DR. RELACIONAMENTO

Mostrando postagens com marcador Traição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Traição. Mostrar todas as postagens

Mesmo que a traição não tenha significado nada, essa notícia é sempre dura. Especialistas em relacionamento ensinam a melhor forma de lidar com o problema.


Perdoar a pulada de cerca ou não? Ninguém está imune a passar por essa crise. O problema é saber como agir nessa hora. “Os homens têm um legado ancestral de buscar carne nova e conseguem separar sexo de amor”, diz o psicólogo especialista em relacionamentos Thiago de Almeida. Mas calma lá: Entre ter vontade e de fato trair existe uma grande distância”, pondera o psicólogo Dínerson Fiuza. E se foi você quem caiu em tentação por uma noite apenas, o que fazer? Almeida adianta: “Homens que amam de verdade suas parceiras e os que estão há mais tempo no relacionamento são os que mais perdoam”. O jeito é esperar a fase da fossa passar para então decidir entre levar ou não a relação adiante.

Ele pulou a cerca e contou para você

“Para uma traição ocorrer, alguma coisa já não ia bem com o casal, ela funciona como uma válvula de escape”, diz Fiuza. Avalie como estava a relação no momento da traição: vocês estavam mais distantes? Dá para melhorar isso?

Escute a versão dele, mas não dê mais crédito só porque ele contou. “O parceiro pode ter feito isso por puro desencargo de consciência e nada garante que ele vá agir igual se houver uma próxima vez”, fala Fiuza.

Se optar por perdoar, tem que ser de coração. “A traição vai ficar na memória, mas não pode estar no cotidiano do casal”, resume Almeida.

É normal que a confiança no parceiro fique abalada, mas dê um tempo para ele reconquistar a sua. Agora, se escolherem continuar juntos, mas você viver com ciúme e cobranças, talvez seja melhor terminar.

Vale perguntar quem é a outra, sim. Alguém com quem ele tem contato oferece mais chances de recaída. Mas, se perdoou, melhor confiar, né, gata?

Foi você quem pisou na bola

“O melhor é contar a traição para o parceiro, porque se ele descobrir pelos outros é pior”, explica Almeida. Contar também é bom para não conviver com o peso da mentira, além do da traição. Isso pode minar o relacionamento sem você perceber.

Por mais estranho que pareça, o melhor momento para dar uma notícia ruim é quando a pessoa já está passando por uma situação tensa. “Assim, a pessoa assimila as duas perdas ao mesmo tempo e é mais fácil haver o perdão”, diz Almeida. Mas não conte numa briga!

Se ele já foi traído, atenção redobrada ao começar o assunto. Seja delicada!

Cuidado ao dizer que “foi só sexo”: “O raciocínio masculino é de que para levar uma mulher para a cama existe um processo de conquista. Melhor dizer que caiu em tentação e se arrepende”.

Esteja ciente de que corre o risco de perder seu homem. Dê o tempo de que ele precisa para curar seu orgulho ferido e, só então, chame-o para conversar.

Existe diferentes motivos pelos quais os homens não costumam trair suas parceiras


As mulheres em geral ficam sempre preocupadas quando o tema é traição, elas e suas idéias 'mirabolantes'(ou não...risos), revelam em diversos momentos razões e mais razões para serem traídas pelo seus parceiros. Vamos tentar ver o outro lado da situação - Sim, pois também é possível identificar motivos pelos quais eles, os homens, não traem. Mate a sua curiosidade e descubra o que impede os homens de trair:

1. Os pais dele têm um casamento feliz

É bem provável que ele carregue essa imagem como um valor. Inconscientemente, fará o possível para reproduzir o histórico familiar bem-sucedido. Com você!

2. Você sabe valorizá-lo

A probabilidade de seu amor pular a cerca será menor se você souber demonstrar quanto o admira. Preste atenção no modo como julga os gostos dele. Fazer cara feia quando ele vê o canal de esportes será entendido como censura.

3. Ele é autoconfiante

Homens que gostam de si mesmos são menos propensos à infidelidade. Alerta máximo: se o parceiro está sempre buscando a aprovação alheia, são maiores as chances de ele dormir com outra, especialmente em momentos de crise. Em vez de resolver o problema com você, ele resolve com uma periguete...

4. O sexo é bom

Homens tendem a ser infiéis quando o sexo está ruim ou raro na relação. O mais importante é driblar o comodismo que geralmente toma conta da vida sexual de um casal que está junto há muito tempo. Não estão a fim? Fiquem!

5. Vocês conversam sobre tudo

Se ele não consegue dizer o que não está legal no relacionamento, é provável que arrume outro jeito de deixar você saber: tendo um caso. Verbalizar não é o ponto forte do seu amor? Crie situações para que os dois possam falar sobre tudo, sem se sentir julgados, como em um jantar romântico a dois.

6. Ele valoriza a fidelidade

Se ele se importa em ter uma relação estável e segura, provavelmente não enganará você. Já se vê a fidelidade como uma regra banal e restritiva, cuidado.
Imagine descobrir logo por uma espécie de Street View que o seu noivo está te traindo com outra mulher. Usando o Yandex Maps, ferramenta semelhante ao serviço do Google, que a russa Marina Voinova, de 24 anos, viu o namorado de mãos dadas com a amante.

Homem é flagrado ao lado da amante (Foto: Reprodução/Yandex)

Tudo começou quando a jovem foi pesquisar um endereço no Yandex Maps. Para o seu espanto, e da maioria dos leitores, ela viu o seu namorado, Alexander Sasha, segurando a mão de uma mulher, de maneira muito íntima. “No início eu me arrependi de ter procurado o endereço na Internet, mas finalmente percebi que era bobagem culpar a web pela infidelidade do meu namorado”, disse Voinova.

Voinova decidiu abordá-lo sobre a traição de uma maneira bastante inusitada. Ela pediu que o parceiro procurasse o mesmo endereço no serviço de mapas. Ao perceber do que realmente se tratava, ele entrou em desespero e confessou a traição dizendo que cometeu um erro e que não amava a mulher que aparece na foto.

“Quando a imagem foi carregada, o rosto de Sasha mudou de cor. Eu olhei para os olhos dele, esperando por explicações”, desabafou a jovem. Mesmo depois de ouvir as justificativas do namorado, Voinova decidiu terminar o relacionamento.

Fonte. Redação

"Muitas pessoas não consideram as consequências de postar os detalhes de suas vidas amorosas online até que seja tarde demais", disse analista

Quer uma dica pra ter um fim de semana romântico com sua namorada? Talvez você deva usar um pouco menos o Facebook. A rede social pode ser um problema para seu relacionamento, de acordo com um estudo da Abine Inc., empresa de privacidade online de Boston.
"Muitas pessoas não consideram as consequências de postar os detalhes de suas vidas amorosas online até que seja tarde demais", disse Sarah Downey, analista de privacidade da Abine. "Apenas uma em cada 10 pessoas relata estar menos preocupada com a privacidade de sua vida amorosa hoje do que um ano atrás".
O problema, de acordo com o estudo, é que o Facebook tem um assento na primeira fila nas relações românticas dos usuários. Algumas pessoas, segundo o estudo, dão muita importância ao compartilhamento com a família, amigos e colegas.
Em uma pesquisa com mais de mil adultos norte-americanos, a Abine descobriu que mais de 50% disseram compartilhar detalhes de sua vida amorosa no Facebook, e 37% o fazem em outros sites de mídia social, blogs e sites de namoro online. Além disso, 60% dos entrevistados disseram que aceitam pedidos de amizade de pessoas que não conhecem bem. Isso significa que estranhos ou conhecidos virtuais estão lendo detalhes íntimos de suas vidas amorosas.
O estudo também mostrou que 17,8% têm ou postou fotos provocantes de si mesmos ou detalhes de encontros românticos online, embora mais de 60% dos usuários de redes sociais não estejam confiantes na privacidade de suas fotos e dados. Além disso, os usuários estão dando detalhes de segurança demais, assim como detalhes íntimos. Mais de um terço dos entrevistados disseram que deram seu nome de usuário e senha da rede social para a pessoa que estão namorando, de acordo com a pesquisa.
Este poderia ser um problema, já que a pesquisa também mostrou que as pessoas não estão respeitando a privacidade online do seu parceiro. Quarenta por cento dos entrevistados disseram ter vasculhado e-mails de seus parceiros ou outras mensagens privadas, e 30% deram uma olhada no histórico de navegação de seu parceiro.
Então, como manter seu relacionamento, fotos e dados privados? Primeiro, mantenha sempre seus nomes de usuário e senhas para si mesmo, disse a Abine. Você também deve ir em configurações de privacidade e restringir quem pode ver suas atualizações de status, fotos e vídeos na rede social. E uma vez que o seu relacionamento termine, é uma boa ideia terminar seu relacionamento online, também.
Analistas de privacidade da Abine também sugerem que os usuários tentem evitar o "oversharing", ou dar muitos detalhes sobre seu relacionamento. Se você não se sentir confortável com sua avó, empregador ou futuras pessoas significativas vendo uma informação, não a publique.
'Olá meu nome é Maria, e hoje eu lhe contar a minha história... Me casei com o Jorge apaixonadíssima. Nossa vida era boa, a única coisa que me incomodava era o seu ciúme. Nunca pude vestir uma bermuda ou qualquer roupa mais justa sem que ele dissesse que eu estava a fim de aparecer para outros homens ou de olho em alguém. Ninguém podia pronunciar o nome de qualquer ex-namorado meu que já era motivo para brigas. Quando falava em ter um filho, ele se irritava. Queria que meu corpo continuasse violão e achava que um bebê iria estragá-lo.

Eu ia levando a vida apesar desse ciúme exagerado, mas tudo mudou no terceiro ano de casados. Martin, um irmão do Jorge que morava com a mãe, na Argentina, desde os 8 anos de idade, foi morar conosco. Ele era músico, tocava e cantava na noite e queria fazer fortuna no Brasil. Moreno, alto, de cabelos negros e olhar atraente, Martin falava apenas o necessário no princípio. Era muito calado. Ele e Jorge se davam muito bem. Por várias vezes o Martin assistiu nossas brigas e viu as cenas de ciúme do irmão, mas não se intrometeu.

Numa manhã de sol intenso, desci cedo para comprar pão e jornais. Jorge estava dormindo e Martin ainda roncava no sofá-cama da sala. Quando abri a porta da cozinha, ao voltar, dei de cara com Jorge, de pé, próximo à pia.

Ele me olhou de cima a baixo. Eu estava com uma bermuda branca apertada, mini-blusa azul floral, cabelos soltos e sandálias. Jorge balançou a cabeça em sinal de reprovação:

- "Maria, você não tem jeito, né? Por que desceu com esse projeto de roupa? Tá afim de aparecer, é? Já disse que dentro de casa tudo bem, porque o Martin é meu irmão e nele eu confio, mas na rua?"

Pedi para ele não brigar comigo, mas não houve jeito. Jorge me xingou com palavras impublicáveis. Me irritei muito e acabei falando que ele era um psicótico, um louco. Se soubesse de sua reação, teria ficado calada... 

Depois de me xingar, Jorge começou a me bater. Senti um golpe seco esquentando meu rosto e a maior humilhação do mundo. Ao ouvir meus gritos, Martin apareceu na cozinha. Minha boca sangrava quando ele finalmente conseguiu afastar Jorge de mim. Martin tentou amenizar a situação.

- "Jorge, não faça isso mano!", dizia.

Corri para o quarto assim que consegui me desvencilhar. Fiquei lá trancada, chorando.

Horas mais tarde, meu marido, já mais calmo, quis conversar. Bateu na porta e pediu que abrisse. Achei que ele tinha se arrependido, que talvez quisesse pedir perdão. Abri sem olhar para sua cara e sentei na cama, esperando uma explicação para tanta violência.

- "Maria, isso foi só para você sentir que estou zangado. Não quero te machucar de novo, certo? Então, é só andar como uma mulher decente e não como uma vadia. Se te pegar de novo saindo daquele jeito, vou te machucar muito", avisou.

Nem respondi. Estava morrendo de medo. Jorge se aproximou, acariciou meus cabelos, beijou meu pescoço, meu rosto. Senti repulsa, repugnância. "Nojento, nojento", pensava.

Desde que meu cunhado veio morar conosco, Jorge estava violento demais. Tudo era motivo para me maltratar: um bife mal passado, um bife passado demais... 


Certo dia, Jorge teve que viajar a trabalho. Como ficaria três dias fora de casa, aproveitei para visitar meus pais. Quando voltei, ele já havia chegado. Martin explicou que eu estava com meus pais, mas Jorge não ficou satisfeito. Ao entrar em casa, fui novamente xingada e espancada. Martin tinha ido fazer umas compras e não tive quem me ajudasse. Jorge, feito louco, me acusava de estar com outro e, por mais que negasse, ele, possesso de ciúme e ódio, continuava me machucando.

Depois disso, perdi toda vontade de sair. Nem queria por o pé na rua. Sempre que precisava algo, pedia ao Martin. Jorge parecia satisfeito, já que desse modo ninguém olharia para mim.

Tentava até evitar Martin, por medo do meu marido, mas essa tarefa ficava cada dia mais difícil. Meu cunhado era um homem bonito, de olhar arisco e jeito de amante latino. Comecei a sentir que mexia comigo. Mas, cada vez que me pegava pensando nele, dizia a mim mesma: "Ele se parece com Jorge, por isso o acho bonito."

A verdade é que estava ferida por dentro e por fora e já não sentia mais amor por Jorge. Ele me maltratava demais. Martin era muito divertido, carinhoso e eu estava me apaixonando. Mas aquilo era um perigo, além de ser imoral. Não podia aceitar tal situação!  

Certa manhã, Martin voltou da noite carregando uma guitarra e um violão. 
Pedi que ele tocasse uma música brasileira pra mim. Ele escolheu a canção de João Paulo e Daniel, Estou Apaixonado. Entendi o recado e senti uma mistura estranha dentro de mim. Por um lado, era toda alegria, emoção. Por outro, me senti leviana, suja, pensei que talvez merecesse as surras que Jorge me dava. Fiquei o tempo todo de cabeça baixa, sem conseguir encarar aqueles olhos negros, apaixonantes.

Martin tocou aquela música várias vezes. Em algumas ocasiões, pensava que ele tinha lido a paixão nos meus olhos e estava me acusando. Outras vezes, sentia que estava me provocando, me tentando. Não sabia o que pensar. Jorge confiava plenamente em Martin. Ele até lhe pedia que me vigiasse, que não me deixasse sair. Jorge estava certo de que eu estava resguardada, que não saía de casa para nada.

Em meio a toda essa confusão, minha única alegria era ver e ouvir Martin tocar, cantar. Sua simples existência me encantava. Estava totalmente apaixonada por ele e percebi que minha única saída era pedir a separação. Ia dizer ao Jorge que não agüentava mais viver presa. Tentei conversar, mas não consegui terminar a frase "Quero pedir o divórcio". Ele me empurrou contra a parede e me esbofeteou.

Naquele momento, Martin o repreendeu. Jorge foi para a rua e trancou a porta. Enquanto eu chorava, Martin, sem se preocupar com o que pudesse acontecer, me abraçou e protegeu. Ele me acariciou de mansinho, me beijou a testa e as mãos. Expliquei o porquê da briga e Martin não concordou com o divórcio, disse que Jorge me amava muito.

Depois desse episódio, tudo voltou ao normal.

Era como se nada tivesse acontecido para Jorge.

Ele usava, abusava de mim e dizia que me amava. Numa noite chuvosa, ele saiu para trabalhar. Jorge só voltaria no dia seguinte, no fim da tarde. Depois que Jorge saiu, Martin, que estava gripado, ficou com febre. Cuidei dele com remédios e chá. Fiquei bem perto, lhe dando carinho e atenção. Aquilo foi uma tentação. Acabei perdendo a cabeça e me declarei a ele! O tesão que Martin sentia por mim era evidente, eu já o havia notado, pela forma que me olhava quando Jorge não estava em casa.

Martin me possuiu sem a menor resistência ou pudor. 

Quando Jorge voltou para casa, Martin não conseguia ser natural, estava tenso e logo passou a dormir no local onde trabalhava. Eles quase não se viam, porque Martin trabalhava à noite e dormia durante o dia. Os dois irmãos combinaram de se encontrar pelo menos uma vez por semana. Nesses dias de visita, meu cunhado chegava mais cedo para ficar comigo. Meu marido nem desconfiava.

Uma amiga me repreendeu e disse que eu precisava ser honesta e me decidir por um dos dois. Mas não dava para eu largar o Jorge. Ele me mataria se pedisse a separação.

Dias e dias se passaram até que Martin arranjou uma namorada firme e foi morar na casa dele. A notícia caiu feito bomba para mim. Fiquei louca de ciúme e briguei a valer com ele. Não conseguia pensar em mais nada, só na traição. Resolvi contar tudo para o meu marido. Afinal, se ele me matasse, pelo menos não sofreria mais por saber que Martin tinha abusado do meu amor e agora estava com outra. Tomei toda a coragem do mundo e chamei Jorge para uma conversa séria.

Com muita calma, disse ao meu marido que o traía com Martin e que gostava de transar com ele. Jorge riu com ar cínico. Ele falou que sabia de tudo desde o princípio! Disse também que deixou o caso continuar porque, pelo menos, não era com um homem estranho. Nesse momento, ele se aproximou, segurou meu braço e confessou que sentia ainda mas atração por mim por saber que eu era capaz de traí-lo.

Por mais estranho que pareça, naquela hora nos entregamos a uma ardente paixão e começamos uma verdadeira segunda lua-de-mel. Meu marido passou a confiar em mim e sempre repetia que se eu fosse mesmo vadia não teria contado a verdade. Na verdade, ser traído era uma tara inconfessável que agora ele não tinha mais por que esconder.

Ainda hoje dou minhas escapadinhas com meu cunhado, que não sabe que Jorge descobriu tudo. Martin pensa diferente do irmão e não aceitaria o triângulo. Ele diz me amar, mas mora com Fátima, uma garota que também canta na noite.

No fundo, nos três somos felizes desse jeito louco. Alguém entende a humanidade? '

||THE END||


 
Elas representam 44% do total de cadastros no site. A média em outras cidades é de 30%


De acordo com uma pesquisa realizada pelo site de relacionamento extraconjugal Ashleymadison.com, o Rio de Janeiro tem o mais alto percentual - entre todas as cidades do mundo - de mulheres cadastradas na rede de infidelidade.
As mulheres da Cidade Maravilhosa representam 44% do total de membros femininos do site. A média mundial das mulheres que usam o serviço é de 30%, contra 70% dos homens. A segunda cidade com o maior índice de usuárias é Zurique, na Suíça, onde elas representam 42% do total de cadastrados.
As cariocas infiéis têm, em média, 31 anos. "Em geral, as mulheres estão insatisfeitas com seus parceiros e buscam no site uma forma discreta de resgatar prazeres já perdidos. Por serem muito práticas, determinadas e independentes, as cariocas não querem perder tempo e vão direto ao que interessa: satisfazer seus desejos mais íntimos", explicou Eduardo Borges, representante da empresa no Brasil.
Para incrementar ainda mais o alto percentual de mulheres cadastradas, o estado do Rio de Janeiro registrou no início de janeiro um aumento de 729% no número de infiéis se cadastrando diariamente. É um crescimento jamais registrado em tão pouco tempo dos 10 anos de existência do site, disse Borges.

Qual sua opinião: Você concorda com essa pesquisa? Será que no geral, as brasileiras são mesmo as mulheres mais infiéis do planeta?

Trair o namorado não é boa coisa. Trair um namorado tatuador, pior ainda.

Um tatuador de Ohio/EUA descobriu a traição de sua namorada - com um de seus melhores amigos - e resolveu se vingar. Mas, para isso, esperou o momento certo de dar o bote. Sem saber que o deslize fora descoberto, Rossie Brovent pediu que o namorado Ryan L. Fitzjerald tatuasse uma cena do filme “Crônicas de Nárnia” em suas costas, mas o resultado foi outro...

Ryan fez com que a garota assinasse um termo em que dava plenos poderes a ele sobre a arte, dizendo que permitia ao tatuador recriar a obra da maneira que achasse melhor. Deu alguns drinkspara a amada e... tatuou um imenso cocô cheio de moscas em volta em suas costas!
Rossie só viu a obra depois que já não havia mais volta. Agora os dois estão brigando na justiça para tentar resolver o impasse. Ela alega que, além de tudo, ficou desacordada durante grande parte do processo. Que situação!



Uma verdade é que todo mundo já traiu em algum momento da vida, nem que tenha sido só em pensamento. E a outra verdade é que está aí um assunto sobre o qual só conversamos com aquela amiga-irmã, sob a promessa de sigilo absoluto. E é justamente pensando naquelas pessoas que estão em busca de uma aventura anônima, que estão surgindo as redes sociais especializadas em quem quer arrumar um amante virtual - ou real.

O site "AshleyMadison", por exemplo, é um desses sites. A rede canadense existe há cerca de dez anos, já atua em vários países ao redor do mundo, e será lançada no Brasil em meados de agosto. "Fizemos pesquisas que destacou que os casos extraconjugais são comuns no Brasil", explica Jas Kaur, diretora de operações do AshleyMadison, que revela que 70% dos homens e mais de 55% de mulheres no país confessaram já ter traído pelo menos uma vez na vida - os números foram os maiores registrados em toda a América do Sul, e justificam a decisão de trazer o site para a web brasileira.

A representante do site "Second Love" - que já atua aqui no país - Anabela Santos, também vê esse lado "liberal" dos brasileiros como um fator chave para o sucesso. "Nunca duvidamos de que iria funcionar bem no Brasil", afirma ela. Com a garantia do tal sigilo absoluto, os sites dão aos usuários uma plataforma onde eles podem ter suas aventuras, sem serem descobertos. "Eu diria que criamos a plataforma perfeita para evitar esse problema. Você pode ser pego se tiver um caso no trabalho, ou em um site como o Facebook, mas não aqui", garante Noel Biderman, criador do AshleyMadison.

Noel também explicou que a idéia para criar o site surgiu há cerca de dez anos atrás. "Em 2001, logo depois do boom da internet, eu li um artigo que dizia que os namoros online nunca dariam certo porque cerca de 30% dos internautas já eram comprometidos na vida real, ou seja, eles estavam 'posando' como solteiros para conseguir o que queriam", conta ele, que é casado há oito anos e não hesita em dizer que, se um dia sentir necessidade, usaria a rede social. E Jas explica que quem usa essas redes novas não precisa mentir sobre o estado civil. "Oferecemos um local onde a pessoa que já está envolvida em um relacionamento fixo possa encontrar outras na mesma situação, que pensam igual à ela e querem ter um caso, e possa ser franca e clara sobre isso", diz ela.

Mas o que seria essa "necessidade"? Jas explica que para muitas pessoas, estar em um relacionamento não é o suficiente e que, às vezes, a "pulada de cerca" acaba salvando o namoro ou o casamento. Mas, apesar do slogan do AshleyMadison ser "A vida é curta. Curta um caso", Jas não considera que o site incentive a poligamia. "Os nossos serviços existem justamente para atender as pessoas que, por conta das circunstâncias em que vivem, decidiram seguir por esse caminho", diz. "Nós não inventamos a infidelidade. Só a aperfeiçoamos!", brinca a diretora.


Por paixão ou só diversão, os motivos são muitos. Mulheres vivem sentimentos dúbios: prazer, farra, culpa.

“Elas não querem inicialmente destruir uma relação. Simplesmente se apaixonaram por um homem que é casado”, diz o Dr. Relacionamento

“A gente trabalhava na mesma equipe, gostava das mesmas coisas, saía pra almoçar, ia ao barzinho depois do expediente e ele me dava carona. Até que um dia, depois do happy hour, nós ficamos juntos. E isso virou uma rotina”. 

A história de Renata e seu colega de profissão até parece um romance comum, não fosse o fato de ele ser comprometido. O affair durou dois anos, período no qual ele se casou com a namorada e a engravidou. Renata, hoje com 30 anos, não via problemas em ser “a outra”, mesmo despertando olhares e brincadeirinhas no ambiente de trabalho: curtia o fim de semana sem dar satisfações – ia para a “pegação”, como define. “Ele falava que estava com a mulher por pena, mas não sei até que ponto isso era verdade”, pondera a analista de sistemas. Tudo ficou complicado, porém, quando o sentimento cresceu e Renata precisou de mais atenção: um conflito comum nos casos extraconjugais. 
Histórias de amantes e paqueras no escritório assombram a imaginação das casadas. A amante é a grande vilã, a sedutora pronta para destruir lares. Do outro lado, porém, há mulheres como Renata que, sem planejar, acabaram assumindo um papel secundário na vida de um homem. Os motivos variam: amor, paixão, liberdade, carência.
Já para a publicitária Maria, 45, ser amante era bom e descompromissado. Ela namorou um homem casado por três anos, após passar por um divórcio. “A química bateu na primeira troca de olhares. Pressenti que ele era casado, apesar de não usar aliança, mas esperei que me contasse”, lembra. Ela nunca sonhou em virar a mulher oficial na vida dele – nem queria. O casal se encontrava todos os dias depois do trabalho e compartilhava momentos felizes. “Era como colocar a cabeça em férias. Acho que as coisas seriam diferentes se a gente tivesse casado”, conta.

Paradoxo de valores
Ao mesmo tempo em que participa conscientemente de uma traição, que envolve mentira e deslealdade, algumas amantes preservam valores e crenças muito próprios. Renata conheceu a mulher do amante em uma festa. “Nos encontramos mais algumas vezes e eu até me diverti com isso. Ela não era minha amiga, mas nunca o deixei falar mal dela perto de mim. Acho isso baixaria”, conta. Maria concorda que falar mal da atual esposa é sinal de falta de integridade. “Acho que a nossa relação teria terminado ali, eu ficaria decepcionada. É feio demais quando você está com uma pessoa e fala mal dela pelas costas”, diz.

Amantes fixas vão acabar?
Não existe um perfil comum de mulheres que são amantes nem traços de personalidade específicos. “Apesar dos estereótipos, não existe um tipo de mulher que é tipicamente a outra”. Algumas vivem essa situação como provisória, outras ainda acreditam numa possível separação, e há ainda as mulheres que temem não encontrar um novo amor.
No entanto, apesar várias faces, aquela amante para a vida toda parece estar em decadência. Dr. Relacionamento diz que a tendência é que as amantes “a longo prazo” ou fixas sejam menos comuns. “A mulher atual não quer ser secundária nem traída. Antes esposas e amantes aceitavam melhor. Hoje nem os homens conseguem conciliar duas mulheres”.
Quando chega ao fim
Renata e Maria não queriam que seus amantes se separassem das respectivas esposas – pelo menos, dizem que não. “Era um paradoxo. Eu gostava dele, queria estar junto, mas não queria um relacionamento sério. Sabia o que ele fazia, não confiaria”, explica Renata.
Mas apesar do aparente desprendimento, as amantes enfrentam dolorosos términos de relação também. Renata terminou oficialmente seu caso quando soube que a esposa do namorado estava grávida. “Achei demais, mas mesmo assim acabava rolando porque a gente se via no trabalho. Acabou mesmo quando mudei de cidade”, conta. O peso da culpa, na época, ajudou na decisão: “Para ele estava cômodo, ele era até ciumento, veja se pode! Não me arrependo, mas não faria de novo. Não compensa”, relata.
Maria conheceu outro homem com quem hoje está casada e terminou tudo com o amante pelo telefone. “Não tive coragem de dizer olhando pra ele. Foi duro dar a notícia, sinto muito carinho, vivemos momentos maravilhosos e fomos amigos”, aponta. “ - Normalmente eles ou elas se cansam da situação”, destaca Dr. Relacionamento sobre o fim das relações extraconjugais.

Aprenda a detectar se seu amor está mentindo observado o comportamento dele





Homem na cama
Saiba identificar se seu amor está mentindo para você
Foto: Getty Images
As palavras mentem, mas o corpo não. Ao mentir todo mundo muda algo em seu padrão de comportamento. Teste com seu namorado. Pergunte sobre algo que nunca ficou bem explicado e...


Pode acredita-ta-tar
O cara é superarticulado, mas diante de um assunto especifico começa a gaguejar ou dar respostas lacônicas... Tem mentira na jogada. Já se ele costuma ser confuso, mas dá uma única resposta clara e direta, pode ser sinal de que ensaiou para falar. E ensaiou por quê, hein?

É... então... assim...
Fingir que não ouviu uma pergunta é uma maneira de ganhar tempo para elaborar uma resposta mentirosa. Fazer longas pausas ao começar a responder também.

Atrasadinho
Emoções verdadeiras despertam reações simultâneas na fala e nos movimentos. Ao mentir os gestos podem se atrasar. Exemplo: ele diz "Você tem de acreditar em mim" e 1 segundo depois dá um soco na mesa. Estranho...

Coça, morde, disfarça
Passar a mão na nuca, olhar para baixo, morder os lábios, coçar o nariz e os olhos: tudo pode indicar mentira - se a pessoa geralmente não faz isso.

Ombro traidor
Levantar os dois ombros em sinal de desconhecimento é um gesto comum em todas as culturas. Mas, quando alguém diz ter certeza de algo e levanta apenas um, não tem tanta certeza assim.

Nooooooosa!
A emoção mais curta que existe é a surpresa. Ela dura o tempo de o  cérebro identificar uma novidade, ou seja, não mais que 1 segundo! Prolongar a expressão de surpresa é uma forma de ganhar tempo para preparar uma mentira.

A voz sumiu
O tom de voz tende a ficar mais baixo e pausado quando a pessoa está mentindo.

Você piscou...
Uma pessoa em situação normal pisca de 10 a 15 vezes por minuto. Ao dizer uma mentira a frequência das piscadas aumenta. O ex-presidente americano Bill Clinton chegou a piscar 120 vezes por minuto no pronunciamento em que disse que não havia mantido um caso com a ex-estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky.

No repeat
Contar várias vezes a mesma história faz com que ela se torne mais e mais convincente. Quem repete demais uma explicação pode estar seguindo um script mental pré-ensaiado. Diga “Tem uma coisa que não entendi...” e lance uma pergunta que não tinha feito para ver se ele ainda consegue se explicar...

Escondendo os fatos
Ao contar uma mentira o corpo do mentiroso tenta se afastar do interlocutor. É comum ele colocar um objeto entre eles, como uma mesa ou uma cadeira, ou esconder as mãos.

Sim ou não?
Ele fala que adorou o seu vestido novo, mas balança levemente a cabeça em sinal de negativa. É o cérebro tentando dizer a verdade.

Feito de gelo
Quem mente tende a “congelar” a face e a passar bruscamente da expressão de um sentimento para a de outro. Movimentos calculados e braços presos ao corpo também são maus indícios.



Conteúdo  do site GLOSS

Traidores  série que estreia hoje fala sobre infid
Foto: reprodução
Há infidelidade em 8 a cada 10 casamentos e 68% das mulheres dos EUA admitiram que teriam um caso se soubessem que não seriam descobertas. Esses dados, um tanto quanto assustadores, são da série Traidores, que estreou hoje às 22h, no canal de TV a cabo Discovery Home&Health e conta histórias de casais infiéis.
Em coletiva de imprensa para divulgar a série, o psiquiatra Flávio Gikovate contou que a maioria dos casamentos duradouros - com 20 a 50 anos - já se envolveu em um caso de traição.
"Um casamento de 50 anos muito provavelmente teve todos os tipos de contratempos". Ele diz ainda que todos os homens desejam outras mulheres, uma vez que o desejo masculino vem mais da percepção visual.
De acordo com Gikovate, os traidores podem ser divididos em dois grupos: os egoístas e os generosos. O que diferencia um grupo do outro? Os motivos. Os egoístas têm dificuldade em lidar com a frustração. Quando há problemas na relação eles vão em busca de alívio rápido e faz sem ter nem remorso.
O tipo generoso é o oposto e fica cheio de culpa. O que significa que, apesar de desejar sexualmente outras pessoas, irá se segurar para não trair. Ele só vai trair se estiver profundamente abalado, tiver deixado de admirar a pessoa com quem vive e se houver condições bastante favoráveis para uma experiência casual.
E o que eles têm em comum? A traição se basearia apenas no desejo sexual. Para Gikovate, sexo e amor são fenômenos diferentes. O amor se instala quando há completude e depende, portanto, de se relacionar com outra pessoa e o sexo, por outro lado, é apenas excitação.
E já que a traição é algo tão comum, como lidar com essa possibilidade dentro de uma relação? Para Gikovate, é preciso que traído e traidor assumam sua parcela de responsabilidade e aproveitem a oportunidade para dialogar. A conversa é a única maneira de salvar o casamento.
com informações (Vila Dois)


Segundo estudo, o poder é um fator para a infidelidade mais decisivo que o gênero

Mulheres que ocupam posições de poder são tão propensas à traição quanto os homens, segundo uma nova pesquisa holandesa publicada em abril no jornal científico Psychological Science. 
Segundo o estudo, o poder pode ser um fator mais importante do que o sexo do traidor. “Já foram realizadas diversas pesquisas que indicam que o gênero é o mais forte indicador de infidelidade, mas nenhum destes estudos foi conduzido com mulheres poderosas”, disse Joris Lammers, da Tilburg University, no artigo. 

Leia também:

Lammers e sua equipe analisaram respostas de 1.561 participantes de uma pesquisa anônima realizada pela internet. Poder no trabalho, níveis de confiança e percepção de riscos relacionados à infidelidade foram temas abordados no questionário. 

Segundo os pesquisadores, o estudo revelou duas importantes descobertas. A primeira, de que existe uma forte ligação entre o poder e a confiança, e o nível de autoconfiança de um indivíduo é a conexão mais forte entre o poder e a traição. A segunda, de que o gênero de pessoas poderosas não teve influência em infidelidades no passado ou no desejo de ser infiel.

De acordo com Lammers, a noção popular de que os homens são mais propensos à traição do que as mulheres é simplesmente proveniente do fato deles ocuparem mais posições de poder. “Cada vez mais mulheres ocupam posições de poder e são consideradas iguais aos homens, por isso suposições familiares sobre o comportamento das mesmas podem também mudar. A conseqüência disso é um aumento de comportamentos negativos entre as mulheres, comportamentos que no passado eram mais comuns entre os homens”, disse ele.
com informações do The New York Times     

    Por que algumas mulheres aceitam continuar casadas com seus maridos após descobrirem que foram traídas?

    E olha que essa traição nem sempre acontece uma única vez. O comportamento se repete, e se torna até rotineiro. Mesmo assim algumas mulheres, cientes dos deslizes do marido, aceitam, superam e até perdoam a atitude para manter o casamento e evitar uma possível e dolorosa(aos olhos delas) separação. 



    - Fazendo esse tipo de trabalho a um bom tempo e sempre lidando com o tema 'relacionamento', tive a oportunidade de conhecer e acompanhar muitas histórias de mulheres que sabem das traições do marido e mesmo assim pedem para ele não sair de casa, isso mesmo os filhos sendo grandes. Tudo isso segundo elas para não desmanchar a família.


    Acredito que o receio do divórcio nesse caso pode ser explicado pelo papel que o companheiro representa na vida da mulher. 
    - Para algumas, o casamento tem o objetivo direto de proporcionar prazer e realizar os seus sonhos. Sendo assim, as separações costumam acontecer de forma bem mais objetiva. Após a separação o casal vive aquele momento de tristeza, que é natural, mas logo depois os dois são maduros o suficiente para entender e compreender que será possível reconstruir a vida sem estarem juntos.
    - Mas a situação já se complica quando o companheiro representa uma dependência, uma sustentação emocional para a mulher. Nesse caso ela o vê como se ele fosse sua segurança financeira. Depois da separação, ocorre um vazio e uma desorganização mental e orgânica que podem levar a depressão. (Isso é bem comum em pessoas que tiveram relações carentes com os pais, elas abrem mão de tudo na vida adulta por alguém que cuide delas)
    Algumas mulheres são tão dependentes emocionalmente de seus parceiros, que se elas não tiverem uma companhia masculina, elas se sentem rebaixadas, como se ninguém as quisesse.


    Alguns homens também são emocionalmente dependentes


    E isso não é um problema exclusivo delas, também existem muitos maridos dependentes emocionalmente de suas parceiras - inclusive aqueles que as traem não são capazes de se imaginar sem as suas esposas. Para eles na relação a parceira é vista como a 'mãe dos seus filhos' a mulher ideal para se ter em casa cuidando dos afazeres domésticos, sendo assim a sua busca sexual acaba se transformando em uma procura externa, eles buscam o prazer fora de seu casamento. 
    Assim, a decisão de separação, depois da traição, costuma vir só se ele se envolve emocionalmente com alguém, além de sexualmente - o que é bem raro.


    O casamento sobrevive a uma traição?


    Vários estudos feitos por especialistas mostram que o relacionamento nunca mais será o mesmo depois que uma traição for descoberta. É um erro que fica presente e vivo durante todo o convívio do casal, e que em alguns momentos virão a tona em brigas e discussões. É possível superar? Acredito eu que sim.
    Caso o casal tenha interesse. é visto que será necessário uma conversa onde os problemas do cônjuge já existentes serão expostas para uma possível analise pessoal de cada um a respeito do seu comportamento dentro do relacionamento em si. A terapia, nesses casos, também é uma ajuda recomendada.

    Dr.  Relacionamento / Henrique Moscoutti

      O novo programa é capaz de monitorar e-mails e ligações telefônicas

      Um homem taiwanês criou um software que ajuda a identificar parceiros infiéis, revisando as chamadas e mensagens telefônicas e eletrônicas do parceiro, anunciou nesta quarta-feira um jornal local.

      O programador Huang Kuo-Tai, revelou que seu programa é capaz de detectar as traições através de números de telefones ou então utilizando as contas de e-mail do parceiro. Parece fácil né?

      Sendo assim o programa fornece os seguintes dados das chamadas realizadas e detecta o uso de expressões "suspeitas' como "te amo", "não posso falar agora", "passa e me pega" e outras frases similares.

      "O melhor faceta do programa é a análise das chamadas e a detecção das que são suspeitas, por exemplo; as chamadas que superam os 20 minutos disparam um alerta", diz Huang.

      Até o momento, o programa não pode processar as mensagens instantâneas das redes sociais, mas Huang acredita que poderá fazê-lo em um futuro próximo.
      O software pode ser baixado de graça na ilha e Huang está recopilando dados de usuários antes de lançá-lo no mercado.

      Uma pesquisa sobre as diferenças emocionais na hora de perdoar, realizada pela Universidade do País Basco (UPV), na Espanha, observou como pessoas mais velhas têm mais facilidade em perdoar do que as crianças, enquanto as mulheres perdoam mais do que os homens.
      Mulheres perdoam mais do que os homens“Este estudo tem grande aplicação para o ensino de valores, porque nos mostra que razões levam as pessoas a perdoarem, homens e mulheres, e a concepção popular do perdão”, disse Maite Garaigordobil, co-autora do estudo e professora titular da Faculdade de Psicologia da UPV.
      Os resultados, que foram medidos através de uma escala padrão que avalia a capacidade de perdoar (intitulado CAPER), e um outro índice também padronizado que avaliava perdão e fatores facilitadores (conhecido como ESPER), mostram que existem diferenças nos motivos que incentivam o perdão, que variam de acordo com a idade e o gênero.
      “Um fator decisivo na capacidade de perdoar é a empatia, e as mulheres têm uma maior capacidade empática do que os homens “, diz Carmem Maganto, também co-autora do estudo e professora titular na Faculdade de Psicologia da UPV.
      O que leva ao perdão?
      Os autores do estudo dizem que os pais que perdoaram mais ao longo da vida têm mais capacidade de perdoar em “todas as áreas”. Pais e filhos usam definições similares para o perdão. “Sem rancor para reconciliação”, “compreensão” e “empatia” são os termos mais usados. Por outro lado, os motivos que levam ao perdão são diferentes. Enquanto as crianças acreditam que “se perdoa com o tempo”, os pais apontam razões para o fato, como “arrependimento” e “justiça”.
      Já, com relação a gênero, existem grandes diferenças. Homens e mulheres acreditam que “não ter rancor” é a melhor definição para o perdão, porém os homens dão mais importância a esta característica.
      Não guardar mágoas é a chave
      O estudo, que foi realizado com a colaboração de 140 participantes (pais e filhos com idades entre 45 e 60, e 17 e 25 respectivamente), destaca duas condições fundamentais para uma pessoa ser perdoada. A primeira seria a pessoa que ofende “mostrar remorso” e a segunda seria a pessoa ofendida “não guardar mágoas”
      Os especialistas dizem que o ambiente familiar tem um papel fundamental na transmissão de valores éticos. “Este resultado é particularmente interessante em situações onde as famílias estão em crise e não se pode esperar nenhuma educação básica em termos de valores. Este comportamento é transferido para a escola”.
      A pesquisa abre muitas perguntas para os pesquisadores que acreditam ser necessário estudar o papel que o perdão desempenha em tratamentos psicológicos, especialmente entre vítimas de abuso sexual, maus-tratos físicos e psicológicos e infidelidade conjugal.
      -
      Com informações do FECYT (Fundación Española para la Ciencia y la Tecnología) e Uol.