DR. RELACIONAMENTO



"Moro junto com minha mãe e minhas irmãs, logo cedo minha irmã se levantou e foi tomar banho, em seguida meu marido levantou-se da cama, quando fui ver o porque da demora dele, peguei ele olhando pelo buraco da fechadura do banheiro olhando minha irmã nua, estou tão triste que estou sem reação até o momento - Ele disse que não irá fazer mais (não contei pra ninguem em casa) mais toda vez que paro para pensar vem a cena na minha cabeça choro muito
- o que devo fazer?"







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em algum momento ou etapa de nossas vidas, nós seres humanos, passamos por problemas cotidianos ou até mesmo inesperados - e são nesses momentos que nós nos perguntamos; "o que eu faço agora?"


foi pensando exatamente nisso que surgiu o help me; um espaço para você leitor(a) que está vivendo uma situação extremamente delicada e difícil e não sabe o que fazer. 
- e para te ajudar a resolver esses problemas, nada melhor do que a opinião de quem já passou por isso!


exatamente; a idéia desse espaço é criar uma corrente de 'ajuda' - ou seja; vocês leitores é quem vão ajudar uns aos outros postando as opiniões e soluções de vocês a respeito de cada caso contado aqui.
lembre-se: as vezes a pessoa que está ao seu lado só está precisando de uma palavra ou conselho amigo - faça a sua parte e ajude-a - quando ajudamos os outros, tenha certeza que estamos ajudando nós mesmos.







E-mail: drrelacionamendo@gmail.com
Fale com Dr. Relacionamento - ele vai te ouvir! 

Todos têm arrependimentos na vida. E a maioria das pessoas procura se comparar às pessoas com mais infortúnios na vida do que àquelas com grandes vitórias. Ao menos é isso o que indica um estudo americano publicado no periódico Personality and Social Psychology Bulletin.



O estudo, feito por um time de pesquisadores da Universidade de Concordia e liderado por Isabelle Bauer, observou esse comportamento em diversos perfis de indivíduos adultos e chegou à conclusão de que esse tipo de comportamento é igual para ambos os sexos e independe da idade.
“Nosso estudo observou como adultos jovens e outros mais velhos lidavam com os arrependimentos na vida”, diz Bauer. “Em comum, todas as pessoas tinham mecanismos similares de comparações sociais.”
“Normalmente, como é de se esperar, os indivíduos se sentiam melhor quando se comparavam a pessoas de pior sorte. Mas quando a comparação era com alguém que tinha ‘vencido’, elas se sentiam pior”, detalha a pesquisadora.
Saúde física afetada
Uma descoberta interessante feita pela equipe de Bauer foi que as pessoas que se comparavam com os indivíduos menos afortunados tinham, na maioria dos casos, melhor saúde. Além disso, também mostravam maior nível de bem-estar nos meses após um evento negativo.
“O estresse emocional de um evento do qual nos arrependemos pode levar a uma variação hormonal e do sistema imunológico e, consequentemente, aumentar os problemas de saúde física – como resfriados ou mesmo condições mais severas. Ou seja, se comparar com pessoas em situações piores pode levar a uma melhor saúde, resultado de menos estresse”, indica Carsten Wrosch, outra pesquisadora envolvida no estudo.
Idade não influenciou os benefícios da comparação social
O estudo analisou a resposta de mais de cem indivíduos de idades diversas que eram entrevistados sobre seus maiores arrependimentos na vida – como casar com a pessoa errada, ter se isolado da família e outros eventos. Na sequência, esses participantes eram convidados a comparar esses eventos com aqueles que eles observavam em outras pessoas da mesma idade que eles.
Ao contrário de resultados observados em estudos anteriores, a idade não influenciou como essas pessoas se reconciliavam com suas memórias ruins. “A efetividade desse mecanismo para lidar com suas frustrações dependia mais da habilidade dessas pessoas em lidar com os arrependimentos do que com a idade”, diz Bauer. “Deixar esses eventos ‘para trás’ e manter um bom nível de bem-estar depende, basicamente, da forma como esses indivíduos se perdoavam e viam suas frustrações como algo resolvido”, finaliza a pesquisadora.
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com informações da Concordia University

O que você faria se ganhasse na loteria? 
Largaria o emprego de uma hora para a outra, gastaria rios de dinheiro em luxos desnecessários e talvez se tornasse um milionário isolado do mundo, nadando nas praias da sua própria ilha.
Uma pesquisa feita na Suécia, entretanto, aponta que esses casos podem até acontecer, mas não são regra geral. A maioria das pessoas que ganham grandes prêmios em dinheiro de uma hora para outra continua com suas vidas normais, consumindo de forma prudente e tentando não se mostrar donas de uma conta de banco com um saldo estratosférico.
O estudo de Anna Hedenus, da Universidade de Gothenburg, diz que a crença em mudanças repentinas, dramáticas e radicais – especialmente na vida profissional – é algo que reflete os desejos imediatos de consumo dos indivíduos e o pensamento generalizado de que o trabalho é algo que somos obrigados a fazer e não algo que envolve prazer.
Mas o estudo de Hedenus, envolvendo mais de 420 ganhadores da loteria, procurou informações sobre como essas pessoas viam seus afazeres profissionais e as horas de lazer antes e depois de ganharem um grande prêmio. Além disso, a pesquisadora buscou informações sobre os seus hábitos de consumo e sobre modificações na noção de identidade desses ganhadores. E as escolhas que essas pessoas fizeram ajudaram Hedenus a compreender como as pessoas valorizam – ou elencam a importância – de certas facetas da vida cotidiana.
Melhor poupar para gastar depois
“Algumas pessoas entrevistadas diziam que o valor de um prêmio de loteria não era tanto dinheiro assim e que os valores não cobririam as necessidades delas pelo resto da vida. Mas essa afirmação mostra como as pessoas priorizam certas áreas da vida. Para esses indivíduos, a segurança de ter uma reserva monetária para o futuro era mais importante do que ter uma grande mudança por um período curto”, diz a pesquisadora.
Curiosamente, essa foi a resposta de boa parte dos ganhadores. Apenas uma pequena parte desses indivíduos usou o dinheiro para se dedicar menos tempo ao trabalho. Entretanto, o valor do prêmio também influenciava nessas escolhas.
Quanto maior a soma do dinheiro ganho, maior a possibilidade dessas pessoas agirem de forma inversa à maioria dos entrevistados, ou seja, a se dedicar menos ao trabalho. Curiosamente, essas pessoas não deixavam o trabalho, mas optavam por um estilo mais “tranquilo”, faltando mais e fazendo menos horas extras.
Para a pesquisadora, isso indica que o contato social, a estruturação de uma rotina diária e a sensação de satisfação com o que faziam como profissionais era importante para a construção da identidade dessas pessoas.
Consumir, mas sem mudar a própria identidade
Quanto ao consumo, os ganhadores de loterias tinham uma visão paradoxal sobre a questão. De um lado eles desejavam se tornar grandes consumidores de produtos e serviços. Mas ao mesmo tempo, a ideia de consumir os produtos errados ou de gastarem mais do que tinham e comprometer seu futuro econômico os preocupava.
Paralelo a isso, os entrevistados também tinham medo de que o consumo excessivo afetasse de alguma forma sua vida social e que as outras pessoas achassem que eles haviam mudado. O estilo de vida desses ganhadores e o ambiente social antes da sorte bater à porta era um fator decisivo para que esses indivíduos escolhessem o que fazer e como consumir após se tornarem “milionários”.
E se alguém tem dúvida sobre se o dinheiro trouxe felicidade a essas pessoas, Hedenus afirma que sim. O sentimento de felicidade e o aumento da sensação de segurança, liberdade e independência que o dinheiro traz são indicados como algo bastante positivo pelos sortudos ganhadores da loteria.
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com informações da University of Gothenburg

Brigas entre namorados é uma coisa comum. Mas a forma como eles superam estes conflitos foi alvo de uma pesquisa realizada pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que as habilidades para reconciliação dependem diretamente de como o casal era quando criança e – principalmente – do comportamento dos pais. Pais que conseguem regular melhor as emoções negativas dos filhos, contribuem para que estes cresçam sabendo superar as diferenças nos relacionamentos amorosos futuros.
MG 0677freedigitalphotos Discutindo o relacionamento: dificuldade para superar as brigas  pode ter influência dos paisO estudo foi feito com um mesmo grupo de pessoas, do dia em que nasceram – em meados dos anos 1970 – até completarem 20 anos. Nesta idade, eles voltaram com seus parceiros ao laboratório para realizar alguns testes. O teste era, na verdade, ver como os casais lidavam quando eram provocados a discutir algum ponto que não concordavam e, principalmente, como se recuperavam da discussão.
Embora o período de reconciliação tenha sido proposto apenas para certificar os pesquisadores de que não estavam enviando para casa casais irritados, a autora do estudo, Jessica E. Salvatore, notou algo interessante sobre o estilo de comunicação dos casais. “Alguns casais tinham uma briga intensa, mas faziam uma transição perfeitamente tranquila ao conversar sobre algo que concordavam. Em outros casais, eles se prendiam ao conflito e não conseguiam falar sobre outro assunto”, diz Salvatore.
O estudo mostrou que este comportamento estava diretamente ligado ao relacionamento entre as crianças e seus pais, principalmente dos 12 aos 18 meses. Aqueles que tiveram os pais mais presentes nesta fase sabiam lidar melhor com conflitos na fase adulta. “Se os pais, ou o adulto responsável, conseguem regular as emoções negativas do bebê, este tende a regular melhor suas próprias emoções depois de adulto”, explica a autora.
Parceiros desempenham um papel importante
Consequentemente, o estudo mostra que crianças inseguras acabam se tornando adultos com dificuldades em superar os conflitos amorosos. No entanto, isso não significa que eles não consigam manter relacionamento. De acordo com Salvatore, se um dos dois lidera o processo de reconciliação, acaba levando o outro a superar as diferenças. “Um relacionamento pode ser salvo se um dos dois rapidamente conseguir relevar o que iniciou o conflito e não se deixar levar por emoções ou pensamentos negativos”, diz.
Esta é uma das primeiras evidências de que o parceiro desempenha um papel importante na superação de experiências ruins durante a infância. “Essa foi a mais excitante descoberta”, diz a pesquisadora. “Existem consequências geradas pelas pessoas que você conhece na vida que mudam as consequências do que aconteceu com você quando criança”, conclui.
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Com informações do Association for Psychological Science/Uol-OQueEuTenho

Uma pesquisa sobre as diferenças emocionais na hora de perdoar, realizada pela Universidade do País Basco (UPV), na Espanha, observou como pessoas mais velhas têm mais facilidade em perdoar do que as crianças, enquanto as mulheres perdoam mais do que os homens.
Mulheres perdoam mais do que os homens“Este estudo tem grande aplicação para o ensino de valores, porque nos mostra que razões levam as pessoas a perdoarem, homens e mulheres, e a concepção popular do perdão”, disse Maite Garaigordobil, co-autora do estudo e professora titular da Faculdade de Psicologia da UPV.
Os resultados, que foram medidos através de uma escala padrão que avalia a capacidade de perdoar (intitulado CAPER), e um outro índice também padronizado que avaliava perdão e fatores facilitadores (conhecido como ESPER), mostram que existem diferenças nos motivos que incentivam o perdão, que variam de acordo com a idade e o gênero.
“Um fator decisivo na capacidade de perdoar é a empatia, e as mulheres têm uma maior capacidade empática do que os homens “, diz Carmem Maganto, também co-autora do estudo e professora titular na Faculdade de Psicologia da UPV.
O que leva ao perdão?
Os autores do estudo dizem que os pais que perdoaram mais ao longo da vida têm mais capacidade de perdoar em “todas as áreas”. Pais e filhos usam definições similares para o perdão. “Sem rancor para reconciliação”, “compreensão” e “empatia” são os termos mais usados. Por outro lado, os motivos que levam ao perdão são diferentes. Enquanto as crianças acreditam que “se perdoa com o tempo”, os pais apontam razões para o fato, como “arrependimento” e “justiça”.
Já, com relação a gênero, existem grandes diferenças. Homens e mulheres acreditam que “não ter rancor” é a melhor definição para o perdão, porém os homens dão mais importância a esta característica.
Não guardar mágoas é a chave
O estudo, que foi realizado com a colaboração de 140 participantes (pais e filhos com idades entre 45 e 60, e 17 e 25 respectivamente), destaca duas condições fundamentais para uma pessoa ser perdoada. A primeira seria a pessoa que ofende “mostrar remorso” e a segunda seria a pessoa ofendida “não guardar mágoas”
Os especialistas dizem que o ambiente familiar tem um papel fundamental na transmissão de valores éticos. “Este resultado é particularmente interessante em situações onde as famílias estão em crise e não se pode esperar nenhuma educação básica em termos de valores. Este comportamento é transferido para a escola”.
A pesquisa abre muitas perguntas para os pesquisadores que acreditam ser necessário estudar o papel que o perdão desempenha em tratamentos psicológicos, especialmente entre vítimas de abuso sexual, maus-tratos físicos e psicológicos e infidelidade conjugal.
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Com informações do FECYT (Fundación Española para la Ciencia y la Tecnología) e Uol.