DR. RELACIONAMENTO




Um romântico rapaz de Los Angeles, nos EUA, resolveu surpreender sua namorada, e pelo jeito surpreendeu até demais...
Ele preparou tudo com antecedência e nos mínimos detalhes. Comprou o anel, contratou um violeiro para tocar a música "Sweet Caroline" (nome da namorada), treinou o discurso e fez com que a moça estivesse no lugar em que eles se conheceram: a praça de alimentação de um shopping.

Porém, os humanos são mesmo incompreensíveis, e as mulheres mais ainda. Qualquer namorada, certamente iria gostar de um pedido de casamento, por mais inusitado que fosse, mas ele não poderia ter adivinhado que, estando ali de joelhos, as coisas pudessem sair tão mal...

À medida em que ele ia desenrolando o discurso para a moça, ela ficava o tempo todo com as mãos na boca.

"Nós nos conhecemos um ano atrás. Fiquei tonto com a sua presença, Caroline. Amo tudo em você... Eu amo como você se enrola ao meu lado no sofá e ronrona como um gatinho. Faça-me o homem mais feliz e tonto no mundo", dizia o apaixonado diante de uma plateia que saboreava seus gordurosos sanduíches e prestava atenção ao fato.

Caroline só conseguiu dizer: "Oh meu Deus, o que você está fazendo?", olhou para o (ex-)namorado e simplesmente saiu sem sequer dar um beijinho no rapaz, nem responder à proposta de casamento. Em outras palavras: ele tomou um fora.

O apaixonado da praça de alimentação, é claro, ficou com o coração partido.


Polêmica: Pesquisadores afirmam, que influências socias e também dos irmãos mais velhos podem interferir na orientação sexual dos irmãos mais novos. 

Irmãos gays tornou-se algo comum. Segundo pesquisas realizadas na Europa, nos Estados Unidos, Brasil e no Canadá, as chances de gêmeos univitelinos (gestados no mesmo óvulo) serem homossexuais são de 52%. Já com bivitelinos a probabilidade é menor, 22%.  Além da questão biológica, outros aspectos interferem na sexualidade. Nada foi comprovado, mas hipóteses são lançadas quanto a influências psicológicas e sociais. O que se pode afirmar com veemência, segundo estudos de Alan Sanders da Universidade de Northwestern, EUA, é que ao menos 40% da orientação sexual vêm dos genes.


Outra faceta importante é a possível influência dos irmãos mais velhos na orientação sexual dos mais novos. Estima-se que ter o irmão mais velho gay aumenta em 33% a possibilidade do menor ser gay.

Telma Queiroz, supervisora de uma rede de lojas, tem 21 anos é homossexual e seu irmão Ricardo Queiroz, de 24 anos, também é. Segundo Telma, ela contou aos pais sobre a orientação do irmão e depois assumiu sua condição. “Na verdade, eu falei dele e depois falei de mim”, comenta, dando risadas. A relação entre ambos é harmoniosa e divertida  “Nos damos muito bem, nós combinamos... Eu que o levei pela primeira vez em uma boate GLS”, diz.

Há muito companheirismo e afinidades entre irmãos gays. No caso dos irmãos Queiroz, ambos sentiram-se no mesmo barco ao se depararem com algo até pouco tempo tão mal visto pela sociedade, a condição de ser homossexual. Ricardo se abriu com a irmã, comentou sobre sua atração por meninos e encontrou nela um ombro amigo. Além de parentes, tornaram-se confidentes.

Os pais, inicialmente, ficaram tristes, mas com tempo, a condição dos filhos tornou-se normal e digna de consideração. Hoje, segundo Telma, há o respeito: “Meu pai, no início, fazia de conta que não sabia de nada... Agora ele sabe, entende e não demonstra nenhum preconceito”, comenta.

Os irmãos Pedro, 19, e Fábio, 17, (nomes fictícios) são gays assumidos e amigos eternos. Freqüentam as boates juntos e muitas vezes brigam pelo mesmo homem. Segundo Fábio, a relação entre ambos é gostosa e divertida “brincamos, brigamos, somos como irmãos héteros com uma única diferença: curtimos homens.”, comenta.

Nenhum dado comprova que irmãos gays são mais amigos que héteros, mas graças às conversas realizadas com eles, foi possível perceber uma interação maior e uma total aceitação da condição. Segundo os irmãos, se fosse possível optar, escolheriam ser gay “Nos sentimos melhor nesse meio... sabendo que podemos contar um com o outro”, diz. A parceria também é útil na hora de encarar o preconceito em família. Além de um aliado, os pais entendem que há necessidade de adaptação e respeito, já que a união faz a força.

com informações da Universidade  de Northwesters, EUA  

Pedir ajuda pode ser apenas forma de transferir para o outro as consequências de suas ações. E isso tem seus riscos

Diante do sofrimento de alguém, a atitude mais comum é a de tentar entender a razão da dor e confortar esta pessoa. Durante a conversa, pode surgir a famosa pergunta: “o que você faria se estivesse no meu lugar?”. Oferecer o ombro amigo é bom, mas, antes de oferecer também conselhos, é recomendável pensar duas vezes para se certificar de que você não vai piorar a situação.

A doutora em psicologia pela Unicamp e psicoterapeuta individual e de casais Ana Gabriela Andriani explica que dar conselhos não é para qualquer um. “É raro que alguém se negue a aconselhar um amigo ou familiar, mas nem todos deveriam fazê-lo. A pessoa precisa ser muito responsável e ponderada”, analisa. Às vezes é difícil enxergar, mas uma orientação equivocada pode gerar consequências para o resto da vida.
A incapacidade de fazer escolhas faz parte do cotidiano de muita gente. E a dificuldade, em algum momento, da vida de todos. Essa omissão diante da vida os isenta de uma culpa futura, afirma a psicoterapeuta. “Existem pessoas que não sabem qual decisão tomar diante de uma situação e acabam transferindo essa responsabilidade para outros através de um pedido de conselho. Se algo dá errado, nunca é culpa delas”, explica.
Melhor solução
Um dos exemplos seria o término de um relacionamento. Pense na seguinte pergunta: uma mulher ou um homem traído deve terminar o relacionamento? A resposta quase automática de muitas pessoas seria “sim”. Mas Ana Gabriela ressalta que relações amorosas têm nuances difíceis de serem entendidas por quem está de fora. “Nem sempre um rompimento é a melhor solução. O casal pode estar numa fase turbulenta e difícil, mas ainda se ama. Será que se eles forem capazes de superar esse problema não poderiam ser felizes de novo?”, alerta.
O que acontece é que as pessoas tendem a compartilhar suas experiências e a acreditar que o que deu certo para uma, é garantia de sucesso para outra. Não é bem assim. “Apenas quem está habilitado a tomar uma decisão é quem vive a situação”, alerta Ana Gabriela.
A psicóloga e escritora Olga Tessari afirma que o ser humano possui necessidade de externar sentimentos de dor e sofrimento. “Todos procuram uma fórmula mágica, um atalho para solucionar problemas. Pedir uma resposta pronta é uma maneira de querer resolver o mais rápido possível o que aflige”, diz. Segundo a psicóloga, essa “receita de bolo” não existe. Cada caso pede uma solução diferente.
Desabafo online
Criada pela empresária Letícia Lins de Medeiros, a Rádio Tristeza – espécie de rede social onde as pessoas compartilham seus problemas amorosos – recebe cerca de 15 mil acessos por mês. Os que sofrem por amor contam suas experiências e recebem conselhos dos demais cadastrados – que são, como eles, apenas internautas compartilhando suas experiências.
“Nem sempre as pessoas têm com quem desabafar. No site, existe uma troca grande de ajuda”, afirma Letícia, que aconselha muita gente através de um personagem chamado de “locutor”. “Eu procuro sempre falar o que penso com muita sinceridade e com o máximo de cuidado para não magoar ninguém. Falo com os internautas como se eles fossem meus melhores amigos”, diz.
A auxiliar de escritório Isabela di Leli, 20, é categórica ao afirmar que o site teve ótima influência em sua vida. Após o término de um relacionamento de quatro anos, Isabela ficou perdida. “Gostei bastante do que me escreveram. Eu comecei a analisar a situação por outro ângulo. O locutor tem uma visão madura. Sem seus conselhos, não teria me recuperado tão rápido”, confessa.
Apesar de serem bem-vindos, conselhos não são feitos para serem seguidos cegamente. Esta é a opinião de outra usuária do site – que tem nas mulheres seu principal público, com 70% dos acessos. A vigilante Tatiana Gutierrez, 27, recebeu muitos conselhos depois de contar sua história. “Li tudo que foi escrito, mas, no final tomei a decisão que achei melhor, independentemente dos comentários. Acho que só a gente mesmo sabe o que é bom para a nossa vida.”
Privacidade
Quando alguém resolve desabafar, acaba contando fatos pessoais e expondo parte da sua vida privada. Antes de fazer isso, é aconselhável analisar se a pessoa é realmente confiável e discreta. “Ouvir opiniões é legal. Não tem uma verdade absoluta no mundo. Sempre um ponto de vista novo acrescenta informações. Mas não se compartilha problemas pessoais com qualquer um”, opina a psicóloga Olga.
Na opinião da psicoterapeuta Ana Gabriela, quem depende muito de conselhos dados por outras pessoas precisa aprender a se conhecer melhor para poder decidir seu destino. “Quando a gente sabe o que quer fica mais fácil superar as dificuldades. Isso não significa que nunca mais precisaremos ser aconselhados, mas será mais fácil aprendermos que o bom conselho é aquele que nos ajuda a pensar, não o que decide por nós.”

com informações (Delas)

Livro “Felizes para Sempre” traz novidades sobre relacionamentos.

Depois do “sim” no altar e da lua-de-mel entram em cena os sabotadores. As diferenças de temperamentos, as contas no fim do mês e as divisões de tarefas domésticas tendem a desandar o tempero do casamento. Mas como evitar que tudo fique salgado ou amargo demais? Com ciência. Pelo menos, é o que promete o livro “Felizes Para Sempre – A Ciência Para Um Casamento Perfeito!”, lançado no final de 2010 no Brasil pela editora Universo dos Livros e que ainda figura nas prateleiras de destaque das livrarias.
Nele, a autora Tara Parker-Pope, jornalista especializada em bem-estar e dona de uma das colunas mais populares do New York Times, apresenta as mais novas conclusões da psicologia, neurociência e biologia sobre relacionamentos. Polêmica, a obra mostra, por exemplo, que brigas e sexo sem vontade podem sim fazer bem para o casamento.
Brigar é bom, mas tem que brigar direito
Um das questões mais surpreendentes da obra é a desmistificação do senso comum de que as brigas são sempre ruins para o casal. Pelo contrário, os pesquisadores de relacionamentos da universidade americana de Berkeley, Philip e Carolyn Cowan, defendem no livro a ideia oposta: os conflitos devem ser mais tolerados nas relações e até é preciso separar algum tempo para discordar do outro. Essa informação surpreendeu a autora. “Passei meu casamento inteiro tentando evitar o conflito”, confessou Tara, divorciada.
Os pesquisadores não defendem que os casais vivam em pé de guerra, mas que utilizem o conflito para desfazer os problemas que, se não forem resolvidos, certamente voltarão em médio ou longo prazo. “Quando eu discuto algo que não vai bem, eu informo ao outro sobre o que está me incomodando, podendo assim buscar um solução em conjunto”, afirma a psicóloga Margarete Volpi, que escreveu o prefácio da edição brasileira do livro e também estuda relacionamentos.
Mas isso não quer dizer que o bate boca indiscriminado está liberado. Há regras a seguir para se ter uma “boa” briga. A primeira coisa que os pesquisados recomendam é evitar o tom acusador das críticas, prefira reivindicar as questões sem agressividade. Nada de cruzar os braços ou revirar os olhos quando o parceiro estiver falando, isso vai indicar desprezo para o outro. Por fim, é importante diminuir a intensidade da discussão caso as coisas caminhem para a emoção exacerbada. Nesse caso, uma pausa é importante para acalmar os ânimos – dê uma volta no quarteirão, por exemplo. Depois retome.
Faça sexo, mesmo sem vontade
Quando o clima está tenso entre o casal, a vida sexual é geralmente uma das primeiras coisas a ser afetada. Mas não é isso que devia acontecer na opinião dos cientistas. Na verdade, eles recomendam que os cônjuges façam sexo mesmo sem estar com vontade. A explicação é que essa relação desencadeia no cérebro a liberação de hormônios vasopressina e ocitocina, que fortalecem os vínculos entre as pessoas.
“Infelizmente, por uma questão cultural, o sexo funciona como uma “moeda de troca” entre os casais. Quando um dos dois está insatisfeito, sinaliza seu desconforto parando de fazer sexo. Mas não devia acontecer dessa forma, porque o sexo ajuda a aliviar a tensão”, explica Margarete.
Mesmo com ideia dos especialistas de que o sexo é capaz resolver questões que uma conversa não pode, é preciso entender que ele não faz milagres. “Conflitos que aparecem devem ser conversados e resolvidos devidamente, e não colocados embaixo do tapete só porque o casal teve um sexo delicioso”, pondera Mariana Vasconcellos, psicóloga e terapeuta de casais.
Matemática do casamento 
No livro, os cientistas contam ainda que o casamento possui uma curiosa matemática, que apresenta a seguinte conta: quando um parceiro comete um erro, o outro cônjuge só vai perdoá-lo quando receber, em média, cinco ações positivas – seja do marido ou da mulher. Então, se você, por exemplo, esqueceu uma data importante para o casal, vai ter que fazer muito mais do que comprar um buquê de flores para resolver o problema.
“Quando acontece um erro, o parceiro precisa se esmerar para repará-lo. Além de pedir desculpas, é sempre bom acrescentar mais alguma coisa, como um beijo bem romântico, um abraço mais demorado de corpo inteiro ou uma flor”, opina Mariana.
Há muitas outras teorias reunidas por Tara no livro. Ela também disponibiliza uma série de testes usados em estudos científicos que permitem ao leitor avaliar a saúde do casamento. Mas o traço mais interessante da obra é mesmo a ideia de que os casamentos só são saudáveis quando os casais estão prestando atenção no que está acontecendo na relação, sem fingimentos.

com informações (Delas.IG)
"MINHA FILHA ESTÁ ME AMEAÇANDO!"

"Meu nome é Vânia, tenho 35 anos e uma filha de 12 anos que é muito rebelde, ela não quer saber de estudar, não tem responsabilidade com nada, não respeita o pai dela, muito menos sua avó( minha ex-sogra).Minha filha sempre teve muito carinho e atenção, sempre conversamos muito com ela e sempre estamos dispostos a ajudar.Mas ela só pisa na bola, parece que não tem amor por ninguém...se vc faz o que ela quer na hora você é boa..mas se em algum momento você diz não...ela se transforma, grita, berra, ofende. Sou separada do pai dela a mais de 10 anos , mesmo assim ela sempre passa os finais de semana na casa dele, porém não obedece, responde, ameaça...diz que vai inventar coisas pra outras pessoas( como se ele ou minha sogra tivesse falado mal de alguém)...e agora ela tenta colocar ele contra mim, para que seu pai peça a guarda dela.Ela faz tudo errado.Quero saber que medidas eu posso tomar..na educação do dia a dia..e se a lei, obriga aos filhos mais novos a respeitarem os pais. por favor me ajudem!!
Obs:Quero ressaltar que ela não faz uso de drogas, nem de àlcool, ainda não ficou com nenhum menino, embora diga que gosta de garoto, porém ele nem sabe que ela existe( amor platônico). Sua avó patena sempre a mimou muito e esconde tudo o que ela faz de errado, acho que ela tem medo da minha filha,já que ela também ameaça a avó."



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