DR. RELACIONAMENTO

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LEITORA:
Nome: Millena
Mensagem: "Olá estou com um enorme problema e não sei mais quem pode me ajudar a me explicar e me dizer o que fazer; Ainda amo meu ex e estou grávida de 7 meses, no começo do nosso relacionamento ele terminou comigo porque escondi um segredo, mas logo revelei a ele e voltamos, em seguida por causa de minha familia que se intrometia na nossa vida a 2 ele decidiu terminar comigo um dia depois da festa de meu aniversário, achei que acabaria por ali, mas ele veio atrás de mim pendindo para ainda sermos amigos e de uma amizade simples virou amizade colorida, logo engravidei , estavamos bem, mais no começo da gravidez ocorreu muitas brigas tantas que ele sugeriu um aborto, fiquei super arrasada porque desde o começo de nosso relacionamento ele dizia ser doido para ser pai; quando estava com 2 meses percebi que ele estava muito estranho e decidi conversar e mandar ele se abriu logo comigo qual era o problema, foi quando ele soltou a bomba... Dizendo que não me amava e que ainda amava a ex dele, e que quando começamos a namorar ele só começou um relacionamento comigo porque queria esquece r sua ex; depois dessa fiquei arrasada, com depressão e querendo morrer e com raiva de estar gravida, mais logo passou e decidimos não ter mais nada, já que ele estava querendo voltar com a ex. então decidimos sermos amigos por causa do bebê. como estou solteira, fui a um casamento de uma amiga, e o primo dessa amiga que conhecia a anos estava lá, passei muito tempo com ele na festa conversando e acabou que em outra festa acabamos ficando, então um dia meu ex estava me contando que estava ficando com sua ex, eu então contei que não estava sozinha também que estava ficando com alguém também; quando contei ele agiu como se eu tivesse o traido, me chingou de tudo quanto é nome e não aceitava que estivesse com alguém, um tempo depois esse menino que estava ficando foi embora para sua terra natal, e perdi o contato com ele depois e logo meu ex decidiu que queria ter ainda algo comigo mas não iriamos voltar, eu aceitei por que sentia falta dele e niguém masi queri a ter um relacionamento comigo por estar gravida, então desde os meus 3 meses de gestação eu e ele estamos nisso só que não voltamos, a cerca de um mês atrás ele me disse que não amava a sua ex que ele achou que amava mais não sente nada mais por ela, mais que também não ama niguém, mais eu sei que eles saem todo final de semana juntos e que ainda ela dorme em sua casa e ele na dela, mais ele jura que não fazem sexo e nem se beijam. mais desde o começo de minha gravidez ele só me visitou 6 vezes, hoje estou com 7 meses e ele age como se ainda estivessemos juntos e que se eu sair com alguém é como e fosse uma traição, não sei o que faço, amo ele e ele não me ama mas não aceita me ver com outro e nem voltar comigo ele quer. ele nem leva em consideração de eu estar gravida da primeira filha dele. eu não sei o que faço,eu não sei mais o que acontece mais só me sinto muito mal. me ajuda por favor dr.relacionamento"



DR. RELACIONAMENTO:

Nossa Millena que complicada essa sua história hein...



Observem todos que algumas pessoas por ausência de consciência tomam decisões erradas em suas vidas, e decisões essas com consequências que elas terão que carregar para o resto de suas vidas.

Olha Millena, você teve um relacionamento muito conturbado e bem imaturo tanto da sua parte quanto da parte dele. As vezes quando amamos demais e cegamente uma pessoa não conseguimos enxergar os defeitos ou até mesmo ver aquilo que o outro faz e que não é bom para nós.

Durante todo o seu relacionamento você recebeu 'avisos' em todos os sentidos.



Porque veja só - uma pessoa que está altamente bem emocionalmente e conscientemente. No primeiro afastamento do casal, que no seu caso foi por ele dizer ainda estar apaixonado pela ex; já teria tomado a decisão de não aceitá-lo mais de volta.
No entanto não foi isso que você fez, você agiu pela emoção e mais uma vez tomando a decisão errada tentou viver uma história que não deu certo - E que só acarretou em te trazer mais dor e sofrimento.

Você está com uma auto estima tão baixa que você não consegue enxergar os seus valores interiores e exteriores. Você chegou a tal ponto que está perdida e não sabe o que fazer e que decisão tomar.
Eu gostaria que você lesse e relesse esse e-mail que você me enviou, e fazendo um exercício de observação.

Refletisse sobre que pessoa aguentaria passar por tudo isso que você passou e simplesmente não tomar uma decisão correta - uma decisão com consciência de mudar de situação?  
Parar e falar: EPA! Pêra ai; não é assim que a Banda toca - eu tenho os meus valores, eu gosto de mim.

Você diz que ama ele, mas na realidade você não o Ama; isso é falta de amor próprio querida!
 - Nós só somos capazes de amar alguém de verdade depois que aprendemos a amar nos mesmos. 
Você simplesmente se tornou um capacho deste homem. Ele faz tudo isso com você porque ele sabe que ele pode dançar e festejar com a vizinha e você vai estar lá sempre bobona esperando ele. 
Homem não gosta de mulher bobona não querida.
E te digo mais...

Você pode não gostar do que eu vou falar, mas esse homem só está com você por causa desta criança. 
Porque você acha que ele te pediu para fazer um aborto?
Ele não quer separar de você, porque ele sabe que existe a justiça e que ele terá que assumir os deveres dele como pai. 

E não pense você que filho segura homem, que já estamos no século XXI; e todo mundo já esta cansado de saber que isso não adianta – isso é coisa da época da minha avó...

Millena, querida, Chega né? Vamos mudar de vida?
Você errou >.< ponto. Errar é humano. E os erros existem para um propósito - aprendermos com eles. 


Coloque um basta nessa história toda. Manda esse homem ir pastaaarrr!
Esqueça esse homem, pense em você e no seu bebe. Se ame mais.
Lembrando sempre que não existe só este homem no mundo, e que estando com ele sofrendo, você pode estar perdendo a oportunidade de encontrar alguém que realmente possa te fazer feliz.
Quanto ao bebe, simplesmente vá até a justiça exija pensão - porque convenhamos; criar filhos e educá-los não esta nada fácil. Ainda mais nessa época que vivemos hoje. Procure seus direitos querida 

E a partir de agora comece a tomar as decisões da sua vida com consciência... Sempre pensando nas conseqüências a longo prazo.
O que isso vai me causar? O que vou receber de volta da vida tomando esta decisão?
Não existe acaso e sim causa; somos os únicos responsáveis por aquilo que nos acontece.

Sempre lembrando que a decisão que devemos tomar frente à vida; não é sempre a que queremos, mas sim a que é MELHOR para nós.

Boa Sorte Millena, depois mande-nos um e-mail para nos contar o que aconteceu.

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As pessoas fazem escolhas baseadas no modo como acham que as coisas funcionam, mas se essas crenças estão de alguma forma errada, isso pode resultar em comportamentos que parecem irracionais, mas na verdade foram tomados com base em decisões extremamente lógicas (para quem tomou a decisão, apenas).
Por que as pessoas fazem as escolhas erradas para questões óbvias?Uma pesquisa, publicada noProceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), examinou as origens das decisões e estratégias aparentemente irracionais que ocorrem nas chamadas atividades de escolha binária, em que os indivíduos são consultados repetidamente sobre as escolhas que envolvem apenas duas opções – sendo que uma delas tem maior probabilidade de estar correta. Apesar da estratégia considerada correta apontar para a escolha da opção mais evidentemente acertada, os indivíduos muitas vezes optam pela resposta possivelmente errada.
“Essa estrutura de escolha está presente em muitas situações cotidianas. A estrutura mais simples da escolha é aquela que, quando fazemos uma opção, sabemos de alguma forma o que vai acontecer na sequência”, explica Shawn Green, pesquisador da Universidade de Minnesota, EUA.
“Mas nossas decisões passam por filtros como nossas crenças, ou seja, algo que pode mudar quando nos deparamos com problemas na vida real”, diz o pesquisador. “Por exemplo, se você joga uma moeda para cima e ela cai com a coroa para cima, cinco vezes seguida, qual o lado que você deve escolher em um próximo jogo de cara ou coroa com a mesma moeda? Se assumirmos que a moeda não é viciada, a resposta tanto faz, probabilisticamente falando. Ela pode tanto cair com a cara ou com a coroa para cima. Mas as pessoas provavelmente vão ficar mais propensas a apostar na coroa, pois viram uma sequência ‘da sorte’, por exemplo”, completa.
Green explica que essas escolhas deveriam ser vistas como independentes, mas a partir do momento em que as pessoas não tiverem uma estrutura lógica para se basear, elas vão criar suas próprias estruturas, como a “sorte” (um conceito que varia de pessoa para pessoa). Jogadores de cartas acreditam que certos sinais lhes dizem quando a sorte vai “virar”, por exemplo. “Mesmo modelos computacionais fazem escolhas erradas quando são alimentados com dados conflitantes ou falhos”, explicam os pesquisadores.
No estudo de Green, quando os indivíduos participantes eram avisados sobre como os eventos de escolhas poderiam ser independentes (uma sequência de acertos não tinha nada a ver com uma estrutura maior funcionando por trás), eles rapidamente mudavam seu comportamento, optando por escolhas mais objetivas e que tinham mais probabilidade de acerto, considerando as regras impostas para o experimento.
“Isso indica que a partir do momento em que as pessoas entendem o modelo lógico do que estão lidando – e no caso era o fato de que cada atividade tinha uma opção óbvia – eles se adaptavam facilmente, melhorando sua ação de tomada de decisão”, finaliza Green.
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com informações da University of Minnesota

Pessoas que acham que são melhores que outras em uma situação em que concorrem por algo apresentam, muitas vezes, uma grande rejeição dos pares.
1210437 sxc Se achar superior aos outros pode levar a isolamento socialEssa é a conclusão de um estudo feito por Vera Hoorens da Universidade de Leuven, na Bélgica, em colaboração com Constantine Sedikides da Universidade de Southampton, no Reino Unido.
Para o estudo os pesquisadores observaram o resultado de 49 participantes em que eles eram convidados a declarar, individualmente, se achavam que teriam resultados piores ou melhores que os outros participantes em um teste feito em laboratório. Os resultados mostraram que a reação negativa dos outros participantes era intensa, principalmente quando os participantes se declaravam “muito melhores” que os outros. Participantes que se declararam bastante hábeis, sem hierarquizar suas habilidades, tiveram menor rejeição.
Hoorens diz que pessoas que declaram se achar muito superiores são rejeitadas, pois comunicam mais uma visão negativa dos pares do que uma visão positiva das próprias habilidades. Isso, diz o pesquisador, pode ser um “tiro que sai pela culatra”.
Um estudo anterior dos mesmos pesquisadores apontou para o que é chamado de comportamento de superioridade ilusória, em que um indivíduo tende a classificar os pares como indivíduos abaixo de uma média pessoal imposta. A partir dessa afirmação, os indivíduos que se declaram muito superiores aos outros acabam por sempre rever os parâmetros que balizam “sua superioridade” ou então usar escalas de avaliação baseadas em suas próprias visões sobre um determinado assunto (os pares então não “concordariam” ou “discordariam”, mas seriam “tão superiores” ou “abaixo da média” em comparação aos indivíduos com comportamento de superioridade ilusória).
“Do ponto de vista de interação social, comparar-se por meio dos defeitos alheios pode criar grandes barreiras para a comunicação e sociabilidade. Aqueles que indicam seus pontos positivos, independentemente da comparação alheia, são mais bem vistos e acabam interagindo de forma a causar menos atrito”, conclui Hoorens.
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com informações da British Psychological Society
Para alguns celebrar o fim do casamento pode soar algo de mau gosto. E, realmente, à primeira vista, a ideia parece estranha, afinal, ninguém almeja começar uma união pensando no seu fim.

Festa do divórcio

Mesmo assim, muita gente aderiu à moda da festa do divórcio, que começou nos Estados Unidos e hoje em dia até conta com um mercado especializado. Mais uma dessas invenções dos norte-americanos.
A festa chegou ao Brasil e tem poucos adeptos como a assessora de imprensa Meg Souza, 29. "Acho que é uma forma de quebrar esse tabu de que o divórcio deve ser triste, sofrido. Se comemoramos o casamento, por que não o divórcio? Afinal, é uma nova vida que começa, nada de tristezas. Se o casório não está bem, qual a razão para continuá-lo? Preferi ser uma solteira feliz do que uma mulher casada e sofrer".
Depois de quatro anos de casamento, dois de separados e algumas tentativas de reconciliação, um dia Meg estava procurando sobre divórcio na internet e viu eventos do tipo no exterior. "Descobri que era algo freqüente e amei a ideia". Logo em seguida, ela pegou o telefone e falou com vários amigos.
"Eles toparam na hora. Fizemos um mega evento com direito a bolo repartido no meio, bem separado e gogoboys. Uma festa a fantasia com DJ, banda e buquê de rosas com preservativos feito por uma artista plástica". Meg conta que no dia seguinte foi só elogios, todos adoraram a comemoração que começou às 22h e terminou às 06h30, isso no dia 23 de maio do ano passado. Pois é, o mês foi escolhido a dedo.
Os detalhes não param por aí. Meg teve "dia da noiva". A entrada foi ao som de violinistas e música eletrônica. Já o cardápio da festa que aconteceu em uma balada em São Paulo, bairro Vila Madalena, teve direito a comida japonesa.
"Fiz mesmo para comemorar. Contei com a ajuda de vários apoiadores, parceiros. E, sem dúvida, foi bem melhor do que o meu próprio casamento". Segundo a assessora de imprensa, um dos motivos da separação foi a "incompatibilidade" de gênios. "Os objetivos não eram mais os mesmos. Gostos e sonhos mudaram", diz Meg que inclusive chegou a convidar o ex para a festa, que por motivos óbvios não foi.
Bolo da Festa do Divórcio

Da festa de casamento, Meg também chamou a mesma madrinha, que topou a brincadeira sem receios. "A Meg é uma super amiga e fiquei muito feliz em ser a sua madrinha nesses dois momentos da vida dela. Acredito que se a separação foi para o bem do casal, não me oponho a fazer uma festa como essa. Mas acredito que não é para qualquer um, depende muito da personalidade da pessoa, das suas vontades e como o divórcio afetou a vida. No caso da Meg ela tinha tudo que a levava a isso", comenta a amiga Jessica Kirsner, 29, solteira. Na opinião da empresária, iniciativas como essa não torna o casamento algo banal e fazem as mulheres se sentirem melhor.

"O casamento hoje em dia realmente já não é como antigamente. Se o amor acaba, não faz sentido manter um casamento apenas por conveniência e superficialidade. Acho legal ser original, mesmo que isso afete algumas ideias da cultura social que temos".
Depois da repercussão da festa, Meg resolveu repetir a dose e criar a Boda de Papel Rasgado, um ano depois no dia, 29 de maio, nos mesmos moldes do evento anterior. O evento teve banda, música eletrônica com violinistas e os convidados vestidos com fantasias. Ao invés de branco, Meg optou por um modelito preto mais ousado, curtinho, e botas de cano alto. Véu e buquê de flores também entraram no visual.
A intenção da assessora de imprensa é fazer outras festas a cada ano, talvez não nas mesmas proporções, apenas para lembrar que o divórcio não parece algo tão ruim assim.
com informações da VilaDois.terra.com.br