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Sexo faz bem para o corpo, para a saúde, para a alma. Conheça os benefícios da prática sexual e confira 12 dicas que vão incendiar os lençóis


Além de te oferecer prazer e bem estar, o sexo faz bem ao coração e diminui
riscos de doenças.



1. Fortalece o coração
Transar aumenta a pressão arterial, o esforço do coração e equivale a um exercício físico moderado. Estima-se que relações sexuais de qualidade diminuam em até 30% o risco de infarto e de desenvolver doenças vasculares cerebrais, como derrame. Tanto é assim que um estudo americano feito em janeiro deste ano alertou os homens: negar fogo pode favorecer o apareci­mento de males cardiovasculares.

2. Aumenta a expectativa de vida
Uma pesquisa feita na Inglaterra, outra nos Estados Unidos e uma aqui no Brasil relacionaram a mesma coisa: número de orgasmos com anos de vida. O resultado de todas? Quanto maior a atividade sexual, mais se vive. É que a prática regular de sexo aumenta a imunidade e diminui o risco de várias doenças, como câncer, diabetes, infarto e até depressão.

3. Beneficia o sono
Cama agitada significa sono tranquilo. É que, na hora do sexo, seu organismo é inundado por substâncias que aliviam as tensões, promovem esgotamento físico e bem-estar. Claro que, quanto mais ardente for o babado, maior é aquele cansaço gostosinho que faz pesar os olhos.

4. Queima calorias e emagrece
Dependendo da duração e da intensidade da relação sexual, é possível perder entre 100 e 300 calorias em 30 minutos - o equivalente a 20 minutos de corrida. "Explorar a criatividade em posições na vertical - contra a gravidade - aumenta o gasto calórico", orienta Maercio Lima, professor da Academia Competition, em São Paulo. O resultado vai aparecer na balança!

5. Enrijece os músculosTudo bem que seu quarto não substitui a academia, mas uma transa equivale a uma aula de ginástica. Atiçando a criatividade e variando bem as posições, dá para malhar braços, abdome, bumbum e pernas, além de trabalhar com as articulações da cintura e da coluna. Os batimentos cardíacos se elevam de 50% a 80%, como se você e seu parceiro estivessem numa aula de aeróbica - ou correndo na esteira. Bom, né?

6. Rejuvenesce (anos e anos)De acordo com estudo feito na Escócia, quem mantém vida sexual ativa libera um hormônio que deixa o cabelo macio, a pele viçosa e os olhos brilhantes. O melhor: pode rejuvenescer mais de uma década! Os resultados da pesquisa mostraram que as pessoas que costumam transar quatro vezes por semana aparentam até 12 anos a menos. Está esperando o que para chegar aos 30 ou 40 com carinha de 20 e poucos?

7. Eleva a autoestima
Trocar carícias, fazer e ouvir declarações de amor, dar e receber prazer. Quer mais motivos para sentir-se feliz? Pois o simples fato de saber que seu parceiro a deseja e que você é capaz de provocar prazer é um pratão para a autoestima. A-há, já pode começar a se achar!

8. Deixa você calminha, calminhaSe você anda à beira de um ataque de nervos, provavelmente precisa de mais sexo. A endorfina liberada na atividade sexual diminui o nível de irritação e angústia, permitindo que áreas do cérebro que controlam medo, ansiedade e stress sejam desligadas durante o orgasmo.

9. Melhora a qualidade de vida
Há dez anos, a Organização Mundial da Saúde incluiu o sexo entre os pré-requisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. Isso porque durante o ato, estimulamos uma parte do cérebro que aumenta a sensação de bem-estar. Então, não vacile: chamar o mocinho às vias de fato faz a vida ficar mais alegre.

10. Evita traiçõesTransar muuuuuito oxigena o relacionamento, facilita a compreensão mútua, aumenta a intimidade e deixa o caminho livre para o diálogo. Casos extraconjugais? É menor o risco de ocorrerem. Quanto maior o desejo, a frequência, a intensidade e a qualidade da relação, mais tranquilidade e bem-estar para o casal.

11. Alivia dores
Os nomes são difíceis, mas saiba que na hora H o corpo fabrica três substâncias que aliviam dores e desconfortos. A primeira é a endorfina, o maior analgésico do organismo. Quando se junta à ocitocina, que aumenta em até cinco vezes durante o ato, pode atenuar dores de cabeça e das juntas. Para completar, o estrogênio liberado reduz os sintomas da TPM. Convencida?

12. Dá mais vontade de fazer sexo!É simples assim: quanto mais sexo você tem, mais sexo você vai querer. De novo a explicação é hormonal. O corpo sexualmente ativo desprende quantidades maiores de feromônios, aquele perfume natural que desperta tesão no parceiro. Por isso, lembre-se sempre: além da qualidade, em matéria de sexo, quantidade também conta.


Um teste feito com um cara bonitão e várias câmeras escondidas respondeu essa pergunta



Se o foco do olhar masculino durante uma conversa com o sexo oposto é meio óbvio, a recíproca não é verdadeira.
Você sabe para onde as mulheres olham quando conversam com os marmanjos?
Uma revista masculina dos Estados Unidos decidiu fazer um teste para tentar responder essa pergunta.
O teste funcionou da seguinte forma. Um cara bem bonitão cheio de câmeras escondidas espalhadas pelo corpo saiu às ruas de Nova York.
Ele tinha então que parar mulheres e perguntar sobre endereços. Enquanto ele falava, as câmeras – colocadas nos óculos, na região dos bíceps, do traseiro e da virilha – captavam os olhares femininos.
As duas partes do corpo do galã mais observadas foram os bíceps e a virilha.
Assista ao divertido vídeo abaixo que mostra a experiência.
Para onde as mulheres olham quando falam com os homens? por esquisitices  no Videolog.tv.


Linguagem corporal revela o significado dos gestos do gato durante o encontro


Casal paquera
Entenda os sinais que ele te dá na hora da paquera
É no primeiro encontro que provavelmente mais usamos a linguagem não verbal. "As manifestações de paquera são universais e nem sempre lineares", afirma Paulo Sergio Camargo, especialista em linguagem corporal. Para Allan e Barbara Pease, autores do livro Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal (Sextante, R$ 24,90), os sinais podem ser divididos em cinco fases e mostram se o cara está a fim de você.
Troca de olhares
Cada olhar dura cerca de três segundos. "É o tempo necessário para a primeira impressão", explica Marcos Tadeu Cardoso, especialista em linguagem corporal. Se o moço gostar do que viu, vai mirá-la novamente. "Quem desvia o olhar primeiro, demonstra submissão", afirma Cardoso. Então, quando a mulher é persistente, mantendo o alvo em foco, pode intimidar o homem.

Sorriso
Quando a espiada vem acompanhada de um sorrisinho, o interesse está confirmado. "Esse gesto passa a ideia de que observá-la faz bem a ele", justifica Camargo.

Postura
Esse é o momento em que você dá sinais para a aproximação. A mulher fica com a coluna reta para destacar os seios e requebra os quadris. Estando sentada, cruza as pernas. Depois, inclina a cabeça na direção de um dos ombros para mostrar o pescoço nu e mexe no cabelo. O homem, provavelmente, responderá esticando a coluna e estufando o peito. Ele ainda gesticula de forma mais ampla e também mexe no cabelo. Para completar, coloca os polegares no cinto, na cintura ou no bolso, enquanto os indicadores apontam o órgão sexual.

Fala
É o estágio em que, claro, o rapaz se aproxima e inicia o diálogo. Pode engrossar a voz.

Toque
Aproveite a conversa para testar o interesse dele em conhecê-la melhor. Mesmo que o moço esteja com o rosto virado em sua direção, fique atenta à posição dos pés dele, que, geralmente, apontam para o "objeto" de atenção. Se o bonitão inclinar o corpo para você, melhor ainda. Aproxime-se, toque-o de vez em quando e vá aumentando a frequência. Caso ele retribua, pegando em sua cintura, em seu braço ou em seu ombro com a mão em forma de garra, revelará querer mais intimidade. Em seguida, mire os olhos e depois os lábios, inclinando-se até ficar a cerca de 60 cm do dele. Dê-lhe um beijo no rosto ou apenas volte para a posição anterior. "Assim, fica mais fácil para o homem dar o próximo passo", defende Cardoso. Se o moço já é conhecido, fique atenta ao abraço dele. "Quem não tem interesse sexual costuma manter a barriga mais afastada", explica. O abraço colado é indício de desejo. A insatisfação também se revela no corpo humano. Segundo o especialista, alguém receoso coloca as mãos no bolso ou para trás e pode até usar qualquer objeto para encobrir o próprio corpo. Então, é com você: solte algum comentário para quebrar o gelo.



com informações VIVAMAIS

The Sun/Reprodução
Cantor Robbie Williams abaixo a calça em programa de televisão da Dinamarca por um desafio de R$ 50
Cantor Robbie Williams abaixa a calça em programa de televisão da Dinamarca por um desafio de R$ 50

Baixar as calças e mostrar a bunda ou o pênis. Levantar a camisa e expor os peitos. Urinar no
Edição portuguesa reúne teorias psicanalíticas sobre exibicionismo muro, no poste ou na árvore, sem vergonha de ser flagrado. No livro "Exibicionismo", essas atitudes são analisadas como um tema da psicanálise, com direito a relato de casos e apresentação de diversas teorias. Por que uma pessoa tem compulsão em expor seus órgãos genitais em locais públicos, sem constrangimento?
Entre os fatores relacionados pela obra, está um desejo profundo de ser punido, rejeitado, ou a expressão de um narcisismo por mostrar seus dotes ao mundo ou até um sinal de depressão (escancarar a própria nudez seria uma resposta agressiva ao meio social).
Lançado pela editora portuguesa Almedina, "Exibicionismo"discute as diferenças entre um exibicionismo saudável e as suas manifestações mais patológicas. O livro inclui uma sinopse da história do exibicionismo, bem como uma análise do exibicionismo feminino. Também é mostrado como se dá hoje a sublimação do exibicionismo na cultura contemporânea, por meio de programas como o "Big Brother".
O volume cita as ideias do psicanalista americano Charles Socarides (1922-2005), apresentado como autor da "teoria de exibicionismo mais rica e completa, baseando-se na sua vasta experiência clínica com pacientes perversos".
"Socarides deu-se conta do predomínio dos desejos e tendências homossexuais nos seus pacientes exibicionistas", cita o livro na página 67.
Fabrice Coffrini/AFP
Voluntários nus posaram para o fotógrafo Spencer Tunick sobre a maior geleira da região dos Alpes suíços, em alerta ao aquecimento global
Voluntários nus posa para Spencer Tunick sobre a maior geleira dos Alpes suíços, em alerta ao aquecimento
Esse professor reuniu "narrativas terríveis de negligência e abandono" contadas por seus pacientes.
"Segundo Socarides, a prática da exposição obscena não serve apenas para esconjurar os impulsos femininos e tentar obter uma injecção de masculinidade, mas funciona também visando estancar os afetos depressivos, sobretudo o sentimento de desamparo do exibicionista."
*
Reprodução
Vencedor do "Big Brother África 3", Ricco tomou banho sem roupas no "BBB 9"
Vencedor do "Big Brother África 3", Ricco tomou banho sem roupas no "BBB 9"
Para resumirmos as contribuições psicanalíticas para o estudo do exibicionismo enquanto forma de perversão sexual, podemos enumerar as seguintes observações:
1. O exibicionismo é utilizado como modo de comunicação de um sofrimento interno, habitualmente ligado a traumas da infância recuada.
2. O exibicionismo funciona como uma defesa perante a angústia de castração, e como um meio de reafirmação da potência masculina.
3. O exibicionismo protege o paciente do intercurso com as mulheres, uma vez que aquele pode ser concebido como perigoso e castrador.
4. O exibicionismo é uma defesa que visa proteger o paciente da homossexualidade.
5. O exibicionismo permite ao paciente exprimir sadismo em relação às mulheres, e sobretudo o ódio em relação à mãe.
6. O exibicionismo funciona como uma demonstração narcísica.
7. O exibicionismo exprime as tendências masoquistas do paciente, e a necessidade que o leva ao risco de cair nas mãos da polícia e outras autoridades, o que gratificaria o seu desejo de ser punido.
8. O exibicionismo é usado pelo paciente como um meio de restaurar a sua auto-estima ferida.
9. O exibicionismo permite ao paciente transformar os seus afetos agressivos em afetos sexuais.
*
"Exibicionismo"
Autor: Brett Kahr
Editora: Almedina
Páginas: 104
Quanto: R$ 34,85 (preço promocional, por tempo limitado)
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha
Fonte: Folha .com



Acredite, não é por falta de consideração aos seus sentimentos, a resposta pode ser mais simples!

Não é por falta de interesse que eles dormem

Foi bom pra você? Antes que você possa terminar a frase ele já está dormindo. A psiquiatra Carmita Abdo garante que, diferente do que as mulheres possam acreditar,  a causa é mais simples e está intimamente ligada ao ciclo de resposta sexual masculino. 

Veja também:

Homens e mulheres passam pelas mesmas fases durante o sexo: desejo, excitação, orgasmo e resolução. Contudo, é na última fase, justamente na resolução, que as manifestações são diferentes. 

É como se eles descessem do topo de uma montanha-russa rumo ao relaxamento, já nas mulheres esse processo tende a ser mais lento. “Por isso costumamos dizer que para ele é mais difícil emendar a famosa 'segundinha'", brinca a médica ao apresentar um estudo comparativo.


Modelo original de Masters & Johnson da resposta sexual: mulheres precisam de mais tempo para o sexo e retornam ao estado de relaxamento em ritmo mais lento
Outra curiosidade é que, depois do orgasmo, homens e mulheres produzem altos níveis de prolactina. O hormônio, conhecido por ativar a produção de leite, funciona como um “freio sexual” e provoca aquela típica preguiça do depois.
com informações do Delas/IG  


Um novo estudo mostra que a seleção sexual feminina está diretamente relacionada ao seu período fértil.
Durante a ovulação, uma mulher com namorado cujas características não são tão masculinas assim tem a tendência de fantasiar com homens do tipo George Clooney. Mas, em contrapartida, mulheres que já têm ao lado uma versão avatar do ator não se tornam mais atraídas por seus parceiros.
A pesquisa também descobriu que a inteligência masculina não têm qualquer influência sobre as preferências femininas nesses períodos.
O dado ainda permanece um mistério, segundo o estudo publicado no jornal "Evolution and Human Behaviour", feito por Steven Gangestad e Randy Thornhill, da Universidade do Novo México, e Christine Garver-Apgar, do Instituto de Genética do Comportamento da Universidade do Colorado.
Kimihiro Hoshino/AFP
Na ovulação, mulher com namorado cujos traços não são tão masculinas fantasiam com homens como George Clooney
Na ovulação, mulher com namorado cujos traços não são tão masculinas fantasiam com homens como George Clooney
Segundo Gangestad, o rosto masculino tem um queixo relativamente acentuado, mandíbula forte, olhos estreitos e sobrancelha bem definida, e George Clooney se encaixa nesse perfil. A face menos masculina, por outro lado, pode incluir um maxilar menos pronunciado e olhos como os do ator Pee-wee Herman.
A equipe entrevistou 66 casais heterossexuais --sendo apenas 9 casados. Havia mulheres com idade entre 18 e 44 anos e seus relacionamentos variavam de um mês a 20 anos de convivência.
Uma série de estudos tem mostrado o interesse das mulheres por homens do tipo "macho man" ao ovular. Mas este estudo é o primeiro a confirmar que o efeito ocorre entre casais reais.
Os biólogos evolucionários têm documentado que as mulheres são mais exigentes quando em período fértil e procuram um parceiro que apresenta sinais de boa qualidade genética. Isso pode ser entendido como homens do tipo machão.
Embora não seja surpreendente o resultado, Garver-Apgar diz que a falta de um efeito semelhante com a inteligência masculina é desconcertante.
De acordo com ele, não foi encontrado qualquer efeito da inteligência dos homens na escolha de parceiros sexuais pelas mulheres no período fértil --algumas evidências sugerem que a inteligência está relacionada à qualidade genética.
Mais pesquisas devem ajudar a responder essas perguntas, sugerem os três pesquisadores.

O estudo sugere que a dor e a raiva diante da perda de um emprego ou de um divórcio podem ter um lado positivo, ainda que invisível na ocasião

O estudo sugere que a dor e a raiva diante da perda de um emprego ou de um divórcio podem ter um lado positivo, ainda que  invisível na ocasião
Antes de qualquer coisa, este novo ano certamente produzirá uma boa quantidade de histórias de redenção, narrativas improváveis de pessoas que superaram as demissões, as execuções de hipoteca e outros desastres de 2010. Elas conseguiram empregos melhores. Fundaram empresas de sucesso. Encontraram tempo para escrever um livro, estudar pecuária, aprender uma nova transação: gerar apenas o tipo de comentário sobre perseverança, autoestima e caráter que pode motivar os que ainda estão atirando coisas na televisão.
O caráter é uma boa coisa para se admirar, claro - quando a tempestade já passou e as amarras já foram consertadas.
Mas quando as pessoas estão realmente afundando, devido à perda do emprego, doenças, dívidas ou algum conjunto de problemas, elas não têm ideia de qual a mistura de caráter, conexões e sorte casual será suficiente para sobreviver. Para usar o termo dos psicólogos, eles não sabem quão "elásticos" são, ou qual a real importância da elasticidade.
Eu tenho o que é necessário? Ou este buraco é fundo demais?
"Assim como em tantas experiências da vida, os humanos simplesmente não são muito bons em prever como se comportarão frente a uma adversidade real", disse Laura King, psicóloga da Universidade do Missouri.
Recuperação
Os pesquisadores também não são muito bons com isso. Está claro que, com o tempo, a maioria das pessoas consegue se recuperar psicologicamente até mesmo de perdas devastadoras, como a morte de um cônjuge; mas as reações ao mesmo golpe variam enormemente, e ninguém pode prever com segurança quem irá melhorar rapidamente e quem irá mergulhar num sofrimento de longo prazo.
O papel dos genes é igualmente incerto. Num artigo publicado online em "The Archives of General Psychiatry", pesquisadores da Universidade de Michigan analisaram mais de 50 estudos - e concluíram que as variações num único gene determinam a suscetibilidade das pessoas para depressão após acontecimentos preocupantes. Mas uma análise anterior, feita com estudos similares, concluiu que as evidências não eram convincentes.
Novas pesquisas sugerem que a elasticidade pode, pelo menos, se relacionar tanto à frequência com que as pessoas enfrentaram adversidades no passado quanto com quem elas são - sua personalidade, seus genes, por exemplo - ou o que elas estão enfrentando hoje. Ou seja, o número de golpes da vida que uma pessoa recebeu pode afetar sua resistência mental mais que qualquer outro fator.
"A frequência faz a diferença: essa é a mensagem", disse Roxane Cohen Silver, psicóloga da Universidade da Califórnia, em Irvine. "Cada evento negativo que uma pessoa enfrenta leva a uma tentativa de enfrentamento, o que a obriga a aprender sobre suas próprias capacidades, sobre suas redes de apoio - para aprender quem são seus verdadeiros amigos. Esse tipo de aprendizado, em nossa opinião, é extremamente valioso para confrontos posteriores", até certo ponto.
Num estudo aparecendo na edição atual de "The Journal of Personality and Social Psychology", Cohen Silver, E. Alison Holman, também da Universidade da Califórnia, e Mark D. Seery, da Universidade Estadual de Nova York, em Buffalo, acompanharam quase dois mil adultos por vários anos, monitorando seu bem estar mental com pesquisas online. Os participantes, um diversificado grupo de americanos com idades entre 18 e 101 anos, listaram todos os eventos perturbadores que haviam experimentado antes de entrar no estudo, e todos os que apareceram ao longo do caminho. Isso incluía divórcios, mortes de amigos ou parentes, doenças graves e participação em desastres naturais.
Ou nenhuma das anteriores: um subgrupo dos participantes, com 194 pessoas, relatou não ter experimentado nenhum item da abrangente lista da pesquisa, com 37 ocorrências. "Nós nos perguntamos: quem são essas pessoas que conseguiram atravessar a vida sem enfrentar nada de ruim?", disse Cohen Silver. "Seriam elas hiperconscienciosas? Socialmente isoladas? Apenas jovens? Ou elas são realmente únicas?"
Elas não eram, segundo os pesquisadores. Ainda mais estranho, elas não eram as mais satisfeitas com suas vidas. Seu sentimento de "bem-estar" era basicamente o mesmo, na média, das pessoas que haviam sofrido até doze golpes memoráveis.
Foram aqueles no ponto médio, relatando de dois a seis eventos traumáticos, que tiveram as maiores notas nas diversas medições de bem-estar, e que mostraram a maior elasticidade em resposta a desgraças recentes.
Em resumo, as descobertas sugerem que a resistência mental é algo parecida com a força física: não se desenvolve sem exercícios, e entra em colapso quando sobrecarregada. Algumas pessoas no estudo relataram ter experimentado mais de doze acontecimentos graves, e isso era visível.
"Essas pessoas estavam realmente sofrendo", disse Cohen Silver, "e nós não minimizamos a carga de tais eventos quando se está passando por eles. Mas parece que, se você teve diversas experiências como essas, e não em demasia, acaba aprendendo algo".
Outros pesquisadores que examinaram o estudo foram mais cautelosos. George Bonanno, psicólogo da Universidade Columbia, afirmou que os resultados podem refletir parcialmente uma armadilha da memória. Mais especificamente, "pessoas que estão mais angustiadas tendem a se lembrar de mais eventos trágicos", disse Bonanno, autor do livro "The Other Side of Darkness" (O outro lado da escuridão, em tradução livre), por e-mail. Apenas isso já poderia explicar a correlação entre a grande quantidade de crises de vida e a atual queda de humor, disse ele.
Mas não explica tão facilmente as correlações na ponta inferior, segundo Seery. "As pessoas no estudo que se lembraram de apenas um evento negativo, ou nenhum, estavam piores do que aquelas com algumas ocorrências graves", disse ele. "Assim, elas estavam dispostas a admitir que não estavam tão bem, mesmo sem se lembrarem de acontecimentos estressantes da vida".
Reavaliação
A experiência pode oferecer mais que uma ideia do que esperar e de quem são os verdadeiros amigos de alguém. Num recente estudo na revista "Emotion", pesquisadores da Universidade de Denver e da Universidade de Basel, na Suíça, testaram a habilidade de 78 mulheres em reduzir a quantidade de tristeza que sentiam após assistir a um clipe de vídeo perturbador, usando uma técnica chamada reavaliação. A reavaliação vem naturalmente a muitas pessoas, e é uma forma de "tirar o ferrão" de uma situação ao recompor a forma pela qual ela é compreendida: "Eu não estava com medo de agir, estava inseguro; não possuía toda a informação". O estudo descobriu que as mulheres adeptas desse tipo de autotratamento eram menos suscetíveis a experimentar sintomas depressivos após crises significativas em suas próprias vidas.
Pode ser que experimentar alguns eventos ameaçadores ou perturbadores refine esses tipos de habilidades psicológicas, no próprio pensamento da pessoa sobre o problema ou em discussões com amigos.
De qualquer forma, o estudo sobre a elasticidade da vida sugere que a dor, a dúvida, a desorientação e a raiva que invadem a consciência frente à perda de um emprego, à execução de uma hipoteca ou a um divórcio podem ter algum lado positivo, mesmo que seja absolutamente invisível na ocasião.
"Talvez a coisa mais fundamental que se aprende com uma experiência como essa é que você pode enfrentar praticamente qualquer coisa", afirmou King. "Você pensa: 'Bem, isso pode ter me destruído, mas estou vivo'".
com informações The New York Times

A ocitocina é um hormônio que é peça fundamental no comportamento social. Tanto que é também conhecida como o “hormônio do amor”. Aumentar os níveis de ocitocina faz que as pessoas se tornem mais cuidadosas umas com as outras (como é o caso de mães que acabaram de dar à luz e que têm altas concentrações de ocitocina no organismo), faz também com que as pessoas se tornem mais generosas e mais propensas a confiarem umas nas outras.

Mas o aumento dos níveis de oxitocina faz que elas fiquem mais fáceis de serem enganadas? Moïra Mikolajczak, pesquisadora da Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, e sua equipe focaram nessa questão: o quanto a confiança decorrente do aumento da ocitocina era generalizada.
Para o estudo, Mikolajczak recrutou voluntários que recebiam a ocitocina na forma de spray nasal (uma parte, para controle, recebia sprays de placebo). Esses participantes foram então convidados para um jogo de laboratório envolvendo movimentação financeira. No jogo, qualquer quantia de dinheiro compartilhada com outro jogador e poderia ser triplicada em rodadas seguintes. Entretanto, as pessoas podiam escolher entre ficar com a quantia ganha na rodada anterior ou compartilhar com o próximo jogador.
Outro fator importante nesse jogo de laboratório era que os participantes não estavam na mesma sala e os outros jogadores envolviam indivíduos que pareciam mais propensos a sempre compartilhar as somas de dinheiro, pessoas que nunca compartilhavam e sempre ficavam com o dinheiro arrecadado em cada rodada e um um computador, com comportamento errático.
Os resultados, publicados no periódico Psychological Science, mostraram que os voluntários que haviam recebido a ocitocina na forma de spray nasal tinham níveis de confiança em terceiros muito altos, mas especialmente no computador (que alternava entre ficar ou dividir o dinheiro envolvido no jogo) e nos outros parceiros que se demonstravam confiáveis. Com isso, eles aumentavam as quantias compartilhadas em cada rodada. O mesmo comportamento não foi observado naqueles que haviam recebido o placebo.
Mas quando o assunto eram os jogadores pouco confiáveis (aqueles que nunca ou na maioria das vezes não compartilhavam o dinheiro ganho durante a rodada do jogo), estar sob o efeito da ocitocina não induzia à confiança cega. Os participantes sob efeito do hormônio evitavam compartilhar somas de dinheiro com esses indivíduos, assim como aqueles que estavam sob efeito do placebo.
A pesquisa indica que a ocitocina promove um maior nível de confiança nas pessoas, mas esse sentimento não é obtuso e livre de julgamentos: as pessoas continuam a ter uma visão crítica da situação. “A ocitocina não é uma substância mágica, e o nome hormônio do amor talvez não seja a forma mais ideal de denominá-la. Seus efeitos não são diretos e ainda há pontos sobre seu efeito no julgamento que precisam ser mais bem definidos”, dizem os pesquisadores.
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com informações da Psychological Science

Comer demais pode ser reflexo da escolha errada dos pratos ou da arrumação da cozinha, algumas vezes. Até mesmo a luz pode influenciar no quanto você come, diz uma pesquisa publicada no periódico Annual Reviews of Nutrition.

Abaixo, alguns sinais do que pode estar errado na sua casa e algumas dicas simples que podem ajudá-lo a ficar mais atento à dieta:
4. Seus copos são muito largos
As pessoas se servem mais vezes quando usam copos menores e mais largos do que quando estão com copos mais altos e finos. Isso porque nós costumamos olhar para a altura da coluna do líquido para basear a quantidade ideal da porção servida. Em um ano, é possível diminuir em muito a quantidade de refrigerante ingerida, somente mudando o formato dos copos.
Dica: use copos largos e baixos para beber água e longos e finos para consumir refrigerante ou sucos adoçados. Um copo a menos por dia de refrigerante, digamos, pode fazer você deixar de engordar até 400 gramas em seis meses.
5. Menor a embalagem, menor o consumo
Embalagens maiores podem fazer você economizar mais dinheiro, mas comprar embalagens muito grandes de cada produto que você consome também vai fazer que você prepare mais comida e, portanto, coma mais. Pesquisas apontam que, em média, as pessoas cozinham porções até 20% maiores quando usam produtos de embalagens grandes. Isso porque a sensação de que caso o produto, depois de aberto, não seja consumido e irá estragar, é natural na maioria das pessoas. Quase ninguém nota isso. Fazendo mais comida, você vai comer mais (pelo mesmo motivo: sensação de que o alimento se perderá).
Dica: quanto maior a embalagem, mais você vai querer consumir rapidamente, então, prefira os produtos embalados em sacos e latas menores. Se é apenas pra ter quantidade e sensação de fartura, opte por comprar mais frutas ou verduras frescas. Assim você vai fazer questão da salada em todas as refeições, por exemplo.
6. Não use potes transparentes
Apenas ver comidas tentadoras já faz as pessoas ficarem famintas. Isso é causado pela dopamina, um neurotransmissor que é responsável pela sensação de prazer e que é liberado assim que você vê algo pronto para ser devorado.
Dica: prefira potes opacos e não os deixe à mostra. Além disso, tenha sempre alguns “snacks” saudáveis que sirvam de distração com baixas calorias.
7. Não sirva na mesa
Se você tem as vasilhas de comida à sua frente, você só vai parar de comer quando elas estiverem vazias. Deixe-as na pia ou no balcão da sua cozinha. Assim, você vai ter de levantar toda vez que quiser se servir (isso já é um pequeno gasto calórico) e quando acabar o prato não vai ficar desejando aquele último pedaço ou porção que ficou sobrando. Além de tudo, você não corre o risco de ficar solteira (lembrando o ditado popular).
Dica: faça como no restaurante: monte o prato de uma forma esteticamente agradável e se concentre naquela quantidade. E use a salada como válvula de escape: essa sim você pode abusar e repetir quantas vezes quiser (desde que o molho seja light).
informações da Redação/ OQueEuTenho?/UOL
Ter o corpo definido é um dos principais desejos de grande parte da população, especialmente entre os jovens. Com objetivo de conquistar os tão sonhados músculos, sem ter de se dedicar anos a fio aos exercícios e à dieta balanceada, muitas pessoas se veem tentadas pelos milagres dos anabolizantes.

Apresentados por amigos ou até mesmo por instrutores que se fazem passar por especialistas no assunto, estes jovens sentem rapidamente os efeitos no espelho e logo propagam a outros colegas as maravilhas dos resultados.
Porém, cedo ou tarde os problemas começam a aparecer. E são prejuízos que vão desde a dependência psicológica até um ataque cardíaco fulminante.
Na opinião do cardiologista Paulo Celso Moreira, membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), não há milagres. “O ideal é a pessoa fazer musculação e ter uma dieta adequada. Para rendimento de crescimento muscular, proteínas e carboidratos associados à alimentação oferecem maior projeção ao treino, mas sempre sob orientação competente e sem exageros”, diz o cardiologista.
Segundo o Nabil Ghorayeb, especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte e responsável pela Seção de Cardiologia do Esporte do Hospital do Coração (HCor), o aparelho cardiovascular é uma das vítimas do uso indiscriminado destas substâncias.
Além de hipertensão arterial, ocorre um aumento das gorduras LDL (colesterol ruim) e diminuição importante do HDL (colesterol bom) que chega cair até níveis de 14 mg% (o normal é acima de 40 mg%). Os muitos enfartes do miocárdio em usuários de anabolizantes têm ocorrido devido a isso.
O crescimento exagerado e anormal do coração é outro efeito terrível, em curto período de tempo. “No nosso serviço registramos seis levantadores de peso usuários de anabolizantes que tiveram complicações circulatórias antes dos 30 anos”, afirma Ghorayeb.
Perigo nas academias
Nas academias, seu uso provavelmente é ainda mais frequente. Um dos motivos é o acesso fácil. “A garotada não tem ideia do risco que está correndo comprando anabolizantes de forma ilícita, muitos deles de uso veterinário, tomados literalmente em doses cavalares”, ressalta Ghorayeb.
Outros efeitos do uso de anabolizantes são a atrofia dos testículos, dos ovários e alto risco de câncer de fígado. “Mesmo depois de sofrer um enfarte, um dos fisiculturistas atendidos dizia que continuaria usando porque aquilo era a vida dele”, conta o especialista.
Com esse tipo de exemplo, o melhor é que os pais de adolescentes estejam sempre atentos. “Todo crescimento acelerado de musculatura deve ser investigado. O problema não é virtual, pode causar graves doenças crônicas e até impotência”, alerta.
O especialista também sugere aos médicos que abordem mais o tema com seus pacientes desta faixa etária mais suscetível. “Deve haver explicação e elucidação. Temos de explorar mais a questão em consultório, pois estamos em condição de informar a população de forma correta”.
Anabolizantes e os atletas profissionais
Uma das principais características dos usuários de anabolizantes é não admitir o uso da substância. Isto se torna um problema, principalmente em relação a atletas profissionais.
“Mesmo informados sobre os riscos, os brasileiros são famosos por achar que nada causará problema”, diz Ghorayeb. “Prova disso é o aumento vertiginoso de casos confirmados de doping. Em 2009 batemos o recorde em detecção de doping no Brasil, com mais de 30 atletas pegos em testes que confirmavam o uso de anabolizantes”. Nestes testes também são flagrados os que fazem uso de diuréticos, que embora não condenem o atleta, estão relacionados aos anabolizantes, pois mascaram seu uso.