DR. RELACIONAMENTO

LEITORA:
Nome: Sabrina Alves
Mensagem: "Olá Dr. Relacionamento estou escrevendo porque estou desesperada. O meu marido na noite de Natal estava todo alegre e brincalhão chamou a família e os amigos todos nós compramos muita coisa porque eu gosto de um natal bem farto sabe que sobre a comida do outro dia. as pessoas chegaram e ele estava normal teve a ceia e tudo a gente se reuniu em volta da mesa comemos e ápos isso meu marido chegou, me chamou em um canto e disse:
"- Amor, vou dar uma passadinha na casa de um amigo meu pra desejar Feliz Natal e ja volto!" 
Eu claro, não liguei disse vai lá, fala que eu também desejei feliz natal a ele, mas acabou que pela correria nem perguntei quem era esse amigo.
Ele foi lá e depois de mais o menos 1 h e meia ele voltou, perguntei pq ele demorou e ele disse que o amigo dele insistiu pra ele entrar um pouco e beber com eles. Sendo assim meu marido disse que aceitou porque não podia fazer uma desfeita né. tudo bem!
No outro dia, 25, eu e minha irmã acordamos e fomos sair de carro, quando entramos no carro eu vi que tava meio sujo. até comentei com minha irmã; "Nossa onde será que mora esse amigo do ...... que deixou o carro nesse estado?". Foi ai que deus preparou as coisas certinhas para mim, porque eu ia liga o carro e chave caiu no carpete, e isso fez eu me abaixar pra catar a chave. E foi ai então que eu vi um papelzinho amaçadinho escrito Motel. 
Ai na hora eu assustei, peguei na hora esse papel e fui olhar a data, e era exatamente do dia e horário que meu marido havia dito que foi ver seu amigo.
Na hora eu fui la acordei ele, gritando, batendo...queria uma explicação ele falava que eu estava louca.
Peguei as roupas dele e coloquei num saco preto e falei: some e não volta mais seu desgraçado.
Apos isso ele ja e ligou varias vezes, mandou recado.. eu não sei o que fazer mais doutor.
eu gosto dele, e quero ele de volta mais meu orgulho não deixa, você acha que eu devo perdoá-lo?



DR. RELACIONAMENTO:
Eh homarada, mas nem no Natal eles sossegam... rsrs

Olha Sabrina, realmente é lamentável e triste o que aconteceu com você. Eu até posso imaginar como foi difícil, pois você estava lá imaginando estar acontecendo uma coisa mas na realidade acontecia outra - e alem de tudo era uma noite comemorativa muito especial que todas as famílias se reúnem em volta da mesa.
Eu realmente não entendi o que se passou na cabeça do seu marido, essa história está muito estranha seria interessante você se tiver meios, investigar melhor e analisar melhor tudo isso. 

Mas, caso isso tenha acontecido realmente. Amem viu!
Porque fala sério; quem merece estar com um parceiro ou parceira que não tem o mínimo de respeito e consideração, que não é capaz nem de respeitar uma data importante dessa e alem do mais, contar uma mentira bem deslavada dessa. 

A faça me o favor né? Tem gente literalmente que acha que pode enganar as outras pessoas. Ou então ele acredita em Papai Noel.

O Sabrina, bola para frente querida, veja esse acontecimento não como uma tragédia ou um motivo para você ficar se martirizando. Veja isso com outros olhos; com uma idéia diferente. Entre nesse clima de renovação!

Acredite que em 2011 você vai conseguir conquistar tudo aquilo que você não pode por um motivo o outro conquistar em 2010. É difícil superar uma traição? Com certeza...

Mas tudo passa! Um dos maiores problemas das mulheres que são traídas é exatamente este; ficarem na posição de vitimas, e pior, se acomodarem nessa posição.
Dizendo inconscientemente a elas mesmas: 'Ai tadinha de mim eu fui traída!' ; 'Ai ele me traiu - o que vou fazer?'

O ideal ao meu ponto de vista é trabalhar o mecanismo de defesa para que elas possam superar essa decepção amorosa mais rápido. Isso facilitaria tudo. Porque o tempo que seria perdido se colocando para baixo e auto flagelando por ter sido traída.
Ela poderia usa-lo para se auto preparar para um próximo relacionamento. Sendo assim, a longo prazo a mulher estaria mais agil e conseguiria então superar a traição com bem mais facilidade sem causar tantos danos emocionais a ela mesma.

Tudo isso é uma questão de IDÉIA própria, e esta exatamente ai uma coisa que eu sempre falo aqui. 
- Você é aquilo que você acredita!

Feliz Ano novo Sabrina - obrigado querida pelo seu carinho e confiança, depois nos mande um e-mail para nos contar o que aconteceu.


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Para algumas pessoas, o período de festas que se aproxima com o final do ano pode ser algo que os deixa em uma situação complicada. Da mesma forma que pode trazer alegria e bons sentimentos, essa época pode, a reboque, trazer uma série de situações que contribuem para uma maior ansiedade e sensação de exaustão.
1245264 christmas is near 2 Ansiedade no final do ano: dilemas mais comuns
“Nesta época, a maioria das pessoas faz um balanço do ano que passou e começa a planejar, mentalmente, como será o próximo ano. Isso sem contar os preparativos para uma data de viagens, encontros sociais, compromissos familiares ou com os amigos e a maratona de compras de presentes, tudo nas últimas semanas de um mês no qual os compromissos profissionais ainda estão acontecendo”, diz Lilian Lerner psicóloga do Ambulatório de Ansiedade da Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria (IPq), do Hospital das Clínicas – FMUSP.
“A somatória de situações que culminam no final do ano pode trazer algum desconforto para as pessoas de uma forma em geral, mas especialmente para os indivíduos naturalmente ansiosos”, explica Lilian, que também é presidente do comitê científico da Associação dos Portadores de Transtorno de Ansiedade (Aporta).
A rotina alterada radicalmente pode trazer desconforto, e a falta de um planejamento prévio transforma situações simples em desafios para o controle da ansiedade. “Ou então, acontece dessas pessoas planejarem em excesso, começando os preparativos muito tempo antes e vivenciando o estresse adiantado”, aponta Lilian.
Família e amigos
Entre as situações que podem contribuir para essa ansiedade, pode estar um balanço negativo do ano que se passou, a sensação de não ter alcançado metas profissionais, não ter um companheiro ou não ter cumprido alguma promessa importante feita a si mesma.
Questões relativas à família também são outra fonte de ansiedade. “Seja pelo fato de se estar longe dos entes queridos, por questões diversas, ou então pelo contrário, o de não querer estar perto de um núcleo familiar que é obrigado a se encontrar por convenções sociais. Famílias desagregadas, por exemplo, e que acabam se encontrando na época de festas, trazem à tona vários sentimentos que foram deixados de lado durante o ano”, exemplifica Lilian.
As pessoas, então, têm de lidar com a frustração de não ter a família unida, ou de terem de passar as datas festivas com amigos. De um jeito ou de outro, o enfrentamento dos sentimentos é inevitável. Natal e Ano Novo não são exatamente datas facultativas. É difícil fugir desses períodos.
Como lidar melhor com as datas
Lilian diz que é preciso estar atento aos fatores de ansiedade e procurar contornar as situações que podem trazer algum estresse, respeitando a si mesmo em primeiro lugar. Outra coisa é planejamento, mas com parcimônia, sem perfeccionismos.
“É possível programar as compras de Natal algum tempo antes. Mas não deixar de pensar em outras coisas. Fazer uma lista com prioridades do que tem de ser feito, raciocinar realisticamente e admitir que algumas coisas podem não ser feitas ou certos planos podem dar errado”, pondera a especialista.
“As pessoas muito ansiosas têm dificuldades de se concentrar no tempo presente, estão sempre preocupadas com o futuro iminente. Acabam por não estar por inteiro em nenhuma situação. É preciso se conscientizar disso e relaxar, aproveitar o momento”, pontua.
No caso das promessas de ano novo, a frustração também pode ser controlada. Primeiramente, não seja tão radical ou negativa no balanço do ano que se passou. Em segundo lugar, não estipule metas rígidas para o próximo ano. “É preciso ter metas factíveis. E não é necessário que todas elas fiquem concentradas no primeiro mês do ano. As pessoas podem estabelecer metas em curto, médio e longo prazo. Isso por si só dá uma dimensão temporal às promessas de ano novo”, sugere Lilian.
A especialista também dá outra dica: listar as promessas para o ano que se inicia e detalhá-las. “Ao detalhar, é possível ter em mente os recursos necessários para cumprir essas metas. É economicamente viável? Depende só da pessoa ou envolve outros? Tudo isso pode ser detalhado e alivia as tensões posteriores.”
Para os muito ansiosos, algo que não pode faltar, mesmo nessas datas, é uma rotina. Exercícios físicos, padrão de sono e alguns minutos para fazer algo que dê prazer a si mesmo, como conversar com alguém ou ler um capítulo de um livro, precisam continuar presentes na agenda de final de ano.
Outra dica importantíssima que pode aliviar as tensões e trazer um maior bem-estar para indivíduos que lidam com a ansiedade é fazer uso da palavra, que abre as portas da felicidade pessoal, muitas vezes: o “não”.
“Saber dizer não, especialmente nessas datas, é a melhor dica. Os ansiosos tendem a acumular funções e atividades. O ‘não’ é um limite entre a felicidade e o excesso. É preciso assumir o que se pode fazer e deixar a perfeição de lado”, afirma Lilian.
A perfeição no Natal e no Ano Novo, afinal, está nos sentimentos e nos pequenos prazeres e felicidades que essas datas podem proporcionar, minuto a minuto, e não em reproduzir um cenário de comercial de TV. Portanto, relaxe.
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Por Enio Rodrigo/oqueeutenho?
 



A autoestima de mulheres acima do peso pode simplesmente desabar ao ver fotografias de lindas modelos em revistas (sejam magras ou não) representando a imagem de 'mulher perfeita'. Já mulheres mais magras tendem a elevar sua autoestima independentemente das fotos apresentadas.

Vemos em todos os tipos de mídias e meios de divulgação a 'idéia' da 'Mulher Pefeita', digo 'IDÉIA', porque isso não se trata necessariamente de um estado real vivido pelas mulheres, e sim, imposta pela cultura ou pelo 'famoso' PADRÃO. 
Que é mais conhecido como 'PADRÃO DE BELEZA!'



A equipe do DR. Relacionamento resolveu sair as ruas, para saber a opinião das mulheres sobre esse assunto: 


Renata Vasconcellos,28 anos; São Paulo/SP
'Acho que a mulher perfeita está nos olhos de quem vê!
Exem: Você pode ser linda mais ser inteligente... pra que tanta beleza e nada na cabeça?

Mulher perfeita pra mim é ser simpática e inteliigente !
só isso... não precisa ser linda...'

Sônia Alves,36 anos; Rio de Janeiro/RJ
'Se você quiser se mostrar seduzindo as pessoas apenas mostrando a sua beleza exterior, bote uma mini saia, uma blusa decotada e um salto, fassa uma escova e bote uma maquiagem bem bonita..
você vai chamar a atenção e ser a "gostoza"..
Mas se quiser que as pessoas gostem de você pelo que realmente é, pela sua beleza interior, bote uma roupa que voce goste, uma maquiagem a seu estilo, e seja voce mesma..
vai valer bem mais apena ..
Beijos'


Rafaela Cabral,22 anos; Florianópolis/SC
'Eu acredito que beleza é sim fundamental, as mulheres que são gordas e feias são muito esculachadas e não se valorizam por isso ficam cheias de banha... eu sempre me cuido muito vou ao salão de beleza, a SPA e clinicas de tratamentos para ficar sempre com o corpo perfeito. Eu me gosto muito e acho que quem é feio é porque tem preguiça de se cuidar!'

Márcia Nascimento,25 anos; Florianópolis/SC
'Tem que primeiro ser bonita por dentro, ou seja, ter uma personalidade atraente às outras pessoas, ser generosa, gentil, e ter qualidades excelentes para ser feliz e fazer feliz aqueles com os quais convive, senão...não adianta nenhuma beleza exterior!!!!!!'



A auto estima vem de dentro de cada um de nós, para termos a auto estima alta não é  necessário sermos perfeitos ou perfeitas. Até porque isso não existe! 

Cada um de nós possuímos pontos fortes e fracos, positivos e negativos mas que não impede em momento algum a nossa capacidade de sermos felizes interiormente.

Nós somos o nosso pior inimigo; só nós mesmo temos o poder de destruir a nossa própria auto estima.
Tem uma frase que diz assim: 'Ninguem pode fazer com que você se sinta inferior sem o seu consentimento.'

E isso é irrefutavelmente verdade - antes mesmo que alguém nos diga algo, já começamos automaticamente a criar pensamentos negativos sobre nós mesmo. 
Isso é um mecanismo de autodefesa que nós seres humanos temos - não adianta, é da natureza humana. 

E com essa afirmação e confirmação que nós temos dos outros e também da mídia, provoca e aumenta em nosso inconsciente a IDÉIA de que somos inferiores. 
E esse sentimento de INFERIORIDADE é um assunto muito sério, pois pode destruir definitivamente a vida de uma pessoa!

Mas ai você diz: Destruir!? Nossa, mas como Dr.?

É bastante simples! Uma pessoa que se sente inferior tem uma expectativa de crescimento de vida e superação muito baixa; ela é pessimista e acredita que nada vai dar certo em sua vida. Que ela definitivamente nasceu para sofrer e que só o outro é capaz de ser feliz e encontrar a felicidade, porque ela simplesmente não tem o que o outro tem.

E isso a impede de lutar e crescer tanto em sua vida como ser humano.
Para o nosso próprio bem:
É extremamente necessário que façamos um exercício diario de auto confiança para que possamos mudar essa IDÉIA de inferioridade em relação aos outros.



 por Dr. Relacionamento
Um estudo da Economic and Social Research Council, em conjunto com a Universidade Metropolitana de Manchester, no EUA, levantou uma questão muito polêmica que vem deixando os pais assustados.


- Os estudos feitos mostraram que ser educado ou maleducado não é algo que depende apenas das crianças ou do modo como são criadas pelos pais; 
'As Escolas tem um papel muito importante e fundamental nesse desenvolvimento todo!' diz a especialista e condutora da pesquisa Maggie MacLure.





1159995 outcast 3 Escola pode ser responsável por crianças marginalizadas
Ser considerado “bonzinho” não é fácil e crianças que têm uma má reputação entre pais, professores e colegas de



 classe – durante os primeiros anos escolares – têm grande dificuldade de serem reconhecidas quando optam pelas boas maneiras. E é justamente nessa idade que as crianças começam a desenvolver suas habilidades interpretativas para decodificar e negociar seu comportamento.
O estudo, conduzido por Maggie MacLure e Liz Jones, acompanhou crianças de 4 e 5 anos. Eles classificaram dois tipos de comportamentos que chamavam a atenção dos professores e colegas de classe: atitudes físicas – chutar e bater em colegas – e a falta de respeito com ordens impostas por adultos. Nem sempre, entretanto, eles eram repreendidos. Isso porque a reputação de algumas crianças era ligada à visão que os professores tinham de seus lares, entendendo que essas crianças tinham pais negligentes ou uma estrutura familiar ruim. Isso criava, nos professores, a ideia de que essas crianças eram simplesmente problemáticas, marcando-as como ‘diferentes’.
Uma vez formada sua reputação – sendo isso usado para interpretar qualquer ação ou comportamento da criança – esta era automaticamente aceita pelos colegas de classe ou mesmo pais, e se tornava ainda mais difícil para a criança ser reconhecida pelo bom comportamento ou ações positivas. “Uma vez que todos aceitavam essas reputações, tudo que as crianças faziam eram interpretado como traços característicos” diz MacLure.
Crianças precisam aprender a exteriorizar suas emoções de forma negociada e aceitar que algumas não são apropriadas para a sala de aula ou determinados locais. Ao serem simplesmente classificadas negativamente, algumas vezes as crianças eram “deduradas” por algo que não tinham feito e acabavam repreendidas pelo professor, o que as deixava confusas. “A pesquisa mostra que a ‘cultura da sala de aula’ pode gerar problemas de reputação para algumas crianças e que práticas disciplinares podem marginalizar uma minoria. E alguns problemas gerados dentro da escola são simplesmente considerados problemas familiares” finaliza Jones.
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com informações do Economic & Social Research Council
Todo mundo sabe que não existe um ser humano perfeito. Cada um tem suas características, que podem ser admiradas ou não por outros.


A busca pelo parceiro ideal
Apesar disso, no inconsciente, continuamos criando a imagem do parceiro ideal e projetando-a nas pessoas com quem nos relacionamos. E, ao contrário do que muita gente pensa, essa projeção não é privilégio das mulheres. Os homens também fazem isso, mesmo com menos frequência. No geral, eles são mais práticos que as moças - que tendem a ser mais sonhadoras.
Na verdade, é normal buscar a idealização da pessoa amada, desde que não ultrapasse o limite entre o real e o imaginário. "Não há problema nenhum nisso, mas o indivíduo deve ter expectativas possíveis, dentro da realidade", aponta a psicóloga Leniza Castello Branco, membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA).
O perigo de se esperar mais do que o outro pode oferecer é a frustração. "Quando conhecemos alguém e projetamos nosso parceiro ideal, ele aceita a projeção, porque não o conhecemos ainda, então podemos idealizar. Mas, aos poucos, as diferenças, que não são defeitos, aparecem de ambos os lados", explica a especialista. Então nos decepcionamos, pensando que o parceiro nos enganou, quando ele apenas foi visto por nós sem aquela máscara de perfeição que criamos.
Aliás, essa imagem idealizada é construída desde nosso primeiro contato com o sexo oposto, ainda na infância. Tanto que tomamos como referência os padrões familiares, como afirma Leniza. "Se houve uma boa relação com os pais, tentamos repetir o modelo; se não houve, podemos ir para o oposto."
Assim, uma mulher com um pai agressivo pode, dependendo do seu tipo de neurose, procurar um parceiro agressivo e tentar, de alguma forma, resolver o que ficou pendente. Ou ela pode buscar uma pessoa carinhosa e muito delicada, contrariando a experiência vivida na infância com o pai.
Resolver o dilema da idealização da pessoa amada é simples, mas não necessariamente fácil. O segredo é aceitar o outro com todas as suas características, sabendo que as diferenças dele em relação a nós não são defeitos. "Uma pessoa pode ser totalmente diferente e admirarmos nela o que não temos. Pode ter ideias diferentes, mas ter os mesmos ideais de formar uma família, ser bom caráter, inteligente, mas não gostar das mesmas músicas ou não ser um intelectual ou algo que desejamos. Porém, isso não vai atrapalhar", exemplifica a psicóloga.
Na prática, precisamos estar conscientes de que ninguém é melhor que ninguém e entender que a culpa por algo que não dá certo num relacionamento é sempre do casal em conjunto. Nos momentos de frustração, é comum jogarmos toda a responsabilidade no parceiro. No entanto, numa análise mais neutra, se aprende que temos sim uma parcela de culpa em tudo o que acontece.
Uma sugestão para essa análise é pensar: "É muito fácil culpar o parceiro, mas onde esta minha parcela de culpa?", orienta Leniza. A chave é "aceitar os próprios defeitos e não ver somente o defeito do parceiro. É simples assim", finaliza.
Por Priscilla Nery (MBPress)