem fugir mais depressa do que uma mulher ansiosa. Então, relaxe!

13. Seja atrevida
Se for tímida, finja o oposto. Faça contato visual com o alvo de seu interesse, sorria para ele, ria de suas próprias piadas. Mostre autoconfiança e espere, feliz, pelos resultados.

14. Quebre o gelo
É muito normal levantar os escudos ao primeiro avanço de sujeitos desagradáveis. Cuide apenas para que sua aura de frieza não se perpetue e funcione como barreira para todos os avanços, inclusive aqueles que você anseia. Ligue o degelo automático e use seu raio congelante apenas em casos de emergência.

15. Domine as fantasias
O mandamento número um da maturidade é parar de esperar pelo príncipe encantado e assumir a responsabilidade pela própria felicidade.

16. Cultive a independência emocional
Se o fim de um namoro deixa um buraco, nosso primeiro impulso é preenchê-lo com outro namoro, mesmo que seja inadequado. Assumir os desafios de frente nos deixa inteiras outra vez, sem precisarmos cair em novas armadilhas.

17. Aguarde pelo melhor
O antídoto para a ideia de que as coisas ruins sempre acontecem com você é acreditar justamente no contrário: coisas maravilhosas ocorrem a qualquer hora, em qualquer lugar – inclusive com você!

18. Pense positivo
Viver reclamando faz parte de sua rotina? Em vez de apegar-se aos infortúnios, seja positiva. O alto-astral é um poderoso afrodisíaco.

19. Não aceite nada de segunda linha
A vida é curta para se sentir infeliz. Você merece quem a trate bem e lhe ofereça compromisso, apoio e amor. Não aceite itens de segunda: homens que, por exemplo, a façam se sentir como uma devedora.

20. Corte "sucesso" e "fracasso" de seu vocabulário
Encontrar um cara legal não é um jogo. É uma decorrência natural de estar feliz consigo mesma. Nada faz um homem fugir mais depressa do que uma mulher ansiosa.

Saiba como agir se você for agredida por um namorado ou marido


Casal brigando
Saiba o que fazer em caso de agressão: existe ajuda gratuita
Casos de amor que terminam em agressão  dão a impressão de que a mulher exposta à violência doméstica, no fundo, gosta de apanhar - ou pelo menos aceita a situação. Mas a questão é mais complexa. "Ela não ama o cara quando ele bate nela, e sim quando a afaga. Esse homem acaba com a autoconfiança da parceira ao afastá-la da família e dos amigos. Aí, ela pensa que não conseguirá mais viver longe dele e se submete às agressões", explica a psicóloga Cecília Teixeira Soares, da Secretaria de Direitos da Mulher do Rio de Janeiro.

Apoio é fundamental
A diferença de comportamento entre homens e mulheres também explica o porquê da violência doméstica. De maneira geral, mulheres são criadas para serem conciliadoras e emotivas, enquanto os homens precisam demonstrar valentia. "Elas encaram mais o amor como um processo de entrega do que eles. Por isso, confundem cuidado com posse, o que abre margem para a violência", explica a psicóloga Branca Taperetti. A demora em procurar ajuda explica-se pela falta de apoio que elas sofrem, seja na família ou entre amigos. Muitos familiares sequer acreditam que um homem pode ser violento no ambiente doméstico. "Outros até sabem o que ocorre, mas acham que apanhar é o preço que se paga por namorar um homem violento. Ou seja, a culpa é da mulher por ter escolhido esse tipo de amor", explica Cecília. "Há ainda casos de familiares que dizem ter passado por coisa pior, portanto a vítima deve aguentar as agressões", explica Branca.

Existe ajuda grátis!
Isso é o que os especialistas chamam de "ciclo da violência doméstica". Para sair dele, a a mulher deve fortalecer a autoestima. “Ela precisa olhar para si e perceber que é capaz de viver sozinha”, explica a psicóloga Sônia Paschoal. Nesse processo, a ajuda familiar é muito importante. "E não deve haver julgamentos, pois isso pode reduzir ainda mais a autoestima da vítima", completa. O ideal é aliar a compreensão familiar à ajuda profissional, como terapia com psicólogos. Nas principais cidades brasileiras, há centros de apoio que oferecem o auxílio desses profissionais gratuitamente. Para saber os endereços, ligue para o número 180, da Central de Atendimento à Mulher, do governo federal. A ligação é gratuita
 
Conteúdo do site SOU MAIS EU!
A Alienação Parental é descrita como uma situação na qual um genitor procura deliberadamente alienar isto é, afastar o seu filho, ou filha, do outro genitor, deturpando a sua mente, tendo normalmente êxito em seus intentos.

Sua manifestação consiste na campanha de difamação, de forma deturpada, como uma lavagem cerebral. Fato esse, que leva a criança a colaborar de maneira simbiótica a essa implantação de falsa memória, promovendo até mesmo o rompimento completo do vínculo. Milhares de pessoas são vítimas desse tipo de violência e ignoram fazer parte dessa estatística, desconhecendo por completo esta perturbação, que pode levar a sérias conseqüências.

Visando transpor o desconhecimento da Alienação Parental, a Caraminhola Produções Artísticas de Alan Minas e Daniela Vitorino produz atualmente dois documentários sobre o assunto, intitulados A morte inventada. Com a realização dos vídeos, a produtora pretende levar às pautas da sociedade a discussão sobre o assunto entre psicólogos, juízes, promotores, advogados, assistentes sociais, pedagogos e pediatras, no intuito de chamar a atenção para essa prática que está cada vez mais freqüente em famílias que, por quaisquer motivos, optam pela separação.



Acompanhe o trailler do documentário - A morte inventada:




Pesquisa constatou que relacionamentos sérios influenciam adolescentes


Fatores externos influenciam mais os jovens entre 16 e 18 anos 


Pais costumam ficar um pouco preocupados com o namoro dos filhos. De acordo com um estudo recente, no entanto, melhor comemorar os relacionamentos: segundo pesquisa, jovens que são sexualmente ativos em um relacionamento sério são menos violentos e menos propensos a comportamentos deliquentes.

O estudo foi elaborado por uma equipe de psicólogos dos Estados Unidos, liderada por Paige Harden, da Universidade do Texas, e Jane Mendle, da Universidade do Oregon, e foi publicado na revista “Journal of Youth and Adolescence”. A equipe registrou níveis mais baixos de comportamento antissocial em jovens inseridos nesse contexto, em comparação aos jovens virgens. O mesmo não vale, no entanto, para adolescentes que têm relações sexuais casuais porque esses mostraram níveis mais elevados de comportamento antissocial em comparação a outros grupos.

A equipe de psicólogos se valeu de questionários online preenchidos por 519 gêmeos do mesmo sexo, todos norte-americanos, com idades entre 13 e 18 anos. Comparando-os, puderam controlar as variáveis genéticas e ambientais compartilhadas pelos gêmeos. As perguntas remetiam à atividade sexual dos participantes e comportamentos deliquentes. E faziam parte do “Estudo Nacional Longitudinal de Saúde do Adolescente” (“National Longitudinal Study of Adolescent Health”), que acompanhou o grupo da adolescência à idade adulta.

Nos adolescentes com idades entre 13 e 15 anos, foram descobertos genes que influenciam o comportamento sexual por estarem relacionados à extroversão, impulsividade e puberdade precoce, podendo predispor os jovens a contextos de risco. Já nos adolescentes com idades entre 16 e 18 anos, fatores externos como nível social, relação familiar e sistema escolar demonstraram mais influência na prática do sexo casual.



com informações da revista JOURNAL OF TOUTH AND ADOLESCENCE 

Cientistas investigam a influência dos genes no modo como cada um manifesta o sentimento e apontam de que forma o seu controle ajuda as pessoas a ter uma vida mais saudável

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O aborrecimento de ficar preso no trânsito ou ter o voo cancelado são justificativas comuns de quem perde a cabeça e tem ataques de raiva. A origem do mal, porém, pode estar além desses eventos corriqueiros. Para uma nova linha de estudos, a raiz da raiva está nos genes: alterações genéticas afetariam circuitos hormonais do organismo, fazendo alguns responderem de forma mais violenta do que outros aos problemas do dia a dia. Dessa maneira, a dificuldade em controlar o sentimento não deveria ser interpretada como resultado de uma personalidade moldada apenas por fatores ambientais e psicológicos. 

O peso da genética na forma como cada um processa a raiva vem sendo objeto de pesquisa e está discutido, por exemplo, em um trabalho da Universidade de Pittsburgh (EUA). Após a observação de 550 mulheres, provou-se que alterações em um gene relacionado ao funcionamento dos receptores de serotonina afetavam o modo como as voluntárias expressam a emoção. Esses receptores são “fechaduras” presentes na membrana dos neurônios. Eles permitem a entrada, nas células, da serotonina, substância envolvida no processamento das emoções. “Problemas na sua produção ou absorção estão associados a emoções negativas, como a raiva e a depressão, além de comportamento agressivo e impulsivo”, diz o neurologista Alexandre Ghelman, especialista em gestão do estresse e da raiva, do Rio de Janeiro.

A informação poderá servir para a criação de um teste para apontar indivíduos mais predispostos ao sentimento. Identificá-los é uma preocupação pertinente. É consenso que a raiva está associada a diversas doenças, entre elas as cardíacas. Uma revisão de 43 estudos realizada pela University College de Londres, por exemplo, mostrou que quem é mais explosivo possui entre 19% e 24% mais chances de ter doença coronariana. O dado preocupa ainda mais quando cruzado com outro, do Serviço de Saúde Pública dos EUA: 60% dos 1,8 mil entrevistados admitiram ter sentido raiva pelo menos uma vez na semana anterior à enquete. “A raiva é um sentimento popular e incentivado na sociedade moderna”, diz a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil. Porém, a especialista alerta que não se pode banalizar os comportamentos de raiva excessiva. “É preciso identificá-los e tratá-los.”
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AÇÃO
Maria (acima) agora evita os surtos.
Marilda (abaixo) destaca o lado bom da raiva
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Nem tudo, entretanto, é negativo quando o assunto é raiva. Quando bem controlada, essa emoção é instrumento de autopreservação. “Ela gera força e energia, que podem ser usadas como combustível para se defender de uma injustiça ou de um abuso”, diz a psicóloga Marilda No­vaes Lipp, da PUC-Campinas, especialista no tratamento da raiva. O importante é não exacerbar o sentimento nem retê-lo. “Sofrer em silêncio também causa alterações psicofisiológicas”, alerta o médico Renato Alarcon, da Clínica Mayo (EUA).

Manter o controle é útil, inclusive, para ajudar na recuperação de pacientes, de acordo com estudo da Universidade de Ohio (EUA). Entre os 98 voluntários, quem sabia regular melhor a emoção apresentava menores índices de cortisol, hormônio liberado em situações de estresse. Quanto menor sua quantidade, mais rápida a recuperação. “Isso mostra que terapias de controle da raiva podem ajudar o paciente a se recuperar”, disse à ISTOÉ Jean-Philip-pe Gouin, líder do estudo.

Sem contar que mais controle sobre a raiva permite uma vida mais tranquila. Foi o que aprendeu a empresária Maria da Silva, 54 anos. Quando ela estourava, sobrava para marido, funcionários e para o próprio corpo – ela, que é hipertensa, sofria com subidas repentinas da pressão arterial. “Depois que aprendi a controlar a raiva, vi que tinha de ponderar o que falava.” Está aí o segredo: o melhor, antes de tomar uma atitude impulsiva, é inspirar, expirar e avaliar se é mesmo necessário se incomodar com o que aconteceu. 
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 - Fonte: Revista ISTOÉ



Jovens obesas sentem-se excluídas da sociedade. Emagrecimento mudaria isso.


Para adolescentes obesas, ser magro é fazer parte da sociedade, ser feliz, bem-sucedido, vencedor. Essa é a conclusão da dissertação de mestrado A representação social de um corpo magro por adolescentes obesas, defendida em maio de 2011 por Dressiane Zanardi Pereira na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sob orientação de Fernando Lefèvre.
No primeiro semestre de 2010, Dressiane entrevistou individualmente 32 alunas participantes do Programa de Atividades ao Paciente Obeso (Papo), oferecido gratuitamente desde 1996 por uma equipe de profissionais multidisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Papo tem por objetivo envolver as adolescentes em práticas de atividade física, alimentação adequada e autoconhecimento, além da diminuição do excesso de peso. As adolescentes passavam por uma seleção antes de serem aceitas no programa. A turma entrevistada pela pesquisadora era composta por garotas entre 13 e 16 anos, com condições sociais e físicas semelhantes. Essa triagem evitaria que alguma delas se sentisse excluída dentro da turma.
A análise dos dados obtidos foi feita com base na metodologia do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), desenvolvida por Fernando Lefèvre e Ana Maria Cavalcanti Lefèvre, ambos da FSP, utilizando o software Qualiquantisoft. Para cada resposta de cada pergunta foi elaborado um DSC, um texto escrito como se fosse falado por um único sujeito, mas que contivesse os aspectos mais relevantes e comuns nas respostas de cada uma das adolescentes.
O questionário apresentado às entrevistadas trazia três perguntas abertas. A primeira era “A que se deve o fato de você estar acima do peso?”. A grande maioria das respostas culpavam maus hábitos alimentares e compulsão alimentar devido a emoções negativas. “Muitas delas diziam que não tinham bons hábitos alimentares em casa e culpavam os pais por isso. É claro que os familiares têm parcela de responsabilidade, mas menos do que elas diziam. A maior responsabilidade é delas mesmas”, afirma Dressiane. É importante dizer que meninas cujas famílias ajudaram diretamente nas mudanças de comportamento tiveram melhoras muito mais significativas do que aquelas que não tinham tanto apoio. “[A adolescência] é uma fase complicada. Você não faz compras sozinho, não decide tudo o que vai comprar, comer. Elas precisam do apoio dentro de casa para melhorar seus hábitos”, explica.
A segunda pergunta era “O que você espera com o programa Papo?”. Todas as garotas responderam que esperavam emagrecer. Algumas acrescentavam que pretendiam melhorar autoestima e a estética ou melhorar a saúde. “Algumas delas chegavam com comorbidades, por exemplo, colesterol alto. Por isso elas tinham consciência da questão médica”, explica Dressiane.
Passe de mágica
A terceira e última questão era “Se você for bem sucedida com o programa, se acontecerem as coisas que você espera, o que você acha que vai mudar na sua vida?”. A maior parte das respostas dizia que o sucesso no programa aumentaria a aceitação das pessoas, melhoraria a sociabilidade e acabaria com os preconceitos sofridos pela obesidade. “Elas acreditavam que com o emagrecimento a vida delas melhoraria em vários aspectos. Era como se tudo mudasse num passe de mágica. Mas não é assim que as coisas acontecem”, diz a pesquisadora.
Uma das fontes lidas para o desenvolvimento do trabalho, a psicanalista Maria Rita Kehl, escreveu sobre o corpo na sociedade contemporânea, dizendo que ele foi promovido “ao mais fiel indicador da verdade do sujeito, da qual depende a aceitação e a inclusão social”. Em outras palavras, um corpo magro possibilita uma melhor interação com as outras pessoas. É justamente essa ideia que aparece nas falas das adolescentes entrevistadas na pesquisa.
Sobre políticas de saúde para a obesidade, Dressiane afirma que na maioria das vezes são ações isoladas, mas sem incentivo. Ela ainda diz que o Brasil passou da subnutrição à obesidade e que é preciso lidar com os problemas biológicos da doença. “O obeso pode ter diabetes, pressão alta, problemas cardíacos. É necessário ter cuidado com essas pessoas”.
Graduada em Têxtil e Moda pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, Dressiane conta que a maior parte dos trabalhos sobre obesidade na área da saúde são epidemiológicos. “Poucos são os trabalhos com viés mais social. Acho que essa é uma das diferenças que consegui trazer da minha graduação para o trabalho na área da saúde”, conclui.

com informações de Victor Francisco Ferreira USP/SP