DR. RELACIONAMENTO


Sexo faz bem para o corpo, para a saúde, para a alma. Conheça os benefícios da prática sexual e confira 12 dicas que vão incendiar os lençóis


Além de te oferecer prazer e bem estar, o sexo faz bem ao coração e diminui
riscos de doenças.



1. Fortalece o coração
Transar aumenta a pressão arterial, o esforço do coração e equivale a um exercício físico moderado. Estima-se que relações sexuais de qualidade diminuam em até 30% o risco de infarto e de desenvolver doenças vasculares cerebrais, como derrame. Tanto é assim que um estudo americano feito em janeiro deste ano alertou os homens: negar fogo pode favorecer o apareci­mento de males cardiovasculares.

2. Aumenta a expectativa de vida
Uma pesquisa feita na Inglaterra, outra nos Estados Unidos e uma aqui no Brasil relacionaram a mesma coisa: número de orgasmos com anos de vida. O resultado de todas? Quanto maior a atividade sexual, mais se vive. É que a prática regular de sexo aumenta a imunidade e diminui o risco de várias doenças, como câncer, diabetes, infarto e até depressão.

3. Beneficia o sono
Cama agitada significa sono tranquilo. É que, na hora do sexo, seu organismo é inundado por substâncias que aliviam as tensões, promovem esgotamento físico e bem-estar. Claro que, quanto mais ardente for o babado, maior é aquele cansaço gostosinho que faz pesar os olhos.

4. Queima calorias e emagrece
Dependendo da duração e da intensidade da relação sexual, é possível perder entre 100 e 300 calorias em 30 minutos - o equivalente a 20 minutos de corrida. "Explorar a criatividade em posições na vertical - contra a gravidade - aumenta o gasto calórico", orienta Maercio Lima, professor da Academia Competition, em São Paulo. O resultado vai aparecer na balança!

5. Enrijece os músculosTudo bem que seu quarto não substitui a academia, mas uma transa equivale a uma aula de ginástica. Atiçando a criatividade e variando bem as posições, dá para malhar braços, abdome, bumbum e pernas, além de trabalhar com as articulações da cintura e da coluna. Os batimentos cardíacos se elevam de 50% a 80%, como se você e seu parceiro estivessem numa aula de aeróbica - ou correndo na esteira. Bom, né?

6. Rejuvenesce (anos e anos)De acordo com estudo feito na Escócia, quem mantém vida sexual ativa libera um hormônio que deixa o cabelo macio, a pele viçosa e os olhos brilhantes. O melhor: pode rejuvenescer mais de uma década! Os resultados da pesquisa mostraram que as pessoas que costumam transar quatro vezes por semana aparentam até 12 anos a menos. Está esperando o que para chegar aos 30 ou 40 com carinha de 20 e poucos?

7. Eleva a autoestima
Trocar carícias, fazer e ouvir declarações de amor, dar e receber prazer. Quer mais motivos para sentir-se feliz? Pois o simples fato de saber que seu parceiro a deseja e que você é capaz de provocar prazer é um pratão para a autoestima. A-há, já pode começar a se achar!

8. Deixa você calminha, calminhaSe você anda à beira de um ataque de nervos, provavelmente precisa de mais sexo. A endorfina liberada na atividade sexual diminui o nível de irritação e angústia, permitindo que áreas do cérebro que controlam medo, ansiedade e stress sejam desligadas durante o orgasmo.

9. Melhora a qualidade de vida
Há dez anos, a Organização Mundial da Saúde incluiu o sexo entre os pré-requisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. Isso porque durante o ato, estimulamos uma parte do cérebro que aumenta a sensação de bem-estar. Então, não vacile: chamar o mocinho às vias de fato faz a vida ficar mais alegre.

10. Evita traiçõesTransar muuuuuito oxigena o relacionamento, facilita a compreensão mútua, aumenta a intimidade e deixa o caminho livre para o diálogo. Casos extraconjugais? É menor o risco de ocorrerem. Quanto maior o desejo, a frequência, a intensidade e a qualidade da relação, mais tranquilidade e bem-estar para o casal.

11. Alivia dores
Os nomes são difíceis, mas saiba que na hora H o corpo fabrica três substâncias que aliviam dores e desconfortos. A primeira é a endorfina, o maior analgésico do organismo. Quando se junta à ocitocina, que aumenta em até cinco vezes durante o ato, pode atenuar dores de cabeça e das juntas. Para completar, o estrogênio liberado reduz os sintomas da TPM. Convencida?

12. Dá mais vontade de fazer sexo!É simples assim: quanto mais sexo você tem, mais sexo você vai querer. De novo a explicação é hormonal. O corpo sexualmente ativo desprende quantidades maiores de feromônios, aquele perfume natural que desperta tesão no parceiro. Por isso, lembre-se sempre: além da qualidade, em matéria de sexo, quantidade também conta.


Um teste feito com um cara bonitão e várias câmeras escondidas respondeu essa pergunta



Se o foco do olhar masculino durante uma conversa com o sexo oposto é meio óbvio, a recíproca não é verdadeira.
Você sabe para onde as mulheres olham quando conversam com os marmanjos?
Uma revista masculina dos Estados Unidos decidiu fazer um teste para tentar responder essa pergunta.
O teste funcionou da seguinte forma. Um cara bem bonitão cheio de câmeras escondidas espalhadas pelo corpo saiu às ruas de Nova York.
Ele tinha então que parar mulheres e perguntar sobre endereços. Enquanto ele falava, as câmeras – colocadas nos óculos, na região dos bíceps, do traseiro e da virilha – captavam os olhares femininos.
As duas partes do corpo do galã mais observadas foram os bíceps e a virilha.
Assista ao divertido vídeo abaixo que mostra a experiência.
Para onde as mulheres olham quando falam com os homens? por esquisitices  no Videolog.tv.


Maria disse para D. Alba que havia perdido a família e a senhora, com pena, a contratou como doméstica. Acompanhe o segundo capítulo. (Capítulo 2) 


'Levei um chacoalhão e, com ele, abri meus olhos. "Acorda, Maria, já chegamos!", disse a voz familiar de Damião. Olhei ao redor, ainda sonolenta. "Onde eu estou?", pensei. Prédios grandes e muita gente. Aquilo só significava uma coisa: chegara à capital. Não sabia exatamente o que devia fazer. Na verdade, estava tão amedrontada que nem conseguia falar. O caminhoneiro, então, apontou para uma igreja a poucos metros dali.
"Olha, filha, vá ali na paróquia e fale com o padre. Diga que precisa de ajuda!" Foi o melhor conselho que tive. Agradeci e, com muito medo, desci da boleia para o asfalto. 
Enquanto via o caminhão ir embora, permaneci estática na calçada. Homens, mulheres, crianças e velhos disputavam espaço nas ruas movimentadas. Era um falatório sem fim, sem contar com as buzinas dos carros no engarrafamento. Senti uma vertigem, achei que fosse desmaiar. 
Quando cheguei lá, vi umas moças rezando, ajoelhadas. Sentei no banco e fiquei olhando para a grande imagem de Jesus. "Não deixe nada de ruim acontecer comigo, por favor...", repetia baixinho. Sem coragem de procurar um padre, preferi ficar ali sozinha, com todos os meus medos. Uma senhora, de lenço florido na cabeça, me olhou. Ao notar que eu chorava, aproximou-se. 
"Menina, cadê seus pais?", foi a primeira coisa que perguntou. Fiquei olhando para o rosto dela e pensando no que dizer. "Eles morreram...", murmurei, soluçando. Eu me senti a mais pecadora das pecadoras ao contar aquela mentira diante da imagem de Jesus. Na minha cabeça, estava condenada a ir para o inferno por causa daquilo. No entanto, foi aquela frase que motivou a tal mulher a me oferecer um emprego de doméstica em sua casa. Aceitei. Pronto, o milagre havia acontecido. 
Dona Alba morava perto da igreja. Viviam ela e o marido, um militar aposentado. Nos fundos da casa havia um quartinho muito pequeno. Foi lá que, entre a tábua de passar roupas e a despensa, instalei minha cama e passei a morar. Em troca de um salário mínimo, limpava toda a residência. 
Um mês depois do meu aniversário de 18 anos, comecei a achar que estava na hora de largar a vida de doméstica. Já fazia tanto tempo que eu estava na cidade grande que me sentia forte para ir atrás de meus sonhos. Sentadinha no meu quarto, folheava, naquela manhã quente de verão, as páginas de emprego do jornal. Todos os anúncios pediam algum tipo de escolaridade... e eu só sabia ler. Finalmente, voltei minha atenção para um deles. 
Com o coração batendo forte, rasguei aquele pedaço de jornal e decidi ir ao endereço ali descrito. Uma mulher morena, com uma expressão no rosto de pessoa muito experiente, abriu a porta de ferro do pequeno escritório no centro da capital. "Então, você quer ser uma das dançarinas que nós mandamos para fazer shows na Europa?", quis saber, secando-me dos pés à cabeça. Fiz sinal positivo com a cabeça. Eu estava tão feliz e empolgada que nem percebi que aquilo não seria o início da realização de um sonho... mas, sim, do meu pior pesadelo! '

CAPÍTULOS DO CONTO - ESCRAVA DA ILUSÃO:



  • Capítulo 1 - Escrava da Ilusão
  • Capítulo 2 - Maria conhece D. Alba
  • Capítulo 3 - A moça embarca para Portugal
  • Capítulo 4 - Maria é recebida com hostilidade em Portugal
  • Capítulo 5 - A dançarina sai com um rapaz
  • Capítulo 6 - Maria foge do pais
  • Capítulo final - Maria volta ao Brasil

  • Por paixão ou só diversão, os motivos são muitos. Mulheres vivem sentimentos dúbios: prazer, farra, culpa.

    “Elas não querem inicialmente destruir uma relação. Simplesmente se apaixonaram por um homem que é casado”, diz o Dr. Relacionamento

    “A gente trabalhava na mesma equipe, gostava das mesmas coisas, saía pra almoçar, ia ao barzinho depois do expediente e ele me dava carona. Até que um dia, depois do happy hour, nós ficamos juntos. E isso virou uma rotina”. 

    A história de Renata e seu colega de profissão até parece um romance comum, não fosse o fato de ele ser comprometido. O affair durou dois anos, período no qual ele se casou com a namorada e a engravidou. Renata, hoje com 30 anos, não via problemas em ser “a outra”, mesmo despertando olhares e brincadeirinhas no ambiente de trabalho: curtia o fim de semana sem dar satisfações – ia para a “pegação”, como define. “Ele falava que estava com a mulher por pena, mas não sei até que ponto isso era verdade”, pondera a analista de sistemas. Tudo ficou complicado, porém, quando o sentimento cresceu e Renata precisou de mais atenção: um conflito comum nos casos extraconjugais. 
    Histórias de amantes e paqueras no escritório assombram a imaginação das casadas. A amante é a grande vilã, a sedutora pronta para destruir lares. Do outro lado, porém, há mulheres como Renata que, sem planejar, acabaram assumindo um papel secundário na vida de um homem. Os motivos variam: amor, paixão, liberdade, carência.
    Já para a publicitária Maria, 45, ser amante era bom e descompromissado. Ela namorou um homem casado por três anos, após passar por um divórcio. “A química bateu na primeira troca de olhares. Pressenti que ele era casado, apesar de não usar aliança, mas esperei que me contasse”, lembra. Ela nunca sonhou em virar a mulher oficial na vida dele – nem queria. O casal se encontrava todos os dias depois do trabalho e compartilhava momentos felizes. “Era como colocar a cabeça em férias. Acho que as coisas seriam diferentes se a gente tivesse casado”, conta.

    Paradoxo de valores
    Ao mesmo tempo em que participa conscientemente de uma traição, que envolve mentira e deslealdade, algumas amantes preservam valores e crenças muito próprios. Renata conheceu a mulher do amante em uma festa. “Nos encontramos mais algumas vezes e eu até me diverti com isso. Ela não era minha amiga, mas nunca o deixei falar mal dela perto de mim. Acho isso baixaria”, conta. Maria concorda que falar mal da atual esposa é sinal de falta de integridade. “Acho que a nossa relação teria terminado ali, eu ficaria decepcionada. É feio demais quando você está com uma pessoa e fala mal dela pelas costas”, diz.

    Amantes fixas vão acabar?
    Não existe um perfil comum de mulheres que são amantes nem traços de personalidade específicos. “Apesar dos estereótipos, não existe um tipo de mulher que é tipicamente a outra”. Algumas vivem essa situação como provisória, outras ainda acreditam numa possível separação, e há ainda as mulheres que temem não encontrar um novo amor.
    No entanto, apesar várias faces, aquela amante para a vida toda parece estar em decadência. Dr. Relacionamento diz que a tendência é que as amantes “a longo prazo” ou fixas sejam menos comuns. “A mulher atual não quer ser secundária nem traída. Antes esposas e amantes aceitavam melhor. Hoje nem os homens conseguem conciliar duas mulheres”.
    Quando chega ao fim
    Renata e Maria não queriam que seus amantes se separassem das respectivas esposas – pelo menos, dizem que não. “Era um paradoxo. Eu gostava dele, queria estar junto, mas não queria um relacionamento sério. Sabia o que ele fazia, não confiaria”, explica Renata.
    Mas apesar do aparente desprendimento, as amantes enfrentam dolorosos términos de relação também. Renata terminou oficialmente seu caso quando soube que a esposa do namorado estava grávida. “Achei demais, mas mesmo assim acabava rolando porque a gente se via no trabalho. Acabou mesmo quando mudei de cidade”, conta. O peso da culpa, na época, ajudou na decisão: “Para ele estava cômodo, ele era até ciumento, veja se pode! Não me arrependo, mas não faria de novo. Não compensa”, relata.
    Maria conheceu outro homem com quem hoje está casada e terminou tudo com o amante pelo telefone. “Não tive coragem de dizer olhando pra ele. Foi duro dar a notícia, sinto muito carinho, vivemos momentos maravilhosos e fomos amigos”, aponta. “ - Normalmente eles ou elas se cansam da situação”, destaca Dr. Relacionamento sobre o fim das relações extraconjugais.

    Atirou três vezes na estudante por não aceitar fim do relacionamento entre eles. Depois, rodou com o corpo por horas e se entregou.
    Um professor do curso de Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) matou uma aluna em Brasília nesta sexta-feira. Suênia Sousa Faria (foto), de 24 anos, cursava o 7º semestre e levou dois tiros na cabeça e um no tórax. Os dois haviam tido um caso no período em que a jovem estava separada do marido, com quem reatou há cerca de dois meses.
    O professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, abordou Suênia por volta das 14h30, quando ela saía da faculdade. Ela estava no carro que pertencia a seu marido, um Sandero prata, acompanhada de uma amiga, carona. Rendrick teria pedido que a amiga deixasse os dois a sós e saído com a moça em direção a Taguatinga.
    Não se sabe em que momento Rendrick assumiu o volante do veículo. Segundo relato do marido, logo depois ele recebeu uma ligação da mulher dizendo que ia pegar suas coisas em casa e que iria viver com o professor. O marido estranhou o tom de voz da esposa, nervosa e confusa, e foi à delegacia da cidade satélite de Taguatinga prestar queixa. Em dado momento do percurso, na estrada Estrutural, sem se entenderem, Rendrick atira três vezes contra Suênia.
    Professor de Direito Rendrik Vieira Rodrigues, que confessou ter matado aluna
    Depois de atirar contra a estudante, ele rodou por horas com o corpo dentro do carro até que, às 17h30 se entregou à 27ª Delegacia de Polícia no Recanto das Emas, cidade-satélite distante 26 quilômetros de Brasília, conforme relata o boletim de ocorrência. Segundo a polícia, o professor não aceitava o fim do relacionamento e a ameaçava de morte desde o rompimento. Rendrik usou uma pistola .380 para matar a vítima. Ainda de acordo com seu relato, ele jogou a arma fora.
    A Faculdade Projeção de Brasília divulgou uma nota nesse sábado afirmando que o professor Rendrik Vieira Rodrigues será “demitido e substituído imediatamente” do curso de Direito, onde atuava como coordenador. O UniCeub também informou, por meio de sua assessoria, que deverá tomar medidas para o desligamento do professor, logo na segunda-feira.