DR. RELACIONAMENTO


O novo programa é capaz de monitorar e-mails e ligações telefônicas

Um homem taiwanês criou um software que ajuda a identificar parceiros infiéis, revisando as chamadas e mensagens telefônicas e eletrônicas do parceiro, anunciou nesta quarta-feira um jornal local.

O programador Huang Kuo-Tai, revelou que seu programa é capaz de detectar as traições através de números de telefones ou então utilizando as contas de e-mail do parceiro. Parece fácil né?

Sendo assim o programa fornece os seguintes dados das chamadas realizadas e detecta o uso de expressões "suspeitas' como "te amo", "não posso falar agora", "passa e me pega" e outras frases similares.

"O melhor faceta do programa é a análise das chamadas e a detecção das que são suspeitas, por exemplo; as chamadas que superam os 20 minutos disparam um alerta", diz Huang.

Até o momento, o programa não pode processar as mensagens instantâneas das redes sociais, mas Huang acredita que poderá fazê-lo em um futuro próximo.
O software pode ser baixado de graça na ilha e Huang está recopilando dados de usuários antes de lançá-lo no mercado.



"ELA NÃO DEIXA NINGUÉM DORMIR!"







"Oi meu nome é Felipe tenho 32 anos, e estou aqui porque to com um problema bem complicado aqui na minha vizinhança.
Minha vizinha que deve ter uns 15 anos fica toda santa madrugada conversando aos berros e gritinhos histéricos na calçada, bem em frente a janela do meu quarto.
Ela bate a porta do prédio várias vezes e fica lá até às 03 horas da manhã ou mais.

Eu tenho que acordar às 4:40 e não consigo dormir direito por causa dos berros dela.
O que eu deveria fazer?

Falar com a mãe dela também é complicado pois a mãe também tem um comportamento "barraqueiro".
Como faço para resolver essa situação, alguém teria alguma sugestão?"

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Enfoque nas qualidades e omissão dos defeitos


Uma coisa que também vai entrar para a nossa regra dos 'Sete Sinas da Paixão', é que os apaixonados enxergam o mundo através de lentes cor-de-rosa. Há um encantamento e uma fantasiá criada por tudo relacionado ao parceiro, tanto pelos hábitos mais irritantes (que no começo parecem charmosos e bonitinhos), como por aqueles agradáveis. Sendo assim tudo no outro acaba parecendo ser perfeito e lindo.
E é nesse mesmo espaço de tempo que você acaba chegando a conclusão momentânea de que: "- Agora eu realmente encontrei a pessoa ideal para mim, e que me fará feliz!". 
E é assim que ambos mostram e só enxergam suas qualidades e virtudes e, por outro lado, ocultam a maioria dos seus defeitos. É fato que: a paixão é cega, surda e até "emburrece" .





O QUE ELE ESCONDE DE MIM?




"Oi Pessoal, meu nome é Fernanda tenho 26 anos e resolvi escrever pra esse quadro do Dr. Relacionamento porque to precisando muito de uma ajuda.
Bem gente ontem peguei um recado suspeito no orkut do meu namorado.Ele enviou um recado chamando praticamente um amigo dele para sair hoje a noite,o Amigo como resposta disse que estava resolvendo se iria ou não,Resumindo-Eu não vi ele dá resposta de Sim ou Não a ele.Depois no msn vem o meu namorado falando comigo normalmente,rindo,conversando,dai resolvo colocar um verde falando do tal lugar ,ele diz não saber nada do lugar etc,etc..Depois quando vou olhar ele tem apagado o recado que enviou para o amigo,Estranho não?Quem não deve não teme pelo que sei..E depois de 22:30 da noite diz que vai tomar banho durmi,será?? Sera que esse cara ta aprontando mesmo gente??.Beijoss e obrigada!"



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Para um psiquiatra, avaliar um caso à distância, com poucas informações disponíveis, como o do atirador que invadiu a escola em Realengo, no Rio, é uma tarefa complicada. Mas profissionais ouvidos concordam que as características do caso lembram o de um quadro psicótico.
Pessoas que têm algum tipo de transtorno psicótico, como os esquizofrênicos, costumam apresentar delírios (pensamentos distorcidos, que não condizem com a realidade). “A pessoa pode acreditar que têm alguma missão ou achar que está sendo perseguida, e essa crença invade a mente com uma intensidade que o indivíduo passa a viver em função daquilo”, explica o psiquiatra forense Eduardo Henrique Teixeira, professor da PUC de Campinas.
Outras características comuns na psicose são alucinações (como ouvir vozes ou ver o que não existe), fala e pensamento confusos, tendência ao isolamento e envolvimento com teorias místicas ou religiosas. Teixeira comenta que o transtorno é mais comum em pessoas do sexo masculino e costuma se manifestar na adolescência ou no início da idade adulta. “Muitas vezes a família não percebe porque acha que o comportamento 'é coisa da idade'”, diz.
De acordo com o psiquiatra, o transtorno pode ser deflagrado por algum fato – como um trauma ou uma doença – desde que a pessoa tenha alguma predisposição.
O psiquiatra Sérgio Tamai, da Santa Casa de São Paulo, acrescenta que a esquizofrenia tem componentes genéticos, mas é possível ser portador dos genes envolvidos e nunca manifestar a doença.
Tanto Teixeira quanto Tamai concordam que a carta deixada pelo assassino traz indícios de que se trata de alguém com transtorno psiquiátrico. Mas eles ressaltam que também é preciso considerar a hipótese de uma reação deflagrada pelo uso de drogas, como cocaína e crack.
Embora o caso tenha certa semelhança com os massacres em escolas frequentes nos EUA, Tamai reforça as diferenças: “Lá muitos crimes foram causados por indivíduos populares, com bom rendimento escolar; eram casos que tinham mais relação com bullying e o acesso fácil a armas”, observa.
Violência é exceção
Os psiquiatras também fazem questão de enfatizar que a violência é exceção, e não regra, nos casos de transtorno psicótico. “Os esquizofrênicos, em geral, têm uma postura mais de recolhimento e geralmente não conseguem planejar algo direito”, conta Tamai. Segundo parentes e conhecidos do atirador, o rapaz era calado e interagia pouco.
Em tese defendida na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Teixeira comprova a premissa.  Ele analisou pacientes da Casa de Custódia de Franco da Rocha, em São Paulo, e garante que o grupo de psicóticos que praticam crimes é muito particular. “Se você for analisar estatisticamente, verá que um doente mental não oferece mais risco à sociedade que um cidadão comum”, relata.
Associar transtornos psiquiátricos a violência, aliás, só aumenta o estigma desse tipo de doença e faz com que menos gente incentive um parente com comportamento suspeito a procurar tratamento.
-Carta deixada pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira 

com informações cedidas pelo Uol