DR. RELACIONAMENTO

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Pelo menos essa é a porcentagem de homens que se sente assim entre as 100 mil pessoas, de diferentes nacionalidades, que responderam a pesquisa para o livro “The Normal Bar”, que pretende desvendar todos os mitos sobre relacionamentos e sexualidade.

Entre as mulheres, apenas 26% dizem se sentir interessadas pelos amigos do marido. Mas esse interesse não para por aí: 90% dos homens e 61% das mulheres admitem que tem desejo por mulheres que conhecem, que podem ser do trabalho ou de outro meio que eles frequentam.

Mas é importante notar que entre sentir-se atraído e trair a pessoa com quem você tem um relacionamento há um grande caminho a ser percorrido. Interessar-se por outra pessoa não é algo racional. Você olha, acha bonito e cria um interesse, assim simples. A questão é o que você quer fazer com tudo isso. Há sempre dois caminhos: deixar de lado ou seguir em frente.

Para explicar a traição, 71% dos homens e 49% das mulheres apontam o tédio como culpado. O segundo motivo mais apontado foi a raiva do outro, com 38% entre as mulheres e de 26% entre os homens.

E o que falta na vida sexual das pessoas para que elas se sintam completas? 94% dos homens gostariam que as mulheres fossem mais ousadas na casa – eles querem que as mulheres aceitem fazer coisas novas (30%), sejam mais ativas e menos passivas (22%) e façam mais barulho durante a transa (16%).


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Já entre os 78% das mulheres que gostariam de uma mudança na postura do parceiro na hora H, os pedidos ao gênio seriam: preliminares caprichadas (25%), mais romance (20%) e espontaneidade e diversão (19%).

Entre as posições sexuais o que pode assustar o brasileiro é o número de pessoas que assumem já ter feito sexo anal: 25%. Entre eles, apenas 6% das mulheres e 2% dos homens não gostaram. As outras posições queridinhas são “cachorrinho” (40%), “cavalgada” (24%) e, entre as tradicionais, ganhou o bom e velho “papai e mamãe” (30%).

O livro, escrito por Chrisanna Northrup, especializada em relacionamentos, e pelos sociólogos Pepper Schwartz e James Witte, ainda não tem tradução para o português.
Sites de relacionamento muitas vezes são ótimas ferramentas para conhecer alguém bacana, mas mesmo por lá há uma certa etiqueta a ser seguida.
A psicóloga Mariana Yamada, especialista em relacionamentos e diretora da Lunch 42, agência de aproximação de pessoas, elaborou algumas dicas para montar um perfil atraente para as redes sociais e sites de relacionamento. Veja o que fazer e no que maneiras:


1. Evite mil fotos de galera, abraçada com mil pessoas e amigos. Normalmente soa como se você estivesse na “zoação”, em busca de mais baladas, e não parece que deseja conhecer ninguém. Mostrar que tem amigos é legal, mas com moderação.


2. Evite também o excesso de fotos sozinha e posadas. Ou indica que você é modelo ou senão que é extremamente narcísica. Uma foto ou outra em que você ficou super bem, vale como foto de perfil ou em algum álbum para quem quiser ver. Vale também evitar decotes demais ou pouca roupa. Isso pode ter outra conotação.

3. Coloque fotos de suas de viagens, de lugares interessantes que frequenta ou de coisas interessantes que você gosta de fazer. Os homens que forem mais parecidos com você irão se identificar e se interessar.

4. Evite mensagens públicas pessoais demais. Você pode enviar mensagens inbox. É importante que a sua intimidade seja preservada ou pode parecer que você gosta de chamar atenção demais.

5. Mensagens públicas de notícias, pontos de vista ou compartilhamentos de fotos, de humor, de vídeos são sempre bem vindos. Mostram que você é alguém antenada, inteligente e bem humorada.


Homens e drinques têm muito em comum: por mais que sejam deliciosos, basta exagerar um pouco na dose para ter a maior dor de cabeça.



Homens e drinques têm muito em comum: por mais que sejam deliciosos, basta exagerar um pouco na dose para ter a maior dor de cabeça. O segredo, então, é saber qual provar em cada situação. Você não vai mais procurar pelo melhor da sua vida - vai esperar por ele enquanto se diverte com os outros.

A verdade é que ficamos tão cansadas de buscar o homem perfeito que resolvemos sair com vários ao mesmo tempo - e aproveitar o melhor de cada um (assim, teríamos o pacote todo). Então ter várias frações em vez de um cara completo virou tendência.

No livro The Gaggle (inédito no Brasil), a autora Jessica Massa lista os homens que as mulheres devem cultivar simultaneamente. Pense nisso como uma happy hour: tem os drinques mais alcoólicos, os mais leves, os que combinam com uma tarde quente ou uma noite de sábado... Até encontrar seu preferido, é preciso experimentar - o que não quer dizer que você deva se apaixonar por todos. Por isso, nossa equipe montou um cardápio delicioso para você se divertir até achar o melhor.


Para fazer sexo gostoso

Quando pedir - Em ocasiões especiais - como aquele champanhe que você estoura para comemorar a promoção.
Descrição - É daqueles que você chama quando precisa turbinar a autoestima e quer se lembrar de como é bom ser desejada - e, sim, se sentir a mulher mais sensacional do mundo. Conhece detalhes do corpo feminino - e faz aqueeele sexo oral. Com esse homem, você terá uma noite incrível. Mas, como um bom destilado, não vai sobrar para o dia seguinte - e você terá que esperar outro motivo especial para procurá-lo na sua lista de contatos.
Dose - Esse cara deve ser mantido na sua vida para sempre - mas tirado da geladeira só às vezes para não perder a graça.
Teor alcoólico - Alto. Uma noite com ele é tão poderosa que deixa você fora de si - e, como uma vodca de qualidade, não dá dor de cabeça depois.


Para ampliar seu network

Quando pedir - Na noite de domingo, quando pensamentos como "Será que ainda dá tempo de ficar doente?" invadem sua mente - ele vai atualizar seu LinkedIn!
Descrição - Quase um workaholic, dá as caras poucas vezes ao mês - então, não precisa se preocupar em dar um perdido. Mais amargo, não vai enchê-la de elogios, mas sabe incentivá-la na medida certa. Como umchope bem geladinho, deixa você à vontade e provoca discussões interessantes na mesa de algum barzinho cool da cidade - sem hora para acabar!
Dose - Sempre vai ter um cantinho especial dentro do armário para ele. É muito mais um amigo com conselhos do que um amigo com benefícios - e isso sempre cai bem, não é?
Teor alcoólico - Baixo. Ele é uma boa companhia - e você nem precisa maneirar na dose!


Para entrar vip nas baladas

Quando pedir - Sabe aquele sábado à noite em que nenhuma amiga está a fim de sair e a última coisa que você quer é ficar em casa fuçando o Facebook do ex? Pode ligar para ele! Esse cara garante momentos de diversão e glamour - na balada, não na cama.
Descrição - É engraçado e está sempre rodeado de amigos. Provavelmente, você não quer nada sério com ele. Mas vocês têm o mesmo gosto musical e dão risada juntos - tudo isso sem pegar fila na balada! Ele dá bons conselhos e levanta seu astral - o gato vai, inclusive, apresentar você aos amigos mais gente boa que ele tem.
Dose - Pode estar em sua vida sempre, mas não todo fim de semana - principalmente depois de arranjar um namorado (é o tipo que desperta muito ciúme nos homens).
Teor alcoólico - Leve. Ele faz você se sentir bem melhor - ex, quem?


Para fazer programas cult


Quando pedir - Sempre que estiver a fim de assistir a um filme francês, passar o dia numa galeria de arte ou quando a insônia bater e precisar de companhia para trocar SMS de 30 mil caracteres sobre assuntos densos.
Descrição - Ele a desafia intelectualmente e faz você questionar suas decisões. Indica bons livros e as bandas mais descoladas do momento - e faz de você a mulher mais atualizada da turma. Mais: é a prova de que ainda existem homens fofos. É como uma caipirinha: às vezes é preciso uma bebida mais docinha para quebrar o amargor das outras (só cuidado paranão enjoar, ok?).
Dose - Deve fazer parte da sua happy hour forever - desde que nãomonopolize seu cardápio.
Teor alcoólico - Moderado. Na manhã seguinte, você vai querer ler sua NOVA na cama - e ele não irá embora.


Para viajar

Quando pedir - Nas férias, nos feriados e até nas escapadas durante a semana. Cuidado: vicia!
Descrição - Ele é tudo de bom: companheiro, divertido, zero frescura. Umfim de semana ao lado dele faz você se esquecer de todos os outros homens da sua lista (eis o perigo). Ele é como aquele vinho incrível que você provou numa cantina exótica da Itália - você não encontra quando volta para casa. Então, quando o fim de semana acaba, o romance acaba também. Afinal, fazer a história durar além do aeroporto é arriscado - elenão quer se comprometer.
Dose - Mantenha-o em sua vida enquanto estiver solteira - ou até sentir que está viciada nele. Neste caso, chame a BFF na próxima viagem.
Teor alcoólico - De tão leve, você exagera sem sentir o efeito. Resultado: fotos lindas no Facebook - e muita dor de cabeça.


Para ter uma DR

Quando pedir - Naqueles dias em que você está cansada da vida de solteira e precisa de uma aventura dramática para valorizar sua liberdade.
Descrição - Não importa o programa. Com ele, você sempre sabe como a noite vai acabar: numa DR chata. É o cara indefinido da sua vida: vocês nunca sabem para onde vai a relação, mas adoram conversar a respeito. Esse cara pode ser um ex-namorado, um ex-rolo ou um futuro rolo que logo vai virar ex pelo simples fato de pegar muito no seu pé.
Dose - Ter esse cara por perto é perigoso. Primeiro porque ele pode estar apaixonado e, quando você quiser descartá-lo, talvez não seja fácil. Segundo, porque um dos dois pode se magoar.
Teor alcoólico - É o mais forte de todos - e, como um uísque de péssima qualidade, toda vez você jura nunca mais bebê-lo novamente.


// Elas testaram e aprovaram!

Conheça as histórias de algumas de nossas leitoras que não se sentiam completas com um cara só e agora se dividem entre 3, 5... 20

"Tudo começou com um pé na bunda bem doloroso. Depois disso, prometi que nunca mais ficaria com um cara que me completasse mais ou menos. Então, em vez de colocar expectativa em cima de um só, dividi a responsabilidade e comecei a sair com vários! Consigo conciliar sem problemas e tem dado supercerto! Alguns sabem da `lista¿, outros não. E tudo bem, ué. Tô aproveitando o melhor de cada um até achar um mais completo - bom, se é que existe, né? O importante é que estou bem mais feliz."
M.B, 28 anos, agente de turismo.



"Tenho alguns em stand-by: um é aquele cara leve, com quem posso bater papo e tomar umas caipirinhas no domingo à tarde (com ele, não transo). Também faço aula (e sexo) com um personal trainer - é ótimo para a minha autoestima! O terceiro só aparece às vezes para passar a noite. É meu preferido, mas não deixo entrar para a lista oficial porque posso me apaixonar - e ele mora em outra cidade."
G.A., 26 anos, gerente de produto



"Sou aeromoça, e namorar sério é bem complicado. Mas conheço muitos caras interessantes nas cidades por onde passo: só em Paris, saio com dois. Quando quero ir para a balada, ligo para um francês que conheci num café. O outro conheci no Louvre (ai, que chique!) e, com ele, o roteiro é sempre mais romântico. Sem contar com um dos pilotos da minha equipe, que, por viver a mesma rotina que eu, me entende mais do que qualquerum."
H.R., 27 anos, aeromoça

por NOVA
Eis as atitudes certas para não precisar mudar o status do Facebook para "é complicado" ou "em relacionamento aberto" - aliás, só um homem para criar isso, né, Mark Zuckerberg?

Já se passaram muitos encontros, cinemas e barzinhos. Você já dormiu na casa dele algumas vezes - e está quase "esquecendo" uma escova de dentes lá. O beijo e o sexo só melhoram. Vocês conversam por horas e têm o mesmo senso de humor. E toda vez que o gato a deixa em casa a sensação é de que não há nenhum casal mais perfeito que vocês dois. Opa! Espera! Casal? Vocês ainda não são oficialmente um casal.

Quase todo relacionamento passa por um momento de indefinição no começo - quando você não sabe se aceita o convite de viajar na Páscoa com suas amigas ou programa uma escapadinha romântica para a serra só com ele. "Muitas mulheres se privam de outros encontros e de compromissos na vida social porque acham que estão namorando. Mas para o cara estão apenas se conhecendo. Chamo isso de síndrome da mulher que namora sozinha", diz a escritora paulistana Renata Rode, autora do livro Separado, e Daí? (Parêntese). Se você está vivendo essa angústia - que, a gente sabe, pode ser enlouquecedora -, tente relaxar. Mais importante que um título é estar com um cara de quem goste e que a faça feliz. O resto, na maioria das vezes, vem com o tempo.

Jogada ensaiada

O segredo da mudança de status está no equilíbrio entre pressão e paciência. A advogada gaúcha Glória Viero, 27 anos, passou seis meses ficando com Fabiano, 29 anos, até ser chamada de namorada. "A gente se curtia e eu percebia isso quando estava com ele. Mas nunca chegava a hora de me apresentar à família." Uma vez ela resolveu terminar o casinho e sair sozinha. Por coincidência, encontrou o cara na mesma festa. "No dia seguinte ele me ligou dizendo que queria namorar. Mas só fui apresentada oficialmente à família quando ele teve hérnia de disco - o que pra mim foi ótimo [risos] - e fui visitá-lo."

Antes de torcer para que seu affair tenha uma crise de gastrite, tente enxergar a situação pelo ponto de vista dele. O namorado da Glória, por exemplo, tinha acabado de sair de um relacionamento complicado. "Foi importante mostrar que ele não teria mais um namoro chato, que continuaria aproveitando a vida, mas ao meu lado!", diz a advogada, que namora oficialmente há quatro anos. Tentar se colocar no lugar do cara também ajuda a fazer uma análise das suas atitudes. A psicóloga Olga Tessari, de São Paulo, dá um puxão de orelha em quem acha que o problema é sempre deles. Se a cada dia mais mulheres reclamam da dificuldade de encontrar homens legais que queiram se comprometer, essa mesma preocupação pode espantar pretendentes. "Elas não param para pensar que também assustam os homens com suas exigências e cobranças, muitas vezes descabidas, além de suas atitudes possessivas e maternais", afirma Olga. Não custa nada dar uma olhada nas atitudes que afugentam os caras.

O lado deles

Exagerar nas declarações de amor e no ciúme pode assustar os homens quando estão na confortável posição de ficantes. Controle a ansiedade. "É ótimo quando os dois estão à vontade e as vidas se encaixam de forma natural. Você sente necessidade de ter aquela pessoa ao lado porque fica mais feliz quando ela está perto", diz o engenheiro de computação Evandro Saroka, 30 anos, de São Paulo, solteiro há seis meses.

Mas nada impede que você mostre o que quer. Se cansar de enrolação, que tal pedir o cara em namoro? Com jeitinho, claro. Nada de colocar o moço na parede com frases do tipo "Ou a gente namora ou não precisa mais me ligar!" O analista de sistemas Fernando Buranello, 27 anos, de Penápolis (SP), admite que ficaria surpreso com a atitude, mas admiraria a coragem. "Se estivesse curtindo e já ficando há um bom tempo, aceitaria, claro!" Evandro acredita que há sobrevida para o casinho mesmo se a resposta for negativa. "Se eu não estivesse a fim, daria meus argumentos. Dependendo da reação dela ao meu não, poderíamos continuar a ficar." Mas aí a escolha é sua. O que coloca você em uma posição bem mais confortável do que aquela indecisão inicial.

Como saber que está ficando sério

Entenda o que o gato está escondendo nas entrelinhas

Se ele diz - "Eu gosto de você."
Quer dizer - "Acho que estou apaixonado, mas se disser isso não posso voltar atrás."

Ele diz - "Não tem nada errado comigo. Eu estou bem."
Ele quer dizer - "Sei que você quer conversar. Mas tive um dia difícil. Quero chegar em casa, ver o jogo, tomar uma cerveja e dormir."

Ele diz - "Talvez a gente deva ir um pouco mais devagar."
Ele quer dizer - "Talvez VOCÊ deva ir mais devagar."

Ele diz - "Não sei o que quero."
Ele quer dizer - "Não quero você."

Ele diz - "Namorada."
Ele quer dizer - "Pode me chamar de amor e pedir ajuda quando seu carro enguiçar."

Faça a coisa certa

Atitudes que ajudam a mudar seu estado civil

Situação - O gato avisa que vai sair para beber com os amigos da faculdade.
Futura namorada - Desencanada, diz: "Divirta-se e beba uma por mim!"
Futura solteira - Começa a cobrar: "Quem vai com você? Que horas vai voltar? Vai ter mulher junto?"

Situação - Ele anuncia que tem um almoço de família.
Futura namorada - "Beleza! Marquei um chope com a Luana e a Carol. Se quiser fazer algo mais tarde, me dá um toque."
Futura solteira - Intima: "Quando vou conhecer seus pais, hein?"

Situação - Na balada, uma amiga dele (linda, claro) o abraça cheia de intimidade.
Futura namorada - Se apresenta e faz um elogio. "Que lindo seu vestido/cabelo/cor de esmalte."
Futura solteira - Puxa-o para um canto e começa uma DR: "Vocês já ficaram?"

Situação - Ele combina um futebol com os amigos no meio da tarde de domingo.
Futura namorada - Manda um SMS dizendo "Faz um gol para mim!"
Futura solteira - Chega de surpresa na partida e faz a animadora de torcida, constrangendo o rapaz.

por NOVA
Deciframos as mensagens mais confusas recebidas por nossas leitoras pra você entender direitinho o significado por trás delas

É tarde e seu celular vibra: um SMS do gato - oba! Mas o recado é indecifrável. E você não consegue mais dormir. Cansadas de interpretar cada vírgula, pedimos às nossas leitoras que nos mandassem as mensagens mais confusas que já receberam dos homens - e fomos perguntar aos nossos espiões da ala masculina o que cada uma quer dizer! As respostas mais representativas estão aqui para você nunca mais perder uma noite de sono à toa...



// "Surgiu um imprevisto e vou trabalhar até tarde. Vamos remarcar."
O contexto:
eles tinham marcado um encontro e ela perguntou via SMS a que horas ele iria buscá-la.
O que significa: "Opa, desculpa esfarrapada a todo vapor. E essa é a clássica de quem não estava a fim mesmo. Por mais que ele realmente fosse trabalhar, se tivesse algum interesse, não perderia a oportunidade de deixar marcado um novo encontro".
SMS enviado por: Ronaldo Cardoso, 27 anos, instrutor de mergulho, Paraty, RJ



//"Quer tomar um vinho e assistir a um filme aqui na minha casa?"
O contexto:
eles saíram poucas vezes, mas nada muito sério.
O que significa: "É um convite para transar. Toda vez. E, sim, isso vale também para aqueles caras mais tímidos, esses aí que vocês definem como fofos, sensíveis etc. Ele quer que role sexo, simplesmente. Ela não deve se iludir. Mas, se estiver a fim, porque não?"
SMS enviado por: Felix Santana, 29 anos, representante comercial, São Paulo, SP



//"Às vezes, acho muito engraçado como a gente combina tanto! Assustador."
O contexto:
sabe aquele amigo gato que todo mundo acha que é seu namorado mas insiste que vocês só devem ficar na pegação? Então.
O que significa: "Esse cara é um covarde. Ele até curte ficar com você, mas prefere mantê-la como um estepe - afinal, se aparecer algo melhor, ele troca. Imaturo demais".
SMS enviado por: Renato Sarraf, 27 anos, empresário, Salvador, BA



//"Vai rolar um programinha mais família aqui em casa."
O contexto:
eles ficavam e ela perguntou o que fariam no fim de semana. Convite ou dispensada?
O que significa: "Dispensada. Tem que virar namoro para os pais entrarem na jogada".
SMS enviado por: Pedro Hertz, 28 anos, radialista, Rio de Janeiro, RJ



//"Sempre me perguntam por que nunca tentei nada com você. Eu só dou risada."
O contexto:
eles são amigos há anos e o cara ficou esquisito depois que ela terminou um namoro.
O que significa: "É um pretexto para descobrir se ela já imaginou os dois juntos. Tá a fim".
SMS enviado por: Gustavo Monteiro, 26 anos, advogado, Diadema, SP



//"Está tocando a nossa música. Ainda penso em você."
O contexto:
eles terminaram e o ex ainda remói a história.
O que significa: "Golpe baixo. Ele tentou uma reaproximação usando a música do casal pra derreter a garota... Agora, é com ela".
SMS enviado por: Luís Scholler, 27 anos, veterinário, São Caetano do Sul, SP



//"Você ficaria chateada se eu assumisse o namoro com a Ana? Ainda somos amigos, né? Tô com saudades, gatona!"
O contexto:
o ex vai assumir o namoro com a atual. Ok, passado é passado. Mas ele aproveitou para mostrar que continua um cafajeste.
O que significa: "Provocação. Ele não espera nem um sim nem um não - quer vê-la irritada para sentir que ela ainda se importa. É só ignorar".
SMS enviado por: João Pedro da Costa, 31 anos, engenheiro civil, Campinas, SP



//"Quando falei que você nunca se apaixonaria por mim, era para ter certeza de que isso nunca aconteceria mesmo. As mulheres mudam muito de ideia e não quero te magoar."
O contexto:
início de relação, aquela fase em que a gente ainda não tem certeza de nada.
O que significa: "Um jeito criativo de dizer 'Não é você, sou eu', mas a tradução é a mesma: é um pé na bunda. Ele só tentou ser mais delicado - o que não funcionou muito, né?"
SMS enviado por: Julio Cesar Batista, 27 anos, DJ, Duque de Caxias, RJ



//"Como você saiu sem mim?"
O contexto:
ela aproveita que o peguete saiu com os amigos para badalar com as BFFs.
O que significa: "É fato: homem não gosta de ver a mulher que curte saindo sozinha. Talvez seja o empurrãozinho que faltava para ele se comprometer!"
SMS enviado por: Rodrigo Lima, 30 anos, advogado, Fortaleza, CE



//"Tô bêbado. Te quero muito."
O contexto:
os dois se conheciam da faculdade e, em uma festa, ele pegou o telefone dela.
O que significa: "O cara precisou beber para se declarar - caso contrário, nem teria se dado ao trabalho de mandar mensagem. Mas foi esperto: caso ela desse um fora, ele poderia jogar a culpa na bebida ou fingir que nada aconteceu".
SMS enviado por: Danilo do Nascimento, 27 anos, contador, Jundiaí, SP



//"Quero ter a minha privacidade de volta."
O contexto:
ele manda um SMS que parece uma bronca. Do nada. E nunca mais toca no assunto.
O que significa: "Homem tem medo de dizer que a mulher é pegajosa. Então, tentou ganhar espaço. Mas, se ele não fez mais nada a respeito, a crise deve ter passado".
SMS enviado por: Júlio Silva, 25 anos, estudante, Recife, PE



//"Já escolheu a nossa casa? Pode ser um apartamento."
O contexto:
ele vivia dizendo que não tinha pressa para casar. Aí, ela colocou o gato na parede.
O que significa: "É bem claro: ele quer morar junto. Senão, nem tocaria no assunto - nem mesmo brincando! Pode comemorar e, aparentemente, escolher a casa que quiser".
SMS enviado por: Dylan Ribeiro, 28 anos, analista de mídias sociais, Niterói, RJ



//"O casamento perfeito você já tem na cabeça. Ainda falta o cara perfeito?"
O contexto:
ela deixou escapar para o novo namorado que sonha em se casar - e se empolgou um pouquinho com os detalhes.
O que significa: "Além de o cara não fugir na hora (eu fugiria), ele jogou um verde para saber se ela acha que é com ele o seu futuro. Corajoso e apaixonado".
SMS enviado por: Daniel Pimenta, 29 anos, veterinário, São Paulo, SP



//"Trabalho bastante aos finais de semana, então não mande SMS. Deixa que eu te procuro".
O contexto:
estão saindo há alguns meses, mas nada de o cara apresentar a família ou os amigos.
O que significa: "Desculpinha. Ele tem namorada (ou até algo mais sério) e não quer dar pista. Mas deve estar aproveitando, porque pelo jeito também não quer terminar".
SMS enviado por: Victor Rodrigues, 27 anos, analista de sistemas, Guarulhos, SP



//"Tô querendo muito ver você! vai fazer alguma coisa hoje?"
O contexto:
eles são amigos e ficaram apenas uma vez. Ele vive a convidando para sair e ela sempre vai - mas nunca mais rolou nada entre eles. Afinal, o cara tem segundas intenções ou prefere ficar só na amizade mesmo?
O que significa: "Tem interesse, sim. Pensa comigo: qual homem gastaria tanto tempo correndo atrás de alguém de quem não está a fim? Ele deve ser lerdo mesmo ou quer ter a certeza das intenções dela também".
SMS enviado por: Allan Sato, 28 anos, economista, Bauru, SP



//"Foi legal."
O contexto:
eles transaram. Aí, chegou essa mensagem.
O que significa: "Não foi tão bom assim. Mas lembre-se de que ele poderia ter sumido sem dar satisfação... Segunda chance?"
SMS enviado por: Iuri Filho, 25 anos, ilustrador, Niterói, RJ



//"Justo agora que eu estava me apaixonando por você..."
O contexto:
o casal está saindo há um tempo, sem compromisso. Ele enrola e diz que não está pronto. Então, ela vai viver a vida dela.
O que significa: "O cara está só fazendo chantagem. A gente não gosta de perder, mas não quer se comprometer. vai que tem coisa melhor por aí..."
SMS enviado por: Nathanael Leite, 25 anos, administrador, Curitiba, PR



//"Estou indo para Londres, volto daqui a seis meses. Se cuida!"
O contexto:
tiveram uma noite hot, mas na manhã seguinte...
O que significa: "Se Londres for o novo codinome para sumiço, então ele vai para lá mesmo. Sinto muito, isso foi um fora. E o cara teve a decência (ou a indecência) de inventar uma desculpa mais elaborada..."
SMS enviado por: Bruno Soares, 25 anos, analista de marketing, São Paulo, SP



//"Guarde as lembranças boas."
O contexto:
rolou no meio de uma briga via SMS. Ela achou que fosse um término - mas depois ele disse que não era nada disso...
O que significa: "Era um término, sim. Mas ele se arrependeu e voltou atrás".
SMS enviado por: Andrew Duarte, 27 anos, assistente de arte, Porto Alegre, RS



//"Eu gosto de você, mas não sei o que eu quero..."
O contexto:
o cara começa a questionar a própria vida no meio de uma conversa qualquer.
O que significa: "Ele quis dizer que gosta dela, mas está confuso. Está pesando os prós e os contras de abandonar a vida de solteiro. Para não quebrar a cara, o melhor é ela pular fora. Quando (ou se) ele tiver mais certeza, vai procurar".
SMS enviado por: Paulo Moreno, 29 anos, professor, Santo André, SP



//"A noite foi ótima. Beijos."
O contexto:
o date foi incrível e o cara mandou mensagem no dia seguinte. Mas depois sumiu.
O que significa: "Um SMS assim geralmente indica que o homem quer manter contato, sim. Mas, infelizmente, sumir anula qualquer interpretação. A mensagem foi só para ser educado".
SMS enviado por: Bruno Milanezi, 26 anos, publicitário, Guarujá, SP



//"Nossa, tô apaixonado pela sua amiga."
O contexto:
a mensagem que o namorado mandou depois de conhecer a melhor amiga da namorada em uma happy hour com toda a turma.
O que significa: "Que ele não deveria nem ter aberto a boca. Gente, que comentário mais infeliz! É óbvio que ele curtiu a garota (desculpa aí) e acabou falando porque talvez nem ele mesmo tenha percebido ainda que ficou a fim".
SMS enviado por: Guilherme di Giorgio, 26 anos, músico, Belo Horizonte, MG




A verdade nua e crua

Sabe aquelas mensagens que dão a entender que o cara vai propor um date, mas o convite, de fato, nunca vem? Elas sempre querem dizer a mesma coisa: pura enrolação. A verdade é que ele não tem intenção alguma de levar aquilo adiante. Então, fique esperta caso receba algo do tipo:

- "Saudade de você."
- "Vamos marcar alguma coisa..."
- "Tenho pensado em você..."
- "Te ligo para combinar."


A melhor resposta para um SMS assim: o silêncio.



Respostas proibidas

Não importa quão sem noção o cara tenha sido, há coisas que, na dúvida, é melhor nunca mandar para o gato por mensagem:

- Qualquer SMS ou recado que desrespeite a regra do Twitter e ultrapasse 140 caracteres.
- "Estou livre hoje. Que tal?"
- "Isso é um convite?"
- "Isso quer dizer que você não gosta de mim?"
- Qualquer recado que comece com "Não foi isso que eu quis dizer..."
- S2 e afins...


por NOVA

Um consolo para todas as mulheres que já choraram depois de um pé na bunda, aguentaram um namorado cafajeste ou sofreram por qualquer outro motivo amoroso: não estamos mais sozinhas. A dor de cotovelo chegou com tudo aos corpos (e almas!) dos homens.



Sofrer em silêncio por um amor não correspondido, esperar pacientemente pela indecisão do outro ou querer uma relação por inteiro, mas se contentar com uma pela metade para não ficar sem nada... Essas situações, que já fizeram muita mulher devorar barras e barras de chocolate, passam a fazer cada vez mais parte do universo masculino.

Acostumados a serem os vilões das histórias de amor, causadores das desilusões, eles se transformaram em mocinhos indefesos, que choram e sofrem nas mãos de arrebatadoras de coração. Desde 2008, tomamos iniciativa em 71,7% das separações no Brasil, segundo o IBGE. Eles agora têm mais motivos do que a gente para passar a noite em frente à TV vendo comédias românticas (ou seriam lutas de MMA?), com um pote de sorvete (ou copo de cerveja) na mão e se debulhando em lágrimas. "Pela primeira vez em minha carreira, tenho mais pacientes homens do que mulheres. Os problemas são sempre os mesmos: relacionamento e falta de comunicação com as parceiras", afirma o terapeuta americano Phil Stutz, autor do livro O Método (Editora Fontanar). Os dilemas nos são bem familiares: caras abandonados sem saber como agir, outros que prometem nunca mais se apaixonar e os conformados com relacionamentos meia-boca.

Mas isso tudo não significa que viramos vilãs-torturadoras-emocionais. Não estamos mais más, apenas exigentes. Sorry, boys, vão ter de se adaptar. E, se tudo der errado, não tenham vergonha de chorar, sofrer, surtar, como Álvaro, Fábio, Thiago, Kléber e Leandro, que abriram aqui o coração e nos contam tudo.


O submisso

Álvaro, 24 anos, microempresário, de São Paulo.

"Conheci minha ex pelo Orkut. No começo ela não me dava muita bola, tive de correr atrás por uns dois meses. Após uma semana juntos, ela me avisou que estávamos namorando. Tivemos nossa primeira briga após alguns meses, porque fui assistir a um jogo de futebol no bar com uns amigos. Depois disso, ela começou a ter ataques por ciúme das minhas ex, amigas, até dos meus videogames. Quando era rodízio do meu carro, eu precisava inventar uma desculpa e sair mais cedo do trabalho, porque, se eu demorasse, tinha interrogatório. Ela também me obrigava a compartilhar a senha de todas as redes sociais e fazia uma auditoria diária no meu celular. Se ela estava a fim de ir embora de algum lugar, tínhamos de ir e pronto. Meus amigos diziam que `mulher é assim mesmo¿, mas desconfio que rolavam uns comentários... A minha família falava para eu terminar logo. Uma vez, meus colegas a ouviram gritando pelo celular quando eu estava em um chá de bebê de amigos. Eram 19 horas, a festa estava começando, e ela já estava me ligando. Até 19h30, foram dez telefonemas. Como eu a amava muito, aguentava tudo quieto. Tinha vergonha, mas não conseguia enfrentá-la. Apesar de tudo, foi ela quem decidiu terminar comigo, depois de um ano e meio morando juntos. Saímos de um barzinho e fomos para casa de um amigo, com várias pessoas. Ela chegou de mau humor e foi dormir. Quando acordou, insistiu em ir embora. Achei melhor ir e não falar nada o resto da noite para evitar confusão. No dia seguinte, ela foi embora. Liguei perguntando se não poderíamos conversar e recebi um `não'. Eu queria reatar o namoro. Apesar de tudo o que ela fez, ainda a amo demais."


O esperançoso


Fábio, 29 anos, designer de móveis e interiores, de São Paulo

"Às vezes você conhece uma pessoa pela internet e não dá muita bola. Até que, de repente, começam a conversar todo dia, a qualquer hora. Foi assim que eu me apaixonei. Já a tinha adicionado no Facebook há um ano e, do nada, começamos a nos falar. Ficamos bem amigos. E aí percebi que eu sentia algo mais por ela. Já me declarei e tenho certeza de que ela percebeu meus sentimentos mesmo antes da `confissão¿. Moramos em cidades diferentes, nunca nos encontramos e parece tolice gostar de alguém que você não `conhece¿. Mas a gente sente alguma coisa inexplicável quando encontra uma pessoa especial. Ela não se posicionou sobre o sentimento dela ainda. Mas também não negou que estava a fim. É complicado porque ela gostava de outro cara e ainda não superou... Não paramos com as mensagens. Ao mesmo tempo que tenho de me contentar em tê-la como amiga, também crio esperanças. Para me distrair, leio muito e ouço música. É difícil desabafar, porque as pessoas não acreditam em relacionamento a distância. É ruim esperar por algo que talvez nunca aconteça, mas é pior ainda desistir."


O paciente

Thiago, 26 anos, webdesigner, de Dourados (MS)

"Conheci uma mulher pela internet há um ano e meio. Ela namorava a distância um amigo meu e me adicionou no Facebook. No início deste ano, eles terminaram. Virei seu confidente e amigo. Logo notamos um interesse mútuo. O problema é que ela morava em outra cidade. Marcamos de nos conhecer. Quando nos encontramos, tentei beijá-la e ela virou o rosto. Parei com minhas investidas. A partir daí, foi uma confusão. Primeiro ela se aproximava, depois se afastava. Perguntei o que estava acontecendo e ela falou que não havia esquecido o ex. Decidi me distanciar. Desabafei escrevendo um post no Facebook, o que rendeu um comentário dela: `Odeio homem que faz mimimi¿. Então a bloqueei. Um mês depois, voltei a adicioná-la. Se ela decidisse por mim de vez, eu ainda ficaria com ela."


O amigo apaixonado

Kleber, 32 anos, designer de games, de São Paulo

"Há cerca de cinco anos, eu tinha uma amiga por quem era apaixonado. Quando eu estava criando coragem para me declarar, meu melhor amigo se apaixonou por ela e me contou. Percebi que ela também estava a fim dele, por isso abri mão dos meus sentimentos. Dei o maior apoio. Então meu amigo foi estudar no exterior. E eu passei a frequentar a casa dela . Saíamos juntos, mas em nenhum momento quebrei o `bro code¿. Até hoje eu não revelei o que eu sentia naquela época. Apesar de colocar sempre a amizade dos dois em primeiro lugar, eu me magoava muito vendo os dois juntos. Era difícil. Procurava outras garotas e outros romances. Como eu também não tinha muito sucesso na paquera, o videogame servia como consolo!"


O outro

Leandro, 29 anos, gerente de produto, de São Bernardo do Campo (SP)

"Fiquei com uma mulher em uma festa e me apaixonei na mesma hora. Saímos algumas vezes e, mesmo curtindo, resolvi me afastar, pois ela era muito possessiva e ciumenta. Um mês depois, ela voltou com o ex-namorado. Mas após uns 15 dias, mandou um SMS falando que não parava de pensar no nosso beijo. Acabamos nos encontrando e a paixão voltou à tona. Passamos o dia juntos, jantamos e transamos. E aí as coisas começaram a se complicar. Continuamos nos encontrando por três meses. Eu não gostava de ser `o outro¿. Ela sempre reclamava da falta de sexo na relação dos dois e jurava que havia tentado terminar. Mas o cara descobriu nosso caso e fez a maior chantagem: ameaçou até se matar! A situação toda me incomodava muito, porque eu queria um relacionamento por inteiro e sofria demais tendo apenas metade. Acredite, ela é a melhor mulher do mundo. Mas achei melhor não nos encontrarmos mais. Para evitar mais decepção, decidimos nos separar. Eu voltaria sem pensar duas vezes, se fosse o único homem na vida dela."

por NOVA

Todo mundo tem segredos guardados entre quatro paredes, e alguns podem prejudicar a sua felicidade sexual. Mas com as nossas técnicas você vai se transformar no melhor tipo de pecadora: a que nunca nega orgasmos.



O pecado: Detestar o próprio corpo

Os sinais: Você quer relaxar e se deliciar com tudo, mas não consegue parar de pensar se a luz favorece seu bumbum ou se o gato vai perceber que você está acima do peso. Lembre-se de que para chegar ao orgasmo você vai ter que se soltar e deixar seus supostos defeitos para lá.

Dica de redenção: Vista uma fantasia sensual. Assim você não precisa tirar tudo para transar e linda consegue enlouquecer o gato com o fetiche. Que tal investir numa capa preta, colocar uma lingerie rendada, calçar um escarpim altíssimo e encher o gato de mordidas? Afinal, vampiras adoram um pescoço.



O pecado: Não fazer a sua própria vontade

Os sinais: Você está morta de cansaço e ele pronto para entrar em ação. Em vez de conversar com o cara, você arranca a roupa e fica à disposição. Mas a verdade é que ele não a satisfaz mais e, por algum motivo, você não nega as investidas e esconde as suas vontades.

Dica de redenção: Invista em preliminares. Brinque de siga o mestre: você toca no corpo dele e pede para que ele repita os mesmos movimentos. Vale lamber, morder, beijar... Depois, é ele quem dá todos os comandos a você.



O pecado: Ter preguiça acima de todas as coisas

Os sinais: Seu relacionamento caiu na rotina. Isso é normal, mas pode se tornar algo sério. Já que, uma vez que você aprendeu como levar o gato à loucura, é tentador seguir a receita sempre que vocês forem para a cama. Mas ser uma parceira sexual preguiçosa desanima seu namorado — e ele pode retribuir na mesma moeda.

Dica de redenção: Coloque uma calcinha dentro da pasta de notebook dele com o seguinte bilhetinho: “Acho que me esqueci de vestir uma parte da lingerie hoje”. Quando o cara voltar do trabalho, vai querer descobrir se você estava blefando. E você não é mentirosa, certo? Espere-o com uma saia sexy e sugira que vocês experimentem um gel de massagem juntos.



O pecado: Nunca esquecer o ex-amado

Os sinais: Você compara todos os caras que conhece ao seu ex-namorado e acha que ninguém, jamais, em tempo algum, será capaz de amá-la como ele. O resultado? Nem o Cauã Reymond sem chances.

Dica de redenção: Você tem de se concentrar no momento de prazer. Fazer um striptease para o gato pode ser um jeito de esquecer o velho. Mande um SMS dizendo que ele é presença vip no show que você fará à noite em casa. Coloque uma música sexy (Justify My Love, da Madonna) e uma cadeira no meio da sala. Tire cada peça de roupa devagar e peça ajuda na hora de se livrar da calcinha...

Ele não larga do seu pé mas você não quer mais nada? Seja firme nas atitudes e dê um basta na situação.

Terminar um relacionamento nunca é fácil, mas tem gente que torna a vida do ex-parceiro um inferno. O problema é que é bem comum o cara não se conformar com o término da relação. “Se ele não aceita o fim, vai tentar reatar e isso pode virar uma obsessão”, diz a psicóloga Miriam Barros. “E o pior é que ele conhece sua rotina e até sua família, e pode se valer disso para conseguir o que quer”, completa. Se está certa da sua decisão, suma da vida dele, pelo menos até a fase chiclete passar.

Ligações, torpedos e e-mails

Ele pede perdão até pelo que não fez e ainda finge que vocês ainda estão juntos. Faz isso pelo celular, Facebook, pessoalmente... Segundo a especialista, para acabar com a insistência sem fim, explique a situação de novo. Depois, diga que ele deve seguir em frente e que não irá mais atende-lo. E faça exatamente isso. “Nada de encontros, cafezinhos, conversinhas, torpedos e nem de aceitar presentes. Você não pode ceder, senão vai dar esperanças para ele”, indica a psicóloga. E, se for o caso, vale bloquear o ex no Facebook sem dó.

Amigos no meio do caminho

Nem pensar em perder o contato com a galera por causa dele, só que é bom evitar, pelo menos por um tempo, sair com a turma se o ex estiver junto. “Agora, no aniversário daquela amigona em comum vale abrir uma exceção. Apenas cumprimente-o sem dar muita trela”, orienta Miriam. E, se der problema, peça desculpas à amiga e vá embora da festa.

Cenas públicas de ciúmes

Vocês se encontram na balada e ele pergunta quem é o cara que está com você ou diz “ela é minha” para qualquer um que se aproxime. O que fazer com esse ciumento de plantão? “O melhor é deixá-lo falando sozinho, porque discutir pode levá-lo a pensar que você ainda se importa”, diz Miriam. Evite os barracos e converse com seu novo parceiro sobre as provocações. Ah, dar aquele beijão no novo gato bem na frente do ex já é sacanagem, né?

Apelar para a família é demais!

O ex era o queridinho da sua mãe e se aproveita disso para viver na sua casa. Não dá para proibir a amizade, mas diga a todo mundo da família que o rapaz não desencanou e que você não quer que ele saiba da sua vida. E, se a família dele a procurar, esclareça que o término é o melhor para vocês dois e que ele precisa superar e seguir em frente.

Perseguição até no trabalho?

Se o ex ligar no seu trabalho, atenda uma vez e peça para ele não ligar mais. Se o cara aparecer por lá ou insistir em ligar, avise os colegas e o chefe sobre a situação. Outra dica é mandar um e-mail para ele, dizendo que esse comportamento atrapalha seu trabalho. Você pode usar esse e-mail como prova caso ache que seu emprego corre riscos e precise procurar um advogado contra o ex.

O amor bateu à sua porta, mas ele tem alguns (ou muitos) anos a menos. Esclareça suas principais dúvidas e mergulhe no novo namoro 100% segura

Se joga, garota! Essa é a conclusão que chegamos depois de entrevistar Luciani Zamboni, terapeuta de casais, e Cláudya Toledo, terapeuta e autora do livro Eles São Simples, Elas São Complexas (Ed. Alaúde, R$ 35). “A relação de uma mulher mais velha que o homem é perfeitamente possível, só é preciso não criar expectativas que não possam ser supridas pelo parceiro”, explica Luciani. Cláudya dá um exemplo: “Se busca segurança financeira, melhor procurar um cara mais velho. O mais jovem vai oferecer outras coisas: mais diversão, quebra de rotina...”.

Preconceito

Mesmo vivendo em tempos modernos, o relacionamento entre uma mulher mais velha e um homem mais novo ainda pode causar estranheza. Será mesmo? “O preconceito existe, sim, mas apenas na nossa cabeça. É ele que nos faz imaginar como os outros podem estar nos julgando”, explica Luciani. Viu só? Desencana, gata!

Bom-senso

Namorado e filho têm quase a mesma idade. Que saia justa! Nessas horas, é o bom-senso que deve reinar: antes de levar seu novo amor para conhecer seu filho, “é importante ter certeza que o relacionamento tem grande chance de ser duradouro. Se ainda há dúvidas, preserve seu filho dessa situação”, diz Cláudya.

Insegurança

Pode não ser fácil lidar com o ciúme, mas controle-se. Cláudya explica que “em casos assim, é normal ficar insegura e pensar que ele pode, a qualquer momento, trocá-la por uma mais jovem”. Pura bobagem. “Se ele está na relação com você é porque quer viver aquilo, certo?”, diz Luciani.

Gafes

A diferença de idade pode levar você a cometer alguns deslizes sem perceber. Fique ligada! Jamais coloque-se na posição de mãe dele e não tente agir, falar ou vestir-se como as mulheres da idade dele. “Lembre-se: ele está com você justamente por sua maturidade e experiência”, revela Luciani.

Mais de dez anos

Alerta: tudo pode ficar mais difícil quando a diferença é de mais de dez anos. “As gerações são diferentes e isso implica em costumes praticamente opostos”, diz Cláudya. Mas, calma! “Se o casal quer mesmo ficar junto, dá pra superar a barreira”, tranquiliza Luciani. Confie no amor de vocês.

Vantagens

Quer uma vida mais agitada? Então, namorar um homem mais novo é, sem dúvida, uma boa escolha. “Eles têm mais pique para tudo quando são mais jovens: não têm preguiça de viajar, de badalar...”, afirma Cláudya. E essa disposição e criatividade, claro, também aparecem na hora do sexo!


Mesmo que a traição não tenha significado nada, essa notícia é sempre dura. Especialistas em relacionamento ensinam a melhor forma de lidar com o problema.


Perdoar a pulada de cerca ou não? Ninguém está imune a passar por essa crise. O problema é saber como agir nessa hora. “Os homens têm um legado ancestral de buscar carne nova e conseguem separar sexo de amor”, diz o psicólogo especialista em relacionamentos Thiago de Almeida. Mas calma lá: Entre ter vontade e de fato trair existe uma grande distância”, pondera o psicólogo Dínerson Fiuza. E se foi você quem caiu em tentação por uma noite apenas, o que fazer? Almeida adianta: “Homens que amam de verdade suas parceiras e os que estão há mais tempo no relacionamento são os que mais perdoam”. O jeito é esperar a fase da fossa passar para então decidir entre levar ou não a relação adiante.

Ele pulou a cerca e contou para você

“Para uma traição ocorrer, alguma coisa já não ia bem com o casal, ela funciona como uma válvula de escape”, diz Fiuza. Avalie como estava a relação no momento da traição: vocês estavam mais distantes? Dá para melhorar isso?

Escute a versão dele, mas não dê mais crédito só porque ele contou. “O parceiro pode ter feito isso por puro desencargo de consciência e nada garante que ele vá agir igual se houver uma próxima vez”, fala Fiuza.

Se optar por perdoar, tem que ser de coração. “A traição vai ficar na memória, mas não pode estar no cotidiano do casal”, resume Almeida.

É normal que a confiança no parceiro fique abalada, mas dê um tempo para ele reconquistar a sua. Agora, se escolherem continuar juntos, mas você viver com ciúme e cobranças, talvez seja melhor terminar.

Vale perguntar quem é a outra, sim. Alguém com quem ele tem contato oferece mais chances de recaída. Mas, se perdoou, melhor confiar, né, gata?

Foi você quem pisou na bola

“O melhor é contar a traição para o parceiro, porque se ele descobrir pelos outros é pior”, explica Almeida. Contar também é bom para não conviver com o peso da mentira, além do da traição. Isso pode minar o relacionamento sem você perceber.

Por mais estranho que pareça, o melhor momento para dar uma notícia ruim é quando a pessoa já está passando por uma situação tensa. “Assim, a pessoa assimila as duas perdas ao mesmo tempo e é mais fácil haver o perdão”, diz Almeida. Mas não conte numa briga!

Se ele já foi traído, atenção redobrada ao começar o assunto. Seja delicada!

Cuidado ao dizer que “foi só sexo”: “O raciocínio masculino é de que para levar uma mulher para a cama existe um processo de conquista. Melhor dizer que caiu em tentação e se arrepende”.

Esteja ciente de que corre o risco de perder seu homem. Dê o tempo de que ele precisa para curar seu orgulho ferido e, só então, chame-o para conversar.

Foi-se o tempo em que só homens podiam chefiar uma empresa. Eles ainda ganham salários mais altos, é verdade, mas elas já ocupam mais cargos de liderança do que há 10 anos (só 15% dos cargos de presidência eram ocupadas por mulheres; hoje são 23%). Ok, a diferença ainda é grande. Mas, fiquem vocês sabendo, um estudo canadense garante: elas se saem muito melhor como chefes do que os homens.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores perguntaram a 600 diretores do alto escalão (75% deles eram homens e 25% mulheres) como tomavam decisões e cuidavam dos assuntos da empresa.

Em geral, os homens são mais quadrados, seguem as regras ao pé da letra, não fogem do tradicional. E tampouco se importam se as decisões vão agradar ou prejudicar outros empregados ou investidores. Já as mulheres preferem consultar outros membros da empresa antes de bater o martelo. Ou seja, levam em conta a opinião de toda a equipe e pensam nas consequências negativas daquela decisão. Ou seja, são mais justas. Além disso, buscam soluções mais inovadoras e arriscadas.

E isso é bom não apenas pela igualdade entre os gêneros, mas pelos negócios. “Nós já sabíamos que as empresas com mulheres na direção têm resultados melhores. Agora provamos que ter uma mulher na diretoria não é só uma decisão certa, é uma decisão inteligente”, explica Chris Bart, autor do estudo.

Então, pode até ser que eles realmente dirijam melhor um carro do que as mulheres. Mas se o caso for dirigir uma empresa, melhor deixar com elas.

Fonte: Revista SuperInteressante
'Eu já namorei isso?' ,'Eu só podia estar cega e louca!', 'Graças a Deus tudo acabou e me livrei daquele encosto!' 

Pesquisa: A equipe do Dr. Relacionamento foi até as ruas para ouvir elas, às mulheres - lançamos para elas a seguinte questão: O que você gostaria de dizer para o seu ex?



Veja abaixo as 20 respostas mais comentadas pelas mulheres. Será que a sua resposta está abaixo? Confira!


1. Tenho sonhos eróticos com o seu melhor amigo. E já transei com você pensando nele.


2. Mais para a esquerda, mais para a direita, mais rápido... não tão rápido.


3. Você é um idiota mesmo.


4. Não, eu não gostei do presente.


5. Você acha mesmo que eu acredito que acabou a bateria do seu celular?


6. Acho um saco quando acordo no meio da noite — ou a qualquer hora — com você roncando.


7. Tamanho é documento, sim. E, não, você não sabe fazer sexo oral.


8. Na verdade, eu já tinha feito isso antes. Várias vezes.


9. O meu ex-namorado foi o melhor sexo da vida, e não você.


10. Eu sei que você sente tesão por aquela cafona do seu escritório.


11. Essa sunga branca é coisa de boiola.


12. Não suporto esse gel que você usa na cabeça e lambuza minha mão.


13. Acho um saco almoçar na casa dos seus pais todos os domingos.


14. Você cozinha só mais ou menos. Prefiro qualquer restaurante.


15. Não tô nem aí se esse vinho é safra 1987, maduro e cheio de juventude, encorpado mas miraculosamente seco e delicado.


16. Acho ridículo que você, com essa idade, abrevie palavras como valeu (vlw), não (naum), falou (flw), aqui (aki), cabeça (kbça) etc.


17. O vestido custou R$ 898 — e não R$ 200. E isso é um problema exclusivamente meu e do meu gerente.


18. Eu não te amava, mas gostava da sonoridade do "Eu amo você". É romântico.


19. Muitas vezes me pergunto o que estou fazendo com você.


20. Você não quer mais? Graças a Deus!

Existe diferentes motivos pelos quais os homens não costumam trair suas parceiras


As mulheres em geral ficam sempre preocupadas quando o tema é traição, elas e suas idéias 'mirabolantes'(ou não...risos), revelam em diversos momentos razões e mais razões para serem traídas pelo seus parceiros. Vamos tentar ver o outro lado da situação - Sim, pois também é possível identificar motivos pelos quais eles, os homens, não traem. Mate a sua curiosidade e descubra o que impede os homens de trair:

1. Os pais dele têm um casamento feliz

É bem provável que ele carregue essa imagem como um valor. Inconscientemente, fará o possível para reproduzir o histórico familiar bem-sucedido. Com você!

2. Você sabe valorizá-lo

A probabilidade de seu amor pular a cerca será menor se você souber demonstrar quanto o admira. Preste atenção no modo como julga os gostos dele. Fazer cara feia quando ele vê o canal de esportes será entendido como censura.

3. Ele é autoconfiante

Homens que gostam de si mesmos são menos propensos à infidelidade. Alerta máximo: se o parceiro está sempre buscando a aprovação alheia, são maiores as chances de ele dormir com outra, especialmente em momentos de crise. Em vez de resolver o problema com você, ele resolve com uma periguete...

4. O sexo é bom

Homens tendem a ser infiéis quando o sexo está ruim ou raro na relação. O mais importante é driblar o comodismo que geralmente toma conta da vida sexual de um casal que está junto há muito tempo. Não estão a fim? Fiquem!

5. Vocês conversam sobre tudo

Se ele não consegue dizer o que não está legal no relacionamento, é provável que arrume outro jeito de deixar você saber: tendo um caso. Verbalizar não é o ponto forte do seu amor? Crie situações para que os dois possam falar sobre tudo, sem se sentir julgados, como em um jantar romântico a dois.

6. Ele valoriza a fidelidade

Se ele se importa em ter uma relação estável e segura, provavelmente não enganará você. Já se vê a fidelidade como uma regra banal e restritiva, cuidado.
Imagine descobrir logo por uma espécie de Street View que o seu noivo está te traindo com outra mulher. Usando o Yandex Maps, ferramenta semelhante ao serviço do Google, que a russa Marina Voinova, de 24 anos, viu o namorado de mãos dadas com a amante.

Homem é flagrado ao lado da amante (Foto: Reprodução/Yandex)

Tudo começou quando a jovem foi pesquisar um endereço no Yandex Maps. Para o seu espanto, e da maioria dos leitores, ela viu o seu namorado, Alexander Sasha, segurando a mão de uma mulher, de maneira muito íntima. “No início eu me arrependi de ter procurado o endereço na Internet, mas finalmente percebi que era bobagem culpar a web pela infidelidade do meu namorado”, disse Voinova.

Voinova decidiu abordá-lo sobre a traição de uma maneira bastante inusitada. Ela pediu que o parceiro procurasse o mesmo endereço no serviço de mapas. Ao perceber do que realmente se tratava, ele entrou em desespero e confessou a traição dizendo que cometeu um erro e que não amava a mulher que aparece na foto.

“Quando a imagem foi carregada, o rosto de Sasha mudou de cor. Eu olhei para os olhos dele, esperando por explicações”, desabafou a jovem. Mesmo depois de ouvir as justificativas do namorado, Voinova decidiu terminar o relacionamento.

Fonte. Redação

Olá Dr. Relacionamento, gostaria de obter informações e conselhos seus para saber qual a melhor atitude a ser tomada em minha história, eu sou casada a 6 anos , eu e meu marido nos davámos muito bem, raramente brigava-mos mas nada muito sério sempre ficamos bem, nosso relacionamento sexual era perfeito por incrivel que possa parecer a sintonia entre nós era incrivel, em um certo tempo em setembro do que passou praticamente o dia que faria-mos aniversario de casamento ele foi embora, eu cheguei do trabalho e não encontrei nada mais dele dentro de casa, para mim foi o fim eu não acreditava no que tinha acontecido, passado os dias (3) no caso eu vim a descobri que ele tinha arrumado outra pesso a (mulher) e ja fazia um mês mais precisamente que tinha esse relacionamento porque ele trabalhava em outra cidade, para mim meu mundo caiu totalmente a dor foi muito grande eu fiquei sem saber o q fazer, eu precisava de uma explicação que não veio, não atendia mais o telefone não queria mais contato, consegui o telefone da tal empresa e consegui falar com ele por tlfone e ele foi categorico segue a tua vida porque eu estou feliz ak, so que se passou dois meses e ele voltou, pedindo p/ voltar estava arrependido doq fez e não queria mais ficar longe de casa, so que ai eu dei o troco arrumei uma outra pessoa para fazer ele sentir o mesmo que eu tinha sentido, o pior que eu acho que ele sofreu mesmo de verdade, não aceitei ele na primeira vez, deixei ele me ver com o namorado ele ficou arrasado, deixei passar o tempo e acabamos voltando ele ficou sem telefone diz que perdeu contato com a outra pessoa, fico na dúvida mas fazer ok, as coisas não são mais como antes fic a sempre a dúvida a desconfiança de uma coisa eu tenho certeza nunca mais vai ser como antes existe uma barreira no meio de nós, e a dúvida será que eu ainda amo ele de verdade ou é um capricho p/ mim, eu consegui o telefone da outra pessoa que ele tinha lá na cidade distante e procurei fazer amizade com ela por telfone me identificando como irmã dele ela contou tudo como se davam bem, até mesmo o que faziam na cama no sentido sexo, o relacionamento deles e ela estava se apaixonando por ele até ja estavam morando junto e ela ficou muito decepcionada com a atitude dele em ter voltado p/ casa. Agora a minha pergunta pork voltou será pelo porto seguro que proporciono a ele, eu me pergunto será que sou feliz e não consigo chegar a uma conclusão eu hoje não sei se quero continuar esse casamento, até na cama nossa relação foi abalada não e mais a mesma . Me de uma dica do q devo fazer? como devo agir? preciso da sua ajuda!





'Existem sensações na vida que são mais difíceis de relatar do que outras. Por exemplo: quando você beija alguém que ama. Por mais detalhista que seja a descrição, o outro nunca poderá experimentar a mesma coisa que você. Ou quando nasce seu filho. As dores, o choro e a emoção desse momento serão sempre inexplicáveis. Estou contando isso para tentar falar sobre o que passei naquela tarde chuvosa de sexta-feira. Por mais que eu explique você nunca conseguirá sentir o que realmente eu senti.
Enquanto muitos se preparavam para um final de semana maravilhoso ao lado de seus pares, eu permanecia em silêncio sentada numa cadeira. À minha frente, um homem de óculos quadrados me olhava com a maior piedade deste mundo. Na verdade, não conseguia distinguir mais o rosto dele. Eu só tremia. "Eu não entendi...", repetia, nervosa, segurando minha bolsa com a mesma força que tinha usado no parto de meu filho único, Rodrigo. "Juliana, você sofre de uma doença incurável. Fizemos todos os exames e...você tem uma sobrevida menor do que imaginávamos...", repetia, sussurrando como se não quisesse que eu escutasse.

Minhas pernas se mexiam no mesmo ritmo frenético do meu coração. Apertei mais a alça da bolsa. "Há quanto tempo tenho errr... isso?", perguntei, sentindo as lágrimas caírem de meus olhos em quantidade cada vez maior. Havia dois meses que tinha entrado naquela clínica pela primeira vez. Decidi fazer alguns exames porque estava me sentindo mal nos últimas mos tempos. A princípio, seriam apenas exames de rotina, desses que precisamos repetir sempre. No entanto, tive de refazer vários deles, porque havia a suspeita de que uma doença muito séria se alastrava dentro de mim.
"Você terá toda a assessoria do hospital e uma psicóloga para acompanhar seu tratamento. Ele, aliás, será reforçado. Isso poderá aumentar essa expectativa para um mês ou mais...", consolou-me o doutor, já acostumado a dar aquela notícia a outras pessoas. Fixei meus olhos em um porta-retratos na mesinha dele. "É sua família?", perguntei, enxugando as lágrimas. "Sim, minha mulher e minha filha", falou, com medo de que sua resposta me deixasse ainda pior.

Tentei esboçar um sorriso. "Também tenho uma foto assim. Meu marido, Fábio, eu e meu filho fomos para a praia no ano passado e ele tirou alguns retratos", contei como que sedada. Olhei o relógio. Já estava sentada ali havia uma hora. Fui embora. Mal consegui dirigir no trajeto de volta para minha casa. "Mãe, o pai me prometeu uma bola de futebol profissional", falou Rodrigo logo que me viu abrir a porta.
Forcei um sorriso e fui para o quarto. Atirei-me sobre a cama e desabei num choro doído. O maior de toda a minha vida. Com as mãos tensas, agarrava-me ao edredom na vã tentativa de não despencar de minhas esperanças e do pouco tempo que me sobrava para viver. "Por que eu, meu Deus", gritava, num misto de fúria, rancor e tristeza profunda. Ao levantar a cabeça, vi Fábio e Rodrigo parados na porta. Eles sabiam que eu havia ido à clínica pegar os exames. "O que foi, meu amor?", perguntou meu companheiro de tantos anos.

Em questão de segundos, olhei para os envelopes com meus resultados sobre a cadeira e notei que estavam discretamente fora do campo de visão dos dois. "Na clínica deu tudo certo. Mas no trabalho... Fui despedida!", disse sem pestanejar. Ter contado a maior mentira de minha vida naquele momento pouparia os dois seres que mais amava na face da Terra de morrerem aos pouquinhos, como acontecia comigo. Foi assim que começaram os meus dias finais.


Fábio me consolou dizendo que eu conseguiria um novo trabalho. Dei um sorriso amarelo. "Ouvi falar que lá na firma abrirão uma vaga para secretária do financeiro daqui a dois meses", lembrou antes de dormir. Fiquei olhando para seu rosto durante toda a noite. "Não estarei aqui daqui a dois meses", pensava, chorando baixinho. Na manhã seguinte, esperei que Fábio levasse Rodrigo à escola para voltar ao meu mundo triste. Sentada no vaso do banheiro, chorava, chorava e chorava.

"Por que comigo, meu Deus?", gritava, batendo as mãos contra o próprio corpo, como se tentasse me punir por ter aquela doença. O armarinho de remédios estava logo ali à minha frente. Dentro dele,muitos medicamentos com tarja preta que Fábio tomara na época em que teve problemas com a ex-mulher. Abri todas as embalagens e joguei os comprimidos sobre a pia. "Rodrigo, meu filho, mamãe te amará para sempre", repetia baixinho enquanto colocava algumas bolinhas na boca. "Um dia você vai entender."
Dentro de mim, a vontade de antecipar minha morte. Dentro de minha boca, cinco comprimidos que poderiam me ajudar a atingir esse objetivo rapidamente. Senti na língua o gosto amargo. Da depressão e da droga. No reflexo do espelho, vi uma luz. Era o Sol, que estava radiante naquela manhã de quinta-feira. Forte e solene, encheu todo o ambiente com seus raios. Cuspi os comprimidos na pia. Abri a porta da cozinha e saí para o quintal.Vi o astro-rei iluminar meu pequeno jardim. Pardaizinhos brincavam numa poça de água formada pela chuva da noite anterior.

Minha cadela brincava com um ossinho. Era um mundo onde cada segundo era aproveitado de uma maneira prazerosa. Sentei-me no chão e olhei para o relógio. Meu tempo estava correndo. Se era para continuar vivendo, que fizesse como todos aqueles bichinhos... Que passasse o último estágio me sentindo... bem! A primeira coisa que fiz naquela manhã foi ir até a escolinha do Rodrigo. A professora se surpreendeu com a visita daquela mãe tão ausente nos últimos anos. Minutos depois, carregava uma criança sorridente rumo ao shopping center.
Passamos a tarde inteira lá. Rodrigo mal acreditava no que estava acontecendo. "Mãe, a senhora me trará sempre aqui?", perguntou com a boca suja de algodão doce azul. Eu sorri, mas não tive coragem de responder. Quando Fábio chegou em casa, encontrou o jantar servido numa linda mesa. Duas velas acesas a enfeitavam. "É nosso aniversário de casamento?", perguntou rindo. Aproveitamos que Rodrigo dormiu e ficamos namorando na sala, como não fazíamos havia tempos. "Se perder o emprego te deixou tão romântica, acho que vou sustentá- la daqui por diante", brincou.
Olhei fundo nos olhos do homem com quem me casara fazia cinco anos. "Tenho algo muito importante para dizer." Ele notou o tom sério e segurou minhas mãos. "Fala, Juliana, pode falar", sussurrou. Engoli em seco. "Saiba que te amo muito", declarei, aos prantos.

No café da manhã, Fábio deu um sorriso de satisfação após receber um telefonema. "Amanhã terei aquela reunião no banco sobre o financiamento. Acho que em dois meses podemos assinar os papéis e procurar o sobradinho dos nossos sonhos", murmurou. Fiquei olhando seus olhos escuros sem piscar por alguns instantes. "Que bom!", respondi, pensando na casa que jamais conheceria.
Levantei e fui lavar a louça.Tinha marcado consulta com a psicóloga, mas não via razão alguma para ir. De que me adiantaria receber conselhos àquela altura do campeonato? Isso me faria viver mais? Sentia que já não raciocinava como antes. Estaria enlouquecendo? Naqueles dias, passava a maior parte do tempo com uma tremenda taquicardia, além de muitos enjôos. Era meu corpo avisando que meu fim se aproximava. "Eu não posso parar agora!", disse a mim mesma, antes de sair para a rua.

Parei na loja mais chique do bairro e comprei o vestido que há tempos namorava. Lindo, vermelho, de seda, caiu em meu corpo como uma luva. "Você vai arrasar na festa!", disse a vendedora, satisfeita com a comissão que levaria graças ao meu impulso de consumo. Saí da loja trajando a nova roupa. "O que vou fazer agora?", me perguntei, olhando ao redor.
Finalmente, entrei num cinema. Fazia tempo que não via um filme. Era uma comédia. Naquele horário, só havia crianças e velhinhos. A única adulta era eu. Quer dizer, eu e um moço muito bonito. Ele ficou me olhando, comendo-me com os olhos. Em anos e anos de casada nunca havia traído meu marido. Muitas vezes havia pensado em outros homens enquanto estávamos na cama e tenho certeza de que Fábio havia feito o mesmo. Mas traição? Nunca! O moço se aproximou e sentou na mesma fileira que eu. Continuei em silêncio e comecei a suar em bicas.

"Boa tarde", falou baixinho, numa distância respeitosa. Respondi e me virei. Ele podia ser algum tarado e me fazer mal. Se tentasse algo à força, enfiaria a mão nele. "Adoro filmes com esse cara", falou, apontando para a tela. Pela primeira vez, o observei. A luz estava fraca, mas podia distinguir seu rosto. Era loiro, olhos claros, magro e com um cabelo repicado. "Seu vestido é mais bonito do que o da atriz!", insistiu, notando que eu sorria. Então, veio a imagem de Fábio em minha cabeça. Nossas juras de amor, nosso noivado, o casamento, o nascimento de Rodrigo...Veio tudo!

Dois sentimentos explodiam dentro de mim quando entrei num pequeno hotel com aquele desconhecido. Um era o de arrependimento por trair alguém que amava. O outro era o de fazer algo que nunca faria de novo. Mesmo confusa, me entreguei a Paulo Henrique - esse era o nome dele - com toda a volúpia. E enquanto ele me beijava e me tocava das maneiras mais safadas, mergulhei num ritual íntimo de mudança. Não era mais a comportada dona-de-casa à espera do marido e do filho. A cada dia me transformava numa outra pessoa. Alguém que já não se importava com nada, a não ser com ela mesma.

Não conseguia mais olhar meu marido da mesma maneira. Era como se, aos poucos, ele fosse ficando transparente. O amor que eu alimentara durante tantos anos dava lugar ao esquecimento. "Ligaram do seu trabalho. Parece que tem um documento para pegar lá...", falou enquanto jantávamos. Senti medo de que a secretária do escritório tivesse revelado que, na verdade, eu pedira demissão.
Pelo silêncio distraído de Fábio, tive certeza de que ele não havia descoberto a verdade. Fui tomar banho. De repente, fiquei tonta. Por muito pouco não desmaiei. Meu corpo avisava que somente aguentaria por mais algumas semanas. Olhava toda aquela medicação prescrita pelo médico sobre a pia com desdém. "De que adianta isso?", murmurava, enquanto tentava me manter lúcida. Abaixei a cabeça e vomitei. "Ju, abra a porta", gritou meu marido, percebendo que algo estava acontecendo.





Minutos depois, eu abri, de cara lavada e me sentindo melhor. "Amor, o que houve?", perguntou, preocupado. Sorri. "Reação a um remédio para regime que estou tomando...", menti. "Eu? Dieta?!", repetia para mim mesma no café da manhã seguinte. Fritei quatro ovos e muito bacon. Comi como nunca. Passara boa parte dos meus 28 anos querendo perder peso, tentando evitar pneuzinhos e celulite. "Mas e agora? Para que um corpo em forma se ele não servia para mais nada?", questionei, chorando e praguejando meu cruel destino.

Fui a uma doceria e comi todas as delícias que sempre desejara. Uns oito doces. Lógico, passei mal. Mas o sabor apaziguou um pouco o amargo da decadência, do meu fim. "Quer que eu vá buscá-la na despedida de solteira de sua colega?", perguntou meu marido, envolvido em mais uma mentira minha. Mais tarde, naquele sábado, estava entrando numa animada boate. Rapazes e moças circulavam com roupas coloridas e olhares furtivos. Todos procurando algo... ou alguém.
No terceiro copo de vodka, tomei coragem e me aproximei dela. Brena era seu nome: uma morena esguia, cabelos compridos e lábios finos. Por sorte, foi com a minha cara e engatamos uma conversa. Pelo calor da bebida e por toda a loucura que se passava na minha cabeça, dei-lhe um beijo. Nunca havia provado uma relação lésbica. Porém, por alguma razão, não achava justo morrer sem arriscar.
Beijei-a com desejo. Mas não o desejo do sexo e da novidade e, sim, a ânsia de que ela, de alguma maneira, me libertasse de meu destino cruel. Queria que aquele longo beijo repleto de língua e saliva fosse uma ponte para que eu saísse de um pesadelo. "Você é linda, Amanda!", repetia a garota, sem saber que aquele nome era falso. Não fizemos amor, porque eu não consegui, mas as carícias saciaram minha curiosidade.

Durante a madrugada, quando aninhei-me em Fábio na cama, sussurrei em seu ouvido: "Será que você vai me esquecer rápido?" Não dormi. Apenas chorei e me recolhi na contagem regressiva de meus dias. Restavam-me, agora, duas breves semanas.

Durante os quatro anos em que eu morava naquela casa, uma vizinha me causava tristeza. Dona Henriqueta, era o nome dela. Ela gritava com o filho todo o tempo e eu temia que a pobre criança tivesse algum tipo de sequela por causa da mãe histérica. Nunca havia feito nada, confesso, por puro comodismo. Mas agora tinha razões suficientes para tomar uma atitude.
Era uma quarta-feira à tarde, quando ouvi o pequeno chorando, enquanto ela praguejava em alto e bom som. Corri ao quarto de Fábio e peguei sua filmadora. Pela janelinha do banheiro, registrei a louca ameaçando a criança, num ato de covardia explícita. O pequeno chorava copiosamente enquanto ela exibia uma cinta. Hesitei, por um instante, em largar o equipamento, ir até lá. Passados 15 minutos, a vi sair sozinha da casa, deixando a criança em cárcere privado. Pensei no filho que iria perder, no quanto o amava e comecei a chorar.

Logo que toquei a campainha, o assustado garotinho veio até ao portão. Seu rostinho inchado denunciava o abuso. Um vergalhão em seu braço também. "Tudo vai dar certo", disse, acariciando seus cabelos entre as grades. Na mesma semana, um promotor recebeu aquela fita com o endereço. Apesar da carta ser anônima, decidiu investigar e a guarda do menino foi transferida para uma tia - muito carinhosa soube eu, mais tarde. Contei a Fábio toda a história. "Você agiu como um anjo da guarda; por que não fizemos isso antes?", ele dizia, em tom de culpa.
"Porque eu achava que teria mais tempo na vida para tomar essa atitude", pensava, olhando-o com tristeza. De repente, o mal-estar. Disfarçando, fui para o quarto. Concentrada em não desmaiar, passei para o banheiro e alcancei o armário de remédios. Após uma dose cavalar, veio o alívio. Ainda enjoada, abracei as fotos do meu marido e de Rodrigo e repetia baixinho seus nomes. "Eu não quero deixar vocês!" Mais tarde, servia o jantar para os dois. "Juliana, estou achando você estranha... você está bem, meu amor?" Suspirei. "Eu estou para entrar naqueles dias...", sussurrei.

Meus homens se entreolharam num olhar cúmplice que, provavelmente, queria dizer "não mexa com a mamãe que os hormônios dela estão a mil!" Fábio me procurou na cama naquela madrugada. Fechei os olhos e o senti dentro de mim. Ele sempre me fazia feliz na cama. No meio da transa, parei. "Posso te pedir uma coisa?", perguntei. "O quê?", respondeu, com o coração acelerado. "Quero que você nos fotografe assim como estamos, agora!" Ele sorriu, incrédulo, e não pensou duas vezes. Pegou a câmera e me clicou nua, tocando o meu corpo e o dele.
Aquela máquina registrou o momento exato do nosso orgasmo. Num frenesi absoluto, Fábio retratou nosso êxtase, nosso sexo e nossa união. Refeitos de tudo, mostrou-me no visor da máquina todos os registros que havia feito. Prometeu guardar para sempre. Assim, nos inspiraríamos nas próximas vezes em que fôssemos pra cama. Mal sabia ele que aquela havia sido a última... 

Olhava o calendário na parede. Naquela manhã, não estava com vontade de sair da cama. Tinha a sensação de que seria melhor ficar deitada esperando, esperando, até que um anjo soasse suas trombetas avisando da minha partida. "Como será que morrerei?", pensava. "Vou sofrer muito ou simplesmente acontecerá durante meu sono?", cogitava baixinho, enquanto contava os dias que ainda me restavam. Àquela altura do campeonato, não sentia mais vontade de chorar.
Ainda na cama, lancei meu olhar para o teto do quarto, pintado de gelo há poucos meses. Fiquei assim até adormecer. Fraca, não conseguia sequer me levantar e realizar alguns últimos desejos. Simplesmente, queria partir de uma vez. Olhei para o relógio: 15h. Com dor no corpo e tontura, levantei e fui à janela da sala. O brilho do sol ofuscou minha vista. Do outro lado da calçada, o mesmo mendigo de sempre. Era um senhor de uns 65 anos, sujo, com roupas rasgadas e cabelos desgrenhados. Ele "morava" na garagem daquela loja abandonada há tempos. Fui até ele.

O pobre homem não acreditou quando viu aquela mulher pálida e enfraquecida colocar uma enorme cesta de vime à sua frente. Nela, vinhos, queijos, conservas e enlatados importados, ganhos de um cliente de meu marido no Natal. Voltei para casa e, da janela, espiei o mendigo saciar-se com a bebida e a comida. Era seu primeiro banquete em vida, talvez. Agora, faltavam dois dias. Se meus cálculos estavam certos, seria meu penúltimo dia de vida. Por incrível que pareça, minha letargia era mais forte que o medo de morrer. Sempre imaginei que fosse partir dessa para melhor de uma maneira diferente...
De que aconteceria quando tivesse 90 anos ou num acidente inesperado. Jamais havia cogitado a morte assim, de maneira tão fria, como se eu fosse um pedaço de carne com a data de vencimento às vésperas de expirar. Já caía a tardezinha, quando fui tomar banho. Fiquei meia hora sob a ducha, tentando relaxar. Meu coração batia forte. Nem parecia que pararia de vez no dia seguinte. Preparei o jantar com todo o requinte possível.
Fábio ficou pasmo diante da mesa decorada e do assado de lagarto que exalava um delícioso aroma pela casa. Pelos olhares que trocamos à mesa, eu, ele e nosso pequeno, parecia que eles sabiam o que estava acontecendo. Não fizeram perguntas nem me questionaram sobre a razão daqueles pratos. "Mamãe, a gente vai no shopping de novo?", perguntou Rodrigo, lambuzado de molho. Sorri e dei um beijo em sua bochecha. Quando senti uma lágrima brotar de meus olhos, dei um grito: "E se a gente fosse fazer a digestão na praia...agora?", disse, eufórica.

Há tempos, Fábio havia sugerido que fizéssemos uma viagem relâmpago ao litoral apenas para ver o sol nascer. Era sexta-feira e ele cedeu à alegria de Rodrigo e ao meu desejo surpreendente. Uma hora depois, eu e as pessoas que mais amava sentávamos na areia fofa. Eles queriam curtir o inusitado momento e eu... apenas ver meu último nascer do sol.

Naquela manhã, não tive coragem de ligar para o médico para confirmar se aquele seria meu último dia de vida. Durante o café da manhã, olhava, silenciosamente, para meus dois homens. De repente, via tudo em câmara lenta. Hábitos comuns, como passar manteiga num pão para Rodrigo, se transformaram em algo mágico: era a última vez que faria aqui-lo.

Mal conseguia discernir o que falavam. Fui tomada por uma surdez temporária e só os via movendo os lábios. Cerrei meus olhos por um segundo. Vi meu corpo num caixão. Estava coberto de flores. Pessoas choravam a meu redor. Entre elas, meu marido e meu filho. Senti Fábio tocar minhas mãos frias e o esforço que fazia para me acordar de meu sono eterno.
Abri os olhos. "Amor, você está meio desanimada hoje. O que foi?", dizia, segurando, de fato, minhas mãos. "É sono!", respondi, ensaiando um sorriso. Rodrigo veio até mim com os bracinhos estendidos: era hora do nosso abraço de despedida matinal. "Tchau, mãe!", falou, como de costume. Encostei minhas narinas em seu pescoço e senti o cheiro de seu sabonete infantil. Quando ele ia sair, continuei apertando-o contra meu corpo.

"Filho, mamãe te ama muito, viu?", murmurei, segurando as lágrimas. Ele se desvencilhou de mim, sem entender nada. Notei que Fábio me olhava também de uma maneira estranha. Foi assim que me despedi deles. Debaixo daquela garoa fina, meu elo com a vida partia. Fiquei olhando-os até que entrassem no carro.Voltei para o quarto e me deitei. Era só esperar. Por um momento, quis ligar a meus poucos amigos e amigas e avisar da minha morte. Mas, seria esquisito.
Vesti uma roupa branca. Era uma maneira de os anjos perceberem que havia sido uma boa alma. Não tinha entrado muito em igrejas, mas acreditava em Deus. Ele viria me buscar no decorrer daquelas horas. Limpei a casa e deixei tudo arrumado. Peguei papel e lápis e escrevi um bilhete. Foram três rascunhos até que chegasse à ver-são final: "Fábio e Rodrigo, amo vocês". Caminhei de volta ao quarto e me deitei. De barriga para cima, sentia minhas lágrimas escorrendo. Fechei os olhos, respirei e pedi a Deus que acabasse logo com aquilo.

Fiquei a tarde inteira nesse estado, até que reconheci o barulho do carro de Fábio. Era noite, e eles estavam voltando. Eu me sentia estranhamente bem.Fui à cozinha, peguei o bilhete, rasguei e joguei no lixo. Ao abrir a porta, dei um sorriso emocionado e os abracei. "Bem-vindos de volta ao lar, meus amores." Eles sorriram. Acordei no dia seguinte e prossegui minha vida.
E foi assim por dias, semanas e meses. A morte simplesmente não veio. Aos poucos, já não me importava mais com um fim que viria com ou sem aviso prévio. Estava vivendo minha existência com a intensidade e prazer que todo mundo deveria sentir. E isso era muito mais importante que apenas esperar por uma manhã em que não acordaria mais para servir o café da manhã para meus dois homens.'

||THE END||