DR. RELACIONAMENTO

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'Eu já namorei isso?' ,'Eu só podia estar cega e louca!', 'Graças a Deus tudo acabou e me livrei daquele encosto!' 

Pesquisa: A equipe do Dr. Relacionamento foi até as ruas para ouvir elas, às mulheres - lançamos para elas a seguinte questão: O que você gostaria de dizer para o seu ex?



Veja abaixo as 20 respostas mais comentadas pelas mulheres. Será que a sua resposta está abaixo? Confira!


1. Tenho sonhos eróticos com o seu melhor amigo. E já transei com você pensando nele.


2. Mais para a esquerda, mais para a direita, mais rápido... não tão rápido.


3. Você é um idiota mesmo.


4. Não, eu não gostei do presente.


5. Você acha mesmo que eu acredito que acabou a bateria do seu celular?


6. Acho um saco quando acordo no meio da noite — ou a qualquer hora — com você roncando.


7. Tamanho é documento, sim. E, não, você não sabe fazer sexo oral.


8. Na verdade, eu já tinha feito isso antes. Várias vezes.


9. O meu ex-namorado foi o melhor sexo da vida, e não você.


10. Eu sei que você sente tesão por aquela cafona do seu escritório.


11. Essa sunga branca é coisa de boiola.


12. Não suporto esse gel que você usa na cabeça e lambuza minha mão.


13. Acho um saco almoçar na casa dos seus pais todos os domingos.


14. Você cozinha só mais ou menos. Prefiro qualquer restaurante.


15. Não tô nem aí se esse vinho é safra 1987, maduro e cheio de juventude, encorpado mas miraculosamente seco e delicado.


16. Acho ridículo que você, com essa idade, abrevie palavras como valeu (vlw), não (naum), falou (flw), aqui (aki), cabeça (kbça) etc.


17. O vestido custou R$ 898 — e não R$ 200. E isso é um problema exclusivamente meu e do meu gerente.


18. Eu não te amava, mas gostava da sonoridade do "Eu amo você". É romântico.


19. Muitas vezes me pergunto o que estou fazendo com você.


20. Você não quer mais? Graças a Deus!

Existe diferentes motivos pelos quais os homens não costumam trair suas parceiras


As mulheres em geral ficam sempre preocupadas quando o tema é traição, elas e suas idéias 'mirabolantes'(ou não...risos), revelam em diversos momentos razões e mais razões para serem traídas pelo seus parceiros. Vamos tentar ver o outro lado da situação - Sim, pois também é possível identificar motivos pelos quais eles, os homens, não traem. Mate a sua curiosidade e descubra o que impede os homens de trair:

1. Os pais dele têm um casamento feliz

É bem provável que ele carregue essa imagem como um valor. Inconscientemente, fará o possível para reproduzir o histórico familiar bem-sucedido. Com você!

2. Você sabe valorizá-lo

A probabilidade de seu amor pular a cerca será menor se você souber demonstrar quanto o admira. Preste atenção no modo como julga os gostos dele. Fazer cara feia quando ele vê o canal de esportes será entendido como censura.

3. Ele é autoconfiante

Homens que gostam de si mesmos são menos propensos à infidelidade. Alerta máximo: se o parceiro está sempre buscando a aprovação alheia, são maiores as chances de ele dormir com outra, especialmente em momentos de crise. Em vez de resolver o problema com você, ele resolve com uma periguete...

4. O sexo é bom

Homens tendem a ser infiéis quando o sexo está ruim ou raro na relação. O mais importante é driblar o comodismo que geralmente toma conta da vida sexual de um casal que está junto há muito tempo. Não estão a fim? Fiquem!

5. Vocês conversam sobre tudo

Se ele não consegue dizer o que não está legal no relacionamento, é provável que arrume outro jeito de deixar você saber: tendo um caso. Verbalizar não é o ponto forte do seu amor? Crie situações para que os dois possam falar sobre tudo, sem se sentir julgados, como em um jantar romântico a dois.

6. Ele valoriza a fidelidade

Se ele se importa em ter uma relação estável e segura, provavelmente não enganará você. Já se vê a fidelidade como uma regra banal e restritiva, cuidado.

Saiba quais são as cinco mentiras sobre o casamento e conheça algumas estratégias que ajudarão a evitar o fim da relação

Existem muitas mentiras sobre o casamento que precisam ser desmascaradas e combatidas. Só assim você conseguirá preservar um relacionamento saudável. O casamento feliz é uma conquista diária, que exige tanto esforço quanto uma carreira profissional de sucesso. Reconhecer essa fragilidade e construir um projeto para preservá-lo é vital para não ver a sua união acabar em divórcio, uma experiência difícil e dolorosa.

Confira algumas mentiras e verdades:

1. Mentira - você só precisa de amor e tudo vai dar certo
Verdade - Só o amor não é suficiente para o sucesso do casamento

Muitas pessoas insistem em acreditar que o casamento motivado pelo amor romântico tem o extraordinário poder de afastar os graves problemas da vida. Não se engane: essa história de que encontramos a alma gêmea, a pessoa que nos amará incondicionalmente até o final dos tempos, não importa o que fizermos, é pura ilusão. Seu parceiro na aventura do casamento não é perfeito nem adivinho, e será preciso dizer a ele o que faz você se sentir amada e até onde vai a sua tolerância. O primeiro passo é ter uma conversa franca consigo mesma. Por exemplo, se tem mania de ordem ou não suporta que ele chegue atrasado, assuma esses desejos e discuta-os abertamente. Assim você dará ao outro a oportunidade de aceitar esses limites ou perceberá com clareza o quanto terá que lutar para tentar mudá-los. Em geral, as pessoas evitam os assuntos capazes de produzir atritos no relacionamento - dinheiro, sexo, educação dos filhos - sem se dar conta de que são exatamente os que mais causam separações. Também tendem a ignorar o que lhes parece sem importância: a pasta de dentes destampada, a roupa suja no chão do banheiro, o jornal embaralhado. Se evitar esses probleminhas, eles não vão desaparecer; pelo contrário, vão minar lentamente a relação.


2. Mentira - Eu falo o tempo todo e ele não me ouve
Verdade - Uma boa comunicação requer muito mais do que uma conversa franca

Vivemos numa sociedade que nos estimula a ser francas sobre nossos sentimentos, mas não nos ensina a falar deles sem agressividade. Se chegamos em casa irritadas, é fácil descontar no parceiro e nos filhos e, assim, azedar a noite. Num mundo perfeito, deveríamos ser capazes de dizer: "Olha, tive um dia ruim e preciso de meia hora para relaxar. Daqui a pouco volto para conversarmos melhor". Em tese, qualquer adulto é capaz de se acalmar por pior que tenha sido o dia. Acontece que, se alguém reage mal a nós, temos uma incrível capacidade de pagar na mesma moeda, produzindo uma espiral de decepção e ressentimento. Quando o amor se transforma em decepção, é natural que haja um distanciamento emocional, e a separação pode ser só uma questão de tempo. Daí a importância de dominar a comunicação, evitando raiva, desprezo e sarcasmo. Procure sempre falar primeiro do que magoa você, não da sua irritação. Peça, de boa-fé, expressando com clareza e gentileza os seus desejos, em vez de fazer exigências. Exponha seus sentimentos sem dar à conversa um tom de crítica; isso aproxima os casais e favorece a intimidade duradoura.


3. Mentira - As pessoas não mudam
Verdade - A mudança é sempre possível, e pequenas mudanças produzem grandes resultados

Cedo ou tarde, na terapia da maior parte dos casais, alguém sempre pergunta se as pessoas podem, de fato, mudar. Isso é possível, sim. A questão é o que pode mudar e os fatores que impedem a mudança. O maior obstáculo é a crença de que não é você que precisa de ajustes – o problema é com o outro. Para evitar essa armadilha, tenha em mente que a mudança é uma luta em direção à maturidade e que é nossa obrigação crescer dentro do relacionamento conjugal. Ou seja, melhorar. E quanto é preciso mudar para tirar o casamento do impasse da estagnação? Em geral, muito pouco. O segredo é estimular no cônjuge a menor mudança possível que seja capaz de satisfazer você e, ao mesmo tempo, convencer seu parceiro de que não será tão ruim assim. Essa atitude recebe o nome de solução dos 10%. Jacobs se recorda de ter atendido uma mulher que não trabalhava fora e se queixava de que o marido nunca ligava durante o dia para saber dela. Com isso, não se sentia amada. Ele sugeriu a esse marido que, por mais ocupado que estivesse, ligasse uma vez por semana; a mulher, por seu lado, se comprometeria a ter conversas breves. Era uma mexida tão pequena na rotina que parecia ridículo dizer "não": acataram a sugestão. Hoje, ele liga várias vezes por semana, a mulher se sente lembrada e a relação melhorou. Coloque na mesa de negociações as mudanças capazes de ajudar você e seu casamento. Faça pequenos pedidos, com calma e sem acusações. Explique as razões. Pode ser a chance de que seu casamento precisa para prosseguir saudável.

4. Mentira - Quando você se casa, constitui a própria família
Verdade - Você leva sua família de origem para o casamento, por mais que se esforce por mantê-la afastada

Quem quer preservar uma relação amorosa por muitos anos precisa ter consciência da influência das tradições familiares sobre sua vida. Muitos casais acabam repetindo situações indesejáveis, seja perpetuando o padrão, seja criando um modelo novo, porém igualmente nocivo. Uma criança que cresce vendo os pais brigarem pode, por exemplo, imitá-los na vida adulta. Ou evitar conflitos a todo custo, o que é igualmente ruim. É importante saber reconhecer os padrões negativos que herdamos da nossa família e fazer escolhas conscientes sem deixar de afirmar o nosso amor. Busque manter um bom relacionamento com seus pais e nunca corte os laços totalmente, ainda que a influência da família seja muito complicada. Os laços de sangue são para sempre.

5. Mentira - O casamento igualitário é mais fácil que o casamento tradicional
Verdade - O casamento igualitário permite negociar as diferenças com mais justiça, mas quase sempre com grande dificuldade

Um novo modelo de casamento está em alta. Nele, marido e mulher querem ter voz igual na parceria. Dividem as responsabilidades e tomam decisões conjuntas sobre despesas e planos futuros. Quando têm filhos, em geral se comprometem a dividir igualmente as obrigações. Na teoria, é uma mudança bem-vinda em relação aos casamentos do passado. Na prática, a passagem do velho para o novo paradigma está cheia de armadilhas. Muitos homens esperam que a mulher trabalhe e contribua, mas continuam supondo que ela cuidará da casa. Muitas mulheres negligenciam a administração doméstica ou a educação dos filhos porque estão mais preocupadas com a carreira. A maioria dos casais está num dilema e se culpa mutuamente pela frustração com seus papéis. A saída para esse nó é elaborar uma lista de tarefas que deve ser dividida de maneira justa, levando em conta algumas questões: quem faz isso melhor? Quem adora ou detesta fazer determinado trabalho? Vocês podem se revezar? Uma vez fixados os deveres e responsabilidades, é preciso praticar a arte de manter-se em silêncio, sem espezinhar, enquanto o outro faz a sua parte. E notar e elogiar o esforço do outro. É impressionante como os casais se esquecem disso.

com informações /claudia.abril.com.br
Segundo pesquisa, eles mentem sobre emprego, dinheiro e renda financeira




Durante séculos, as mulheres vêm tentando descobrir por que os homens mentem constantemente - especialmente na fase de namoro. Um novo estudo feito pelo site de relacionamentos PUA Training descobriu que a maioria deles, 79,3%, mentem sobre dinheiro, empregos e renda financeira às parceiras. As informações são do site Ask Men.
Uma das explicações levantadas pela pesquisa é o desejo de se vangloriar e contar vantagem do público masculino, porque os homens acreditam que os bens materiais impressionam as mulheres.
A boa notícia é que a maioria dos homens participantes do estudo admitiram não gostar de mentiras; 67% preferem dizer a verdade, se eles sentirem que ela será suficiente para agradar à pretendente ou parceira

Será que você sabe mesmo!?: Seu parceiro, noivo ou namorado já lhe confidenciou o quanto ganha? Ou será que ele está escondedo todo o 'Ouro' de você?
Não conseguir definir o que rola entre você e seu parceiro é irritante, não é verdade? Volta e meia as pessoas ao seu redor perguntam o que está acontecendo entre você e a pessoa com quem está saindo e, antes de dar a resposta, há aquela tradicional troca de olhares em busca de uma boa retorno...

Sabendo que essa dúvida chega a tirar o sono de muita gente, a heart hunter e terapeuta sexual, Cláudya Toledo, realizou uma enquete entre seus clientes da agência de relacionamentos A2 Encontros e elaborou um estudo comportamental sobre os três estágios do relacionamento: amizade, namoro e casamento.

Veja o que ela concluiu e, a partir de agora, aprenda a definir melhor seus relacionamentos:

Só Amizade
- Quando se fala constantemente de antigos amores;
- Não há atração sexual (de nenhum grau, do moderado ao avassalador);
- Saem juntos e nunca rola aquele "clima" (de suar mão, gaguejar, ter palpitação).

Vai dar Namoro
- Ambos querem ficar juntos a maior parte do tempo;
- Dão satisfação do que vão fazer; se falam o tempo todo;
- Descartam antigas paixões;
- Apresentam o outro aos amigos e família.

Quase Casamento
- Idas frequentes à casa da família do outro;
- Fazem planos para o futuro;
- Estão sempre juntos;
- Um confia no outro profunda e verdadeiramente.

E se a sua meta é mudar de estágio, Cláudya conta que para os que desejam namorar, a dica é deixar o interesse bem claro, de forma amorosa e encantadora. Nada de se manter nas ficadas.

“Procure por pessoas que se apaixonam. Quem nunca amou dificilmente tem esta condição interna e disponibilidade para tal”. E finaliza: “Pessoas que confessam que se sentem sozinhas têm grande disponibilidade para se comprometer, gostam da sinergia de ser casal.

Estudo afirma que filmes pornográficos podem prejudicar desempenho sexual

Para as mulheres que ficam com a ‘pulga atrás da orelha’ com o fato dos parceiros assistirem filmes pornô com uma certa frequência, mais um motivo para se preocupar. De acordo com estudo do urologista Carlo Foresta, da Universidade de Pádua, publicado na revista americana Psychology Today, o excesso de consumo de material pornográfico pode diminuir a libido dos homens e até causar disfunção erétil em alguns dos casos.

Segundo o médico, 70% dos pacientes em busca de tratamento para problemas sexuais revelam ser consumidores assíduos de pornografia. Ele ainda afirmou que a razão para que os jovens tenham esse bloqueio se deve em parte ao desenvolvimento da sua sexualidade a partir de relações dissociadas da vida real.

Apesar dos estímulos visuais e a masturbação serem vistas como uma prática normal, principalmente no universo masculino, o prazer solitário é preocupante, sem contar que a constante exposição a materiais pornográficos podem influenciar diretamente na autoestima do parceiro, já que servem de parâmetros de comparação, o que gera questionamento sobre a própria performance sexual ou quando se torna requisito básico para que haja uma ereção.

Para quem tem sentido o parceiro ausente ou está percebendo que os estímulos visuais tem se tornado constante na vida a dois, a primeira atitude que você deve ter é conversar com o seu companheiro e expor como se sente em relação ao assunto, claro, com todo cuidado que a circunstancia exige. No entanto, se isso não funcionar, o melhor é procurar a ajuda de um especialista para encontrar a melhor forma de ajudá-lo. Afinal, a dependência pornográfica não é apenas um mito e existe sim.

Mudanças sempre são bem vindas, principalmente aquelas que podem SALVAR O SEU CASAMENTO! 

Pequenas mudanças para o relacionamento não cair na rotina

Vocês dois mal se falam, as brigas e discussões aumentaram? E o momento do casal, ainda existe?
Bom, se a relação continuar nesse caminho temos fortes indícios de um possível fim. Mas, calma, nem tudo está perdido - você ainda pode inverter essa situação. 
Que tal repensarmos na rotina do seu relacionamento, fazermos algumas mudanças e fazer desse relacionamento desgastado, um NOVO relacionamento.

Responda o teste do Dr. Relacionamento e avalie. Quando foi a ultima vez que vocês...

... andaram de mãos dadas?
A troca de carícias, massagem, mãos dadas, beijo na boca - devem estar sempre presentes no dia a dia e na rotina de um casal. Presentear o parceiro ou a parceira também. 
Essa troca de sentimentos físicos (expressados através do toque) é muito importante para os dois, com o passar do tempo alguns casais tendem a esfriar. E não se preocupam tanto com esses pequenos gestos que fazem sim, a diferença em um relacionamento.
Seu marido ou sua esposa chegou do trabalho, receba ela ou ele com um beijo, com um abraço, vale até mesmo oferecer-se para fazer uma massagem. Nada melhor do que uma boa massagem nas costas, após aquele dia estressante de trabalho - não é verdade?!
São gestos pequenos e que ajudam muito na melhora do seu relacionamento. 

... saíram para jantar?
Para que um relacionamento seja bem sucedido, o casal devem fazer dois tipos de investimentos: nos interesses próprios e nos conjugais. Programas a dois, sair com amigos, viajar, fazer algo que realmente saia da rotina, ou até mesmo algo que nunca pensaram em fazer juntos. Que tal saltar de paraquedas juntos? porque não? 
Tem medo de altura, então, o que acha de fazer uma trilha? Se forem mais tradicionais, tudo é valido, até mesmo um simples jantar em algum lugar diferente, nesse momento você deve usar a sua imaginação. O importante nesse caso não é o local, mas sim o momento a dois que vocês estão tendo. Longe da rotina de trabalho e de obrigações domésticas, que atrapalham o relacionamento e escondem o lado divertido e descontraído do parceiro.

... tiveram uma conversa(discussão) amigável?
A famosa e temida(pelos homens) D.R. O grande problema da discussão é exatamente por ela ser uma discussão, e não uma conversa. A mulher já começa o 'debate'(sim, se transforma em um debate) com 7 pedras na mão, e o homem já foge(alguns até correm), dizendo que ela é chata, doida, estérica e que só sabe fazer cobranças.
Uma conversa saudável e inteligente sempre é bem vinda e ajuda muito, claro, que o bom senso tem que estar presente. Tanto da parte de um como da parte do outro. 
Não adianta você começar uma conversa (uma D.R), apontando ou gritando os defeitos e os erros do parceiro. Primeiro que ele não vai gostar, segundo que ele pode ter feito algo que nem se deu conta de que fez (ele pode fingir isso também, fique atenta.)
O ideal é começar a conversa perguntando se tem algo errado, em seguida você explica o que lhe incomoda, escute à resposta, e com o decorrer das respostas você constrói todas as outras perguntas. Por favor, seja racional, não adianta se exaltar e muito menos brigar. Você fala, escuta, um de cada vez. Consciência e inteligência sempre, você quer salvar o relacionamento mas também não vai aceitar ser feita de besta.

... realmente riram na cama?
Vocês se divertem e riem juntos? Na cama ou fora, é extremamente importante que o casal tenha momentos de descontração. As mulheres, sobretudo, adoram homens que as façam rir.  O bom humor, ajuda tanto no relacionamento quanto na cama, ele da um tempero a mais no sexo. Os homens também gostam de mulheres bem humoradas, divertidas, acredite isso faz a diferença para eles, mulheres simpáticas são as ideias. Mas tomem cuidado pra não dar uma de BOZO(aqueles né; Alô criançada o Bozo chegou!), e exagerar no bom humor, ninguém quer um cômico do seu lado - tenha bom senso.

... tiveram uma relação sexual?
Se as obrigações do cotidiano se tornam mais importante que o sexo, é inevitável, a vida debaixo dos lençóis é prejudicada e desanda completamente. Ainda mais quando os filhos são pequenos, o sexo acaba entrando para a categoria das obrigações e vira um dever a ser comprido, o que também não é nada bom para a relação. Se o casal não tem uma boa sintonia sexual o prazer não é totalmente satisfatório. E isso nos leva a repetidas experiência negativas e frustrantes fazendo com que a pessoa evite o rala e rola, ela vai perdendo o tesão gradativamente. A procura diminui e cai para 1, 2 ou 3 vez no mês, e olhe lá... (claro que isso é um caso extremo, não deixei e nem espere chegar a essa porcentagem mínima. Por favor!)
A solução? Uma boa e madura conversa entre o casal, os dois precisaram redescobrir o prazer, renovar o sexo. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, claro, respeitando os seus limites também, não vai fazer algo que você nunca faria e que possa se arrepender depois, encontre algo que agrade os dois. Invista nisso e faça algumas mudanças ao decorrer do tempo para não cair na rotina novamente. 

... fizeram planos financeiros juntos?
O dinheiro, aonde investir? Conversar sobre o dinheiro é necessário, pois alem dos planos conjugais existem também os individuais. Não se deve também falar sobre isso a todo momento. Existem horas certas, o casal precisa administrar as contas e o dinheiro de uma maneira que favoreça os dois, sempre. Afinal, são um casal tanto um como outro tem seus deveres e obrigações, alimentação, saúde, lazer, filhos, educação. Tome cuidado, porque falar sobre dinheiro e como administra-lo pode ser um pouco desgastante, ainda que não tenham chegado a uma conclusão. O assunto pode ser retomado em outro momento. 

... disseram "Eu amo você porque..."
É tão bonitinho ver um casalzinho de namorados juntos no começo da relação, eles dizem 'Eu te Amo', quase que o tempo todo, por qualquer motivo. Ao passar dos anos, as pessoas se esquecem de dizer o porque amam os seus parceiros, e esquecem também o real significado dessa palavra, e quando dizem, falam de uma forma egoísta; "- Ah, eu Te Amo, porque você é uma pessoa que cuida de mim e dos nossos filhos, não nos deixa passar fome... e blá, blá, bla". Amar é mais que isso, o amor é uma palavra muito forte - dentro dela esta embutida vários outros sentimentos, como respeito, admiração, carinho, confiança e etc. Dizer que Ama alguém é uma maneira de dizer tudo isso em uma única palavra. 
Diga  e demonstre de forma clara ao seu parceiro o porque, e o quanto o ama. O amor move as pessoas.

por DR Relacionamento / Ricky Moscoutti

A paixão não dura para sempre, mas o amor e o companheirismo podem construir uma relação duradoura


O amor, a amizade e o companheirismo são os ingredientes para uma união feliz.

Cadê a fórmula mágica?
Um dos principais dramas envolvendo o casamento é a obrigação da relação se constituir em uma "união perfeita". Assim, o casamento seria o que nos faria viver experiências extraordinárias, como num conto de fadas. Se fosse assim, os casamentos não estariam durando cada vez menos por aí. Claro que o amor é lindo, que o casamento foi inventado para dar certo, mas é um tremendo desafio manter-se casado.

Paixão não é o essencial
Todos nós fomos acostumados a esperar pelo amor romântico, tão bem ilustrado no mito de Tristão e Isolda. Os jovens se enamoram, mas não conseguem viver o grande amor.

A história nos ensina que essa índole romântica é na verdade a sensação que qualquer pessoa pode ter, mesmo estando casada, de se dar o direito de jogar tudo para o alto e partir para viver uma grande aventura se tiver essa oportunidade. É como se houvesse alguma coisa à nossa espera nos oferecendo o significado e a empolgação que faltam (ou estão acabando) no casamento.

Gerenciando os humores
O psiquiatra Robert Johnson tenta afirma que o casamento é aquilo que podemos resumir numa única palavra: estabilidade. E é por isso que tanta gente o acha tedioso.

Seguindo esse raciocínio, a relação a dois não deve ser, então, uma felicidade absoluta ou um inferno na Terra. É o caminho do meio. Por isso, não podemos permitir que nossos humores nos possuam. Por que quando isso acontece perdemos logo a capacidade de discernimento.

Veja o que escreve Johnson: "Quando o marido acorda com o 'pé esquerdo', a mulher pode-se perguntar o que foi que ela fez. E vai perguntar ao marido e ele, de mau humor, acaba achando que ela tem alguma culpa pelo que ele está sentido. A situação se agrava e surge um desentendimento".

A verdadeira graça
Mas existe amor verdadeiro? Quais os sintomas? Já vimos que a paixão não é fundamental. Na verdade, livrar-se das projeções criadas pela paixão é um grande favor que fazemos a nós mesmos. Livres disso, descobrimos o ser humano que existe no outro. Ora, é aí que está a graça!

Porque, ao enxergar isso, temos a oportunidade de construir uma relação nova. Só o amor conduz a esse processo. E, no casamento, o amor deve ser compreendido como afeto e compromisso. Até amizade. Por sinal, em um dos ritos hindus do casamento, o noivo e a noiva juram solenemente: "Você será meu melhor amigo".

Descobrir prazer nas coisas que se repetem todos os dias é um dos mandamentos para um casamento feliz.

No fim, a grande surpresa
A obra de Robert Johnson disseca o casamento usando uma ferramenta confiável: os mitos. E ali encontramos várias confirmações sobre o quanto são inseparáveis a amizade e o compromisso. Tudo indica ser essa união a essência do amor verdadeiro.

E, quando ela existe no casamento, o marido ou a mulher estão sempre encorajando um ao outro. Mesmo que um descubra os defeitos do outro - o que é certo acontecer -, não caem na tentação de criticar-se, optando por segurar as pontas.

"Amar é saber falar e calar", diz a psicóloga Maria Angélica Sampaio, 49 anos, casada há 21 anos com o engenheiro Antônio Sampaio, 48 anos.

É preciso mesmo ter paciência, confiança e compreensão. Nesse ambiente, a vida a dois pode nos conferir ao menos uma grande surpresa: descobrir que não é nem tanto amor o que precisamos, nem nos sentirmos amados, mas sim ter coragem e determinação para amar. E sempre que possível, claro, não deixar a toalha molhada em cima da cama ou a roupa jogada no chão.

Os sete mandamentos da união estável

1. Falar e calar nas horas certas. Mais ainda, saber não perguntar quando já sabe a resposta.
2. Conhecer tão bem os defeitos e as qualidades do outro que é até capaz de esquecê-los quando é preciso.
3. Saber andar lado a lado, mesmo quando seu destino é diferente do destino do outro.
4. Ser capaz de dividir os sonhos de forma que eles deixem de ser "meus" e passem a ser "nossos".
5. Perder a noção dos dias da semana e das horas no relógio, mesmo que apenas por alguns instantes, quando estão juntos.
6. Surpreender o companheiro com presentes e mimos, sem data marcada nem hora certa.
7. Descobrir prazer nas coisas que se repetem todos os dias e temperar o relacionamento com humor.

com informações VidaSimples

Alyse Baddley, 21 anos, não aguentava mais ser trocada por um joguinho de videogame. Irritada, em vez de encher o marido, Kyle, de gritos, resolveu colocá-lo à venda em um site popular, nos Estados Unidos.
A ação foi orquestrada com a sogra. Como propaganda, Alyse publicou que o maridão "gosta de comer e de jogar videogame durante todo o dia". Além disso, ele é muito fácil de criar, basta "alimentá-lo e hidratá-lo de 3 a 5 horas".
O possível comprador teria de dispor de uma casa com internet e espaço para jogos. No anúncio, Alyse também se disse disposta a trocar Kyle por outro marido.
A americana de Logan, em Utah, se surpreendeu com a quantidade de respostas que recebeu, tanto de homens como de mulheres.
Uma delas se ofereceu a treinar Kyle por um tempo antes de devolvê-lo. Já um homem disse que estava disposto a ser trocado e que, em vez de videogames, preferia livros.
Segundo Alyse, algumas pessoas levaram o anúncio a sério e se mostraram preocupados quanto ao relacionamento do casal.
O pai de Kyle, Scott Baddley, não foi motivos para preocupação. De fato, após a brincadeira, seu filho parou de dedicar tanto tempo aos joguinhos e agora vem se mostrando mais atencioso com a mulher.
Alyse e Kyle se casaram em 2010, pouco antes dele ter sido mandado para o Afeganistão para completar seu serviço militar.
"O anúncio foi uma brincadeira. Amo meu marido e ele me ama", afirmou Alyse. "Não esperava que ninguém iria me responder, mas o anúncio repercutiu bastante. Foi bem legal", completou.

com informações ABC News

O fim de um relacionamento nunca é fácil. Mas enquanto uns superam esta fase sem grandes sofrimentos, outros permanecem por bastante tempo tristes sem conseguir “deixar para trás” o que passou. O que explica esta diferença? Autocompaixão. É o que mostra um estudo publicado no periódico Psychological Science.
No estudo, autocompaixão foi definida como a combinação de bondade para consigo mesmo, compreensão de que perdas e rompimentos acontecem com todos e habilidade de deixar as emoções dolorosas passarem.
“A autocompaixão pode promover resiliência e resultados positivos na hora de enfrentar um divórcio”, diz o psicanalista David Sbarra, que liderou o estudo com pesquisadores da Universidade do Arizona.
O estudo envolveu 105 pessoas, entre homens e mulheres, com idade média de 40 anos. Todos eram recém-divorciados (há quatro meses aproximadamente) vindos de relacionamentos que duraram em média 13 anos. Na primeira visita, eles tiveram 30 segundos para falar sobre o ex-companheiro e quatro minutos para falar sobre seus sentimentos e pensamentos sobre o fim da relação.
Codificadores treinados ouviram as gravações e mediram os níveis de autocompaixão com base em uma escala. Os participantes também fizeram parte de outros testes para analisar traços de personalidade como depressão. Depois da visita inicial, os pesquisadores voltaram a entrevistar os participantes três, seis ou nove meses depois da primeira visita.
Como esperado, as pessoas com alto nível de autocompaixão no início da pesquisa superaram mais rápido e estavam melhor depois de alguns meses. Como esses dados podem ajudar as pessoas a enfrentarem um término de relacionamento?
“Não é fácil dizer para uma pessoa ser menos ansiosa. Você não pode mudar sua personalidade tão facilmente. Sabemos também que as mulheres superam perdas melhor do que os homens. Mas você também não pode mudar o seu sexo. O que você pode mudar é a sua postura em relação à sua experiência”, avalia Sbarra. “Compreender a sua perda como parte de uma experiência humana maior ajuda a amenizar os sentimentos de isolamento. Ajuda também a sentir menos ciúme ou raiva, não ficar fazendo julgamentos ou ruminando o passado”, finaliza.
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com informações da Association for Psychological Science
Roda Viva é um programa de entrevistas que existe desde 1986, quando a democracia engatinhava após o regime militar e a TV Cultura abriu um espaço para um programa que sempre será atual. Entre tantas entrevistas geniais, a equipe do Dr. Relacionamento recomenda a vocês a da psicanalista Dr. Regina Navarro.



No debate, ela abordou assuntos como casamento, bissexualidade, além de outros temas que envolvem amor e sexo
A psicanalista também aproveitou para defender o casamento, mas com ressalvas. ' Um casamento pode ser ótimo, mas as pessoas precisam reformular as expectativas que alimentam sobre a vida a dois.' teoriza ela, que já foi casada três vezes.

Assista o programa e aprenda tudo sobre casamento, relacionamento e, amor e sexo.













Uma verdade é que todo mundo já traiu em algum momento da vida, nem que tenha sido só em pensamento. E a outra verdade é que está aí um assunto sobre o qual só conversamos com aquela amiga-irmã, sob a promessa de sigilo absoluto. E é justamente pensando naquelas pessoas que estão em busca de uma aventura anônima, que estão surgindo as redes sociais especializadas em quem quer arrumar um amante virtual - ou real.

O site "AshleyMadison", por exemplo, é um desses sites. A rede canadense existe há cerca de dez anos, já atua em vários países ao redor do mundo, e será lançada no Brasil em meados de agosto. "Fizemos pesquisas que destacou que os casos extraconjugais são comuns no Brasil", explica Jas Kaur, diretora de operações do AshleyMadison, que revela que 70% dos homens e mais de 55% de mulheres no país confessaram já ter traído pelo menos uma vez na vida - os números foram os maiores registrados em toda a América do Sul, e justificam a decisão de trazer o site para a web brasileira.

A representante do site "Second Love" - que já atua aqui no país - Anabela Santos, também vê esse lado "liberal" dos brasileiros como um fator chave para o sucesso. "Nunca duvidamos de que iria funcionar bem no Brasil", afirma ela. Com a garantia do tal sigilo absoluto, os sites dão aos usuários uma plataforma onde eles podem ter suas aventuras, sem serem descobertos. "Eu diria que criamos a plataforma perfeita para evitar esse problema. Você pode ser pego se tiver um caso no trabalho, ou em um site como o Facebook, mas não aqui", garante Noel Biderman, criador do AshleyMadison.

Noel também explicou que a idéia para criar o site surgiu há cerca de dez anos atrás. "Em 2001, logo depois do boom da internet, eu li um artigo que dizia que os namoros online nunca dariam certo porque cerca de 30% dos internautas já eram comprometidos na vida real, ou seja, eles estavam 'posando' como solteiros para conseguir o que queriam", conta ele, que é casado há oito anos e não hesita em dizer que, se um dia sentir necessidade, usaria a rede social. E Jas explica que quem usa essas redes novas não precisa mentir sobre o estado civil. "Oferecemos um local onde a pessoa que já está envolvida em um relacionamento fixo possa encontrar outras na mesma situação, que pensam igual à ela e querem ter um caso, e possa ser franca e clara sobre isso", diz ela.

Mas o que seria essa "necessidade"? Jas explica que para muitas pessoas, estar em um relacionamento não é o suficiente e que, às vezes, a "pulada de cerca" acaba salvando o namoro ou o casamento. Mas, apesar do slogan do AshleyMadison ser "A vida é curta. Curta um caso", Jas não considera que o site incentive a poligamia. "Os nossos serviços existem justamente para atender as pessoas que, por conta das circunstâncias em que vivem, decidiram seguir por esse caminho", diz. "Nós não inventamos a infidelidade. Só a aperfeiçoamos!", brinca a diretora.


Uma reportagem do periódico The Daily mostra que vários casais americanos estão recorrendo à ocitocina, conhecido como “hormônio do amor”, para recuperar suas relações desgastadas pelo tempo e pela falta de libido.
O hormônio estaria sendo vendido como uma espécie de Viagra para homens e mulheres com a promessa de aumentar o desejo e a intensidade dos orgasmos. O comerciante Danny Saul, de 48 anos, ouvido pela reportagem, disse ter experimentado os efeitos positivos depois que passou a ingerir ocitocina. Além de spray, agora o hormônio é vendido em gotas nos Estados Unidos.
A repórter do jornal também experimentou o tratamento e contou o resultado para os leitores. Disse que se sentiu mais sociável e pensou mais em sexo.
A ocitocina, os pesquisadores já sabem, age na hora do parto e estimula a secreção de prolactina, hormônio ligado à produção do leite materno. E, estudos sugerem, pode estar envolvida na criação de laços entre os pais e as crianças. Mas a ciência ainda está longe de comprovar qualquer relação entre a ingestão do hormônio e o desempenho sexual.
“Há estudos experimentais, com animais, sobre os efeitos da ocitocina”, diz a médica Dolores Pardini, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) especializada em menopausa. “Mas não existe nenhum embasamento científico para esse uso.”
Os estudos são tão incipientes que o hormônio nem foi citado no último congresso mundial sobre menopausa, em Roma, de que a médica participou. Se ele realmente aumentasse a libido – uma queixa frequente de mulheres que passaram pela menopausa –, certamente seria um dos tópicos do evento.
Para Dolores, que também é diretora do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pode acontecer com a ocitocina o mesmo que ocorreu com outro hormônio, o DHEA. Há quinze anos, o DHEA começou a ser vendido como “elixir da juventude”, com a promessa de retardar o envelhecimento. Hoje, muitos anos e vários estudos depois, os cientistas não conseguiram encontrar uma relação significativa entre a substância e o rejuvenescimento. O DHEA, além de não melhorar a libido, como se dizia, ainda pode causar perda óssea – um risco para as mulheres de meia-idade. “Quando não há estudos suficientes, o risco pode ser maior do que o benefício”, diz Dolores Pardini.
Enquanto o DHEA não é vendido no Brasil, porque não foi aprovado pela Anvisa, a ocitocina pode ser encontrada nas farmácias. Mas seu uso só é indicado pelos médicos para estimular a lactação – não para melhorar o desempenho sexual de ninguém.
Sem estudos que comprovem os efeitos da ocitocina sobre o sexo, o mais provável é que a jornalista e o comerciante citado pelo Daily tenham sentido a melhora devido ao famoso efeito placebo – em que o paciente se sente melhor apenas por acreditar que o remédio funciona. Ainda mais no caso da qualidade da vida sexual, que depende muito das condições psicológicas dos envolvidos.
Uma boa conversa entre o casal, bom humor para tentar (de novo, e de novo) e, se for o caso, uma consulta com o médico parecem ser maneiras mais eficientes – e menos arriscadas – de melhorar uma vida sexual desgastada.




com informações THE  DAILY

Por paixão ou só diversão, os motivos são muitos. Mulheres vivem sentimentos dúbios: prazer, farra, culpa.

“Elas não querem inicialmente destruir uma relação. Simplesmente se apaixonaram por um homem que é casado”, diz o Dr. Relacionamento

“A gente trabalhava na mesma equipe, gostava das mesmas coisas, saía pra almoçar, ia ao barzinho depois do expediente e ele me dava carona. Até que um dia, depois do happy hour, nós ficamos juntos. E isso virou uma rotina”. 

A história de Renata e seu colega de profissão até parece um romance comum, não fosse o fato de ele ser comprometido. O affair durou dois anos, período no qual ele se casou com a namorada e a engravidou. Renata, hoje com 30 anos, não via problemas em ser “a outra”, mesmo despertando olhares e brincadeirinhas no ambiente de trabalho: curtia o fim de semana sem dar satisfações – ia para a “pegação”, como define. “Ele falava que estava com a mulher por pena, mas não sei até que ponto isso era verdade”, pondera a analista de sistemas. Tudo ficou complicado, porém, quando o sentimento cresceu e Renata precisou de mais atenção: um conflito comum nos casos extraconjugais. 
Histórias de amantes e paqueras no escritório assombram a imaginação das casadas. A amante é a grande vilã, a sedutora pronta para destruir lares. Do outro lado, porém, há mulheres como Renata que, sem planejar, acabaram assumindo um papel secundário na vida de um homem. Os motivos variam: amor, paixão, liberdade, carência.
Já para a publicitária Maria, 45, ser amante era bom e descompromissado. Ela namorou um homem casado por três anos, após passar por um divórcio. “A química bateu na primeira troca de olhares. Pressenti que ele era casado, apesar de não usar aliança, mas esperei que me contasse”, lembra. Ela nunca sonhou em virar a mulher oficial na vida dele – nem queria. O casal se encontrava todos os dias depois do trabalho e compartilhava momentos felizes. “Era como colocar a cabeça em férias. Acho que as coisas seriam diferentes se a gente tivesse casado”, conta.

Paradoxo de valores
Ao mesmo tempo em que participa conscientemente de uma traição, que envolve mentira e deslealdade, algumas amantes preservam valores e crenças muito próprios. Renata conheceu a mulher do amante em uma festa. “Nos encontramos mais algumas vezes e eu até me diverti com isso. Ela não era minha amiga, mas nunca o deixei falar mal dela perto de mim. Acho isso baixaria”, conta. Maria concorda que falar mal da atual esposa é sinal de falta de integridade. “Acho que a nossa relação teria terminado ali, eu ficaria decepcionada. É feio demais quando você está com uma pessoa e fala mal dela pelas costas”, diz.

Amantes fixas vão acabar?
Não existe um perfil comum de mulheres que são amantes nem traços de personalidade específicos. “Apesar dos estereótipos, não existe um tipo de mulher que é tipicamente a outra”. Algumas vivem essa situação como provisória, outras ainda acreditam numa possível separação, e há ainda as mulheres que temem não encontrar um novo amor.
No entanto, apesar várias faces, aquela amante para a vida toda parece estar em decadência. Dr. Relacionamento diz que a tendência é que as amantes “a longo prazo” ou fixas sejam menos comuns. “A mulher atual não quer ser secundária nem traída. Antes esposas e amantes aceitavam melhor. Hoje nem os homens conseguem conciliar duas mulheres”.
Quando chega ao fim
Renata e Maria não queriam que seus amantes se separassem das respectivas esposas – pelo menos, dizem que não. “Era um paradoxo. Eu gostava dele, queria estar junto, mas não queria um relacionamento sério. Sabia o que ele fazia, não confiaria”, explica Renata.
Mas apesar do aparente desprendimento, as amantes enfrentam dolorosos términos de relação também. Renata terminou oficialmente seu caso quando soube que a esposa do namorado estava grávida. “Achei demais, mas mesmo assim acabava rolando porque a gente se via no trabalho. Acabou mesmo quando mudei de cidade”, conta. O peso da culpa, na época, ajudou na decisão: “Para ele estava cômodo, ele era até ciumento, veja se pode! Não me arrependo, mas não faria de novo. Não compensa”, relata.
Maria conheceu outro homem com quem hoje está casada e terminou tudo com o amante pelo telefone. “Não tive coragem de dizer olhando pra ele. Foi duro dar a notícia, sinto muito carinho, vivemos momentos maravilhosos e fomos amigos”, aponta. “ - Normalmente eles ou elas se cansam da situação”, destaca Dr. Relacionamento sobre o fim das relações extraconjugais.

Padrão de vida da mulher na época de casada costuma definir o valor, o que explica polêmicas envolvendo ricos e famosos



Não é raro que valores de pensões em divórcios famosos virem notícias, quase sempre com o subtexto de que alguém está levando vantagem. Menos raro ainda é que, na vida cotidiana, valores bem menos fantasiosos sejam motivos de disputas judiciais desgastantes, muitas vezes reincidentes, e quase sempre, como tudo que envolve divórcios, contaminadas por mágoas e acusações mútuas.

Mas qual o limite entre o que é legal e o que é moral em ações na Justiça para exigir pensão alimentícia? O que a justifica em casos de separações sem filhos? O que é considerado na hora de calcular o valor? E as mulheres? Também devem pagar pensão quando o pai tem a guarda dos filhos?


Segundo o advogado Marcelo de Campos Mendes Pereira, especialista em direito da família, existem dois tipos de pensão alimentícia: civil e natural. A civil aplica-se quando a mulher abdica da sua carreira profissional para cuidar da casa, do marido e dos filhos. É o caso, por exemplo, da separação da atriz Sthefany Brito e do jogador de futebol Alexandre Pato.

“É justamente nestes casos que os tribunais têm definido valores considerados, muitas vezes, por muita gente, aviltantes. Isso porque a visão dos tribunais é que a mulher tem de manter o padrão de vida que ela tinha durante o casamento”, explica Pereira. “Os tribunais analisam, por exemplo, se os filhos viajavam para a Disney, se estudavam em colégios caros, se faziam viagens internacionais com frequência. Tudo é avaliado. Aí, o advogado faz uma prova robusta desses custos e a Justiça acaba definindo valores maiores.”
Segundo ele, outro ponto bastante importante – e analisado – nos julgamentos é o custo para manter o patrimônio deixado para a mulher. “Se a ex-mulher ficou com uma mansão na cidade e uma na casa na praia, ela vai precisar de dinheiro para sustentar isso. Tudo é questionável. Mas, de forma geral, os juízes têm sido bastante ponderados, e definido valores razoáveis tanto para o homem quanto para a mulher”, garante ele.
O debate voltou à tona após a polêmica envolvendo o ex-jogador de futebol do Corinthians, Zé Elias, que ficou preso por 30 dias, em São Paulo, por estar em débito com a ex-esposa, que pede R$ 1 milhão (de valores atrasados) mais R$ 50 mil mensais. Para o advogado do ex-jogador, Fábio Luiz de Oliveira, do Grupo Gislaine Nunes, a prisão de seu cliente aconteceu por causa da lentidão da Justiça. “O Judiciário está sobrecarregado de ações, está lotado. E demoraram muito para julgar uma ação de 2006 do Zé Elias, na qual ele mostrava que não tinha mais condições de pagar uma pensão tão alta, justamente porque já tinha parado de jogar futebol. A ação que levou ele à prisão é outra, da ex-mulher, e de 2008. Foi isso o que aconteceu”, detalha Oliveira.
O que costuma pesar nas decisões é a relação entre a necessidade de quem pede com a possibilidade de quem paga. “Esse binômio da necessidade/possibilidade é no que, via de regra, os juízes baseiam suas sentenças”, afirma Pereira. São nos casos civis, ainda, que a mulher pode exigir pensão, mesmo que a relação não tenha gerado filhos. Essa regra vale nas situações em que ela também dedicava sua vida exclusivamente à família.
Já os casos naturais são aqueles nos quais o ex-marido é obrigado a pagar, mensalmente, um valor mínimo, básico, suficiente apenas para a subsistência da ex-mulher. Isso acontece, normalmente, quando a mulher, que não trabalhava, e cuidava somente da família e da casa, foi a responsável pela separação por causa de uma traição, por exemplo, ou por algum tipo de violência, física ou verbal.

Maior parte dos ex pagam 30% da renda
Os processos mais comuns julgados nos tribunais são aqueles em que o ex-marido é obrigado a pagar 30% da renda. “Nesses casos, é óbvio que quem ganha R$ 50 mil por mês vai pagar mais do que quem ganha R$ 3 mil”, comenta o advogado Marcelo, segundo o qual a maior parte das prisões acontece por descuido. Por quê? Porque muitos homens ou têm sua renda diminuída ou perdem o emprego e simplesmente ignoram o fato. Nestas situações, pontua ele, o ex-marido deve, sempre, pedir uma revisão dos valores na Justiça.

“Ele ganhava 30, passa a ganhar 10 ou fica desempregado e não vai ao tribunal pedir a redução do valor da pensão. Não justifica o não-pagamento ou a diminuição. Conversa com a ex e acha que está tudo bem. Aí, não paga um mês, não paga dois, não paga três. Além de acumular os atrasados, pode acabar preso”. Isso vale, completa ele, tanto nos casos de rendas menores quanto nos casos de rendas milionárias.

É bom lembrar que as regras valem para os “cônjuges”, independentemente de ser a mulher ou o marido. Se foi o marido quem abriu mão da carreira para investir na família, por exemplo, ele também tem direito a pensão. A lei vale da mesma forma. No entanto, Marcelo diz que “ainda são raríssimos os casos” no Brasil.
com informações DELAS