DR. RELACIONAMENTO


Meu nome é Simone, tenho 21 anos, e meu namorado toma banho com a irmã dele de 19 anos é normal? O que devo fazer Dr. Relacionamento?
Vou contar melhor a situação para que você possa entender melhor, a cidade que a gente mora é muito pequena e eu conheço a família dele a muitos anos e eles realmente são irmãos. Mas antes de começar a namorar ele eu não sabia que ele tomava banho com a irmã dele, alias vim descobri recentemente. Um dia tava indo no mercado e passei na casa dele, ele tava sozinho(era o que eu pensava né) eu entrei como de costume. Porque o portão fica aberto ai ele tava no banheiro tomando banho, eu estranhei que tinha dois pares de chinelos no chão da porta do banheiro, mas sabe quando você não liga ai ta. Nem abri a porta mais gritei na porta pra ele que eu ia no mercado e depois passava pra ver ele. Quando estou voltando do mercado vejo a irmã dele saindo de casa, indo pra alguem lugar. ai fui lá falei com ele, ele agiu normal, e eu nem desconfiei de nada. 
Quando foi num outro dia cheguei lá na casa dele, e vi os dois saindo do banheiro juntos, só que ele tava enrolado na toalha e ela tava vestida normal, ali na hora nem falei nada. Mas depois perguntei né - o que era aquilo? onde já se viu ela sai do banheiro junto com ele, fiquei até brava. Ai ele me disse que as vezes toma banho com ela, e que deiz de crianças eles fazem isso. Eu não acreditei muito, achei estranho mais aceitei. ai esses dias precisei viaja e ele falo que tomou banho com ela nos dia mais frios que teve mês passado eu não tava aqui na cidade. De coração Dr. me ajuda, eu não estou mais entendendo nada. Fico desconfiada pensando coisas horriveis mais ai eu penso que é coisa da minha cabeça pq eles dois são irmãos e de maneira alguma fariam coisas errada né? conto com a sua ajuda, por favor.


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Nossa, que estranho né! Bem, Simone, eu não sei qual o tipo de criação que o seu namorado possa ter recebido dos pais - durante a infância. Mas, no entanto, é uma situação extremamente incomum. Até porque, não existe nenhum motivo válido que exija dos dois a necessidade de tomar banho juntos. Acredito que vocês na sua cidade, apesar de ser pequena, não tenham problemas com a instalação de água. Ou então, um problema de ecasses dela. Se tivesse algo relacionado a criação - que é o que ele tem justificado á você. Certamente isso não ocorreria mais - por consequência de um processo natural do amadurecimento e do aprendizado. Eles iriam aprender que aquilo que ocorreu durante a infância deles, mudou. E agora, cada um necessita da sua própria privacidade.

Não podemos afirmar nada. Mas, por respeito à você - essa situação não pode continuar, está na hora do casal ter uma conversa. Não estou dizendo aqui, que é o que acontece - mas em todos esses anos de Life Coaching (Conselheiro Pessoal), presenciei histórias absurdas. Relacionamento entre irmãos, entre filhos e padrastos; histórias que eu já mais poderia imaginar. Então, eu não duvido de nada.
Deixe bem claro a ele, que essa situação está lhe incomodando. E que por respeito á VOCÊ!(volto á repetir!)
Você gostaria que isso não voltasse mais á se repetir. Se ele aceitar, 'tudo bem'. Vocês continuam(caso você queira) - É LÓGICO QUE..., sempre com um olho aberto e o outro fechado. Como diz o ditado: 'Um olho no peixe, outro no gato'.
Se após a conversar ele fizer um espetáculo, começa a fala sem parar. Pegue suas coisas, e 'TCHAUL!'. 
De duas, uma. Ou ele tem culpa no cartório, ou ele não te ama o suficiente para provar á você. E esse tipo de homem, VOCÊ NÃO QUE EM SUA VIDA - OK?!

Simone, espero ter te ajudado. Boa sorte, e mantenha contato com a nossa central pra sabermos o desfecho do seu caso - forte abraço!

Ricky Moscoutti / Dr. Relacionamento /
Sempre em defesa de quem precisa de ajuda! 








Olá Dr. Relacionamento, meu nome é Syntia, e tenho 26 anos. Estou escrevendo porque preciso da sua ajuda, eu escondo um segredo mto grave do meu marido e não sei como revelar. 
Bom meu marido não trabalha, eu sou a única que faço tudo em casa ainda bem que não temos filhos ainda.

Mas há alguns meses atrás eu aceitei um emprego em uma conceituada Casa Noturna em Minas Gerais porque a situação estava preta, e meu marido nunca pede ajuda financeira aos pais dele e meus pais não se dão bem com ele e também não dão um vintém nem pra mim porque sabem que vai ser pra quitar as dividas do meu marido.

Então eu saio das 17:35 e volto por volta das 11:50 da noite, meu marido imagina que estou no meu cursinho pré vestibular, larguei a faculdade por falta de dinheiro e tomei cursinho pra tentar passar no vestibular e voltar a estudar.

Mas na verdade eu faço os programas durante todo esse tempo, e a depender do cliente eu lucro bem com isso, invento desculpas ao meu marido e digo que ganhei dinheiro vendendo colares de misheline.

Mas eu temo todo dia que ele termine descobrindo meu segredo, e já foram varias as vezes que ele notou um suor diferente nas minhas blusas e também achou estranho que eu só compre roupas decotadas

Eu estou acumulando dinheiro pra montar meu próprio negocio mas por enquanto eu não tenho outra escolha, acho melhor contar de uma vez mas não tenho essa coragem










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O que você seria capaz de fazer pelo seu parceiro? Até aonde iria, qual é o seu limite?
Você seria capaz de passar por cima dos seus valores morais, de conduta e integridade?. Será que isso é amor demais?


Pelo contrario - isso é falta de amor próprio. Acredito que o segredo que você está escondendo do seu marido seja menos grave do que o que você está fazendo com você mesma. Como pode uma mulher se submeter a tamanha humilhação e violência emocional, e também moral. Tudo isso, para sozinha, arcar com todas as despesas da casa. Isso é desumano, seu marido pode muito bem te ajudar - 'A mas ele isso... ou aquilo...' Não importa o motivo, seja qual for, isso não é desculpa para a situação ter chegado a este ponto.
Não existe homem no mundo, que necessite uma mulher vender o seu próprio corpo, para telo ao seu lado. Nenhum homem vale tamanho sacrifício. Até porque, não tenho dúvida alguma - analisando o comportamento dele em consequência das situações vividas pelo casal. Certamente ele não exitaria em se separar de você.
Ele age desta maneira, porque a situação está cômoda para ele. Quem traz a renda para dentro de casa é você. Sendo assim, ele não tem lá tantas preocupações em mente. Ele pode até questionar de onde vem o dinheiro, mas não se importa muito. Você dando qualquer explicação cabível e coerente, ele já aceita - tudo isso em decorrência do comodismo dele.


Está na hora da Syntia começar a pensar no futuro dela, e nela mesma. Isso não é ser egoísta, é ser inteligente. Porque no futuro caso o casal venha se divorciar - como você ira se sustentar? 
Faça seu cursinho pré-vestibular de VERDADE, busque a sua independência financeira e emocional. O aprendizado e a sabedoria, são vivências que levamos para o resto de nossas vidas. Tenha a sabedoria, para agora - tomar a decisão certa em sua vida. Esse não é o ultimo nem o único homem que passará pela sua vida. Nós atraímos aquilo que desejamos - nós atraímos aquilo que energizamos. Faça uma MUDANÇA de atração e energia em sua vida, e comece a atrair e energizar coisas boas. Deseje e almege, aquilo que de melhor existe. Você é uma mulher muito forte - que convive com situações das mais difíceis que uma mulher possa suportar. Comece já, á MUDANÇA em sua vida. Mudando a si mesma, o mundo a sua volta também ira mudar!


Boa Sorte, Syntia, espero que você tenha força, e sabedoria o suficiente para colocar em prática tudo aquilo que eu lhe disse.  Bons fluidos, forte abraço, e mantenha contato com a nossa central para nós contar os resultados da sua evolução.


Luiz Henrique Moscoutti / Dr. Relacionamento /
Sempre em defesa de quem precisa de ajuda!  





Jovens obesas sentem-se excluídas da sociedade. Emagrecimento mudaria isso.


Para adolescentes obesas, ser magro é fazer parte da sociedade, ser feliz, bem-sucedido, vencedor. Essa é a conclusão da dissertação de mestrado A representação social de um corpo magro por adolescentes obesas, defendida em maio de 2011 por Dressiane Zanardi Pereira na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sob orientação de Fernando Lefèvre.
No primeiro semestre de 2010, Dressiane entrevistou individualmente 32 alunas participantes do Programa de Atividades ao Paciente Obeso (Papo), oferecido gratuitamente desde 1996 por uma equipe de profissionais multidisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Papo tem por objetivo envolver as adolescentes em práticas de atividade física, alimentação adequada e autoconhecimento, além da diminuição do excesso de peso. As adolescentes passavam por uma seleção antes de serem aceitas no programa. A turma entrevistada pela pesquisadora era composta por garotas entre 13 e 16 anos, com condições sociais e físicas semelhantes. Essa triagem evitaria que alguma delas se sentisse excluída dentro da turma.
A análise dos dados obtidos foi feita com base na metodologia do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), desenvolvida por Fernando Lefèvre e Ana Maria Cavalcanti Lefèvre, ambos da FSP, utilizando o software Qualiquantisoft. Para cada resposta de cada pergunta foi elaborado um DSC, um texto escrito como se fosse falado por um único sujeito, mas que contivesse os aspectos mais relevantes e comuns nas respostas de cada uma das adolescentes.
O questionário apresentado às entrevistadas trazia três perguntas abertas. A primeira era “A que se deve o fato de você estar acima do peso?”. A grande maioria das respostas culpavam maus hábitos alimentares e compulsão alimentar devido a emoções negativas. “Muitas delas diziam que não tinham bons hábitos alimentares em casa e culpavam os pais por isso. É claro que os familiares têm parcela de responsabilidade, mas menos do que elas diziam. A maior responsabilidade é delas mesmas”, afirma Dressiane. É importante dizer que meninas cujas famílias ajudaram diretamente nas mudanças de comportamento tiveram melhoras muito mais significativas do que aquelas que não tinham tanto apoio. “[A adolescência] é uma fase complicada. Você não faz compras sozinho, não decide tudo o que vai comprar, comer. Elas precisam do apoio dentro de casa para melhorar seus hábitos”, explica.
A segunda pergunta era “O que você espera com o programa Papo?”. Todas as garotas responderam que esperavam emagrecer. Algumas acrescentavam que pretendiam melhorar autoestima e a estética ou melhorar a saúde. “Algumas delas chegavam com comorbidades, por exemplo, colesterol alto. Por isso elas tinham consciência da questão médica”, explica Dressiane.
Passe de mágica
A terceira e última questão era “Se você for bem sucedida com o programa, se acontecerem as coisas que você espera, o que você acha que vai mudar na sua vida?”. A maior parte das respostas dizia que o sucesso no programa aumentaria a aceitação das pessoas, melhoraria a sociabilidade e acabaria com os preconceitos sofridos pela obesidade. “Elas acreditavam que com o emagrecimento a vida delas melhoraria em vários aspectos. Era como se tudo mudasse num passe de mágica. Mas não é assim que as coisas acontecem”, diz a pesquisadora.
Uma das fontes lidas para o desenvolvimento do trabalho, a psicanalista Maria Rita Kehl, escreveu sobre o corpo na sociedade contemporânea, dizendo que ele foi promovido “ao mais fiel indicador da verdade do sujeito, da qual depende a aceitação e a inclusão social”. Em outras palavras, um corpo magro possibilita uma melhor interação com as outras pessoas. É justamente essa ideia que aparece nas falas das adolescentes entrevistadas na pesquisa.
Sobre políticas de saúde para a obesidade, Dressiane afirma que na maioria das vezes são ações isoladas, mas sem incentivo. Ela ainda diz que o Brasil passou da subnutrição à obesidade e que é preciso lidar com os problemas biológicos da doença. “O obeso pode ter diabetes, pressão alta, problemas cardíacos. É necessário ter cuidado com essas pessoas”.
Graduada em Têxtil e Moda pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, Dressiane conta que a maior parte dos trabalhos sobre obesidade na área da saúde são epidemiológicos. “Poucos são os trabalhos com viés mais social. Acho que essa é uma das diferenças que consegui trazer da minha graduação para o trabalho na área da saúde”, conclui.

com informações de Victor Francisco Ferreira USP/SP   

APENAS UMA PESSOA COM UM DESEMPENHO RUIM EM UM GRUPO DE PESSOAS FAZENDO UM TRABALHO CONJUNTO E ORGANIZADO É O SUFICIENTE PARA FAZER QUE A EQUIPE TODA TENHA MAIS DIFICULDADES NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS.
A pesquisa, apresentada à Sociedade Australiana de Psicologia e liderada por Benjamin Walker, da Universidade de New South Wales, examinou o nível de conscienciosidade – um traço de personalidade ligado à autodisciplina, orientação para os deveres e para atingir os objetivos – de um grupo de trabalho e, de certa forma, testou o ditado popular que diz que “é preciso apenas um elo fraco para fazer a corrente quebrar”.
A conscienciosidade tem duas faces: uma delas é a disciplina para atingir um determinado objetivo e outra, ser cuidadoso com o que faz”, explica Walker, cujo estudo envolveu mais de 150 estudantes divididos em 33 grupos.
“Nós descobrimos que apenas uma pessoa que não ajudasse ou apoiasse os companheiros era o suficiente para fazer o time menos satisfeito com a situação e ter um pior desempenho”, diz o pesquisador. Outros tipos de comportamento, como a impulsividade, por exemplo, não impactavam tão negativamente o desempenho do grupo.
Outro ponto observado foi o número de integrantes pouco proativos – que não realizavam adequadamente suas funções – para deixar o grupo menos satisfeito com o que estavam realizando. “O estudo mostrou que apenas uma pessoa fazendo algo com pouca habilidade ou não contribuindo para o grupo tem um grande impacto em todos. Mesmo que outras pessoas estejam fazendo mais do que deveriam, elas não compensam o efeito do ‘elo fraco’ e o grupo não fica mais satisfeito de uma forma em geral”, finaliza Walker
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Australian Psychological Society